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UM ANO DE VACINAÇÃO CONTRA COVID-19. CORONAVAC SALVOU A VIDA DE MUITOS BRASILEIROS, APESAR DE SER CONSIDERADA MENOS EFICAZ

Foto Governo SP/Arquivo

 

O início da vacinação contra a Covid-19 no Brasil completa um ano nesta segunda-feira, 17 de janeiro. Horas após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial dos imunizantes CoronaVac e AstraZeneca, no dia 17 de janeiro de 2021, o governo de São Paulo começou a vacinar profissionais de saúde, indígenas e quilombolas .

A primeira a receber a vacina em território nacional foi a enfermeira Mônica Calazans (foto), em evento realizado no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC-USP). A aplicação foi feita pela enfermeira Jéssica Pires de Camargo, que também deu o pontapé inicial na imunização das crianças na última sexta-feira (14).

A Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, recebeu aval de uso emergencial pela Anvisa, foi a única vacina disponível no Brasil no início de 2021 e sustentou a campanha contra a Covid-19 nos primeiros meses, tendo sido aplicada, predominantemente, em idosos, pessoas com doenças pré-existentes e profissionais de saúde.

Assim é muito provável que a Coronavac tenha sido a vacina que mais salvou vidas no Brasil.

No final de janeiro de 2021 chegou ao Brasil o primeiro lote da vacina da AstraZeneca, que seria produzida no Brasil pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Em maio, o país começaria a aplicar a vacina da Pfizer e, em junho, a da Janssen (farmacêutica da Johnson & Johnson).

Um ano após o início da vacinação, 76% da população brasileira recebeu ao menos a primeira dose até a sexta-feira (14), segundo dados das secretarias estaduais de saúde; 68% da população completou o esquema com a segunda dose ou com a dose única; 15% dos brasileiros receberam a dose de reforço.

E a nova etapa na luta contra a pandemia é o início da vacinação de crianças entre 5 e 11 anos.