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Produção de 225,6 milhões de toneladas de grãos é a segunda maior da história

De acordo com o 5º Levantamento da Safra de Grãos 2017/2018, divulgado nestaquinta-feira (8) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção de grãos da safra 2017/2018 pode chegar a 225,6 milhões de toneladas. Mesmo com um recuo de 5,1% em relação à safra passada, que foi a maior de toda a história (237,7 milhões de t), a safra deste ano deve ficar em segundo lugar, apresentando números significativos em relação à série histórica de grãos.

Com um crescimento de mais de 0,2%, a área total ultrapassou os 61 milhões de hectares. Entre as culturas, a preferência do produtor segue pelo milho e a soja que representam quase 88% dos grãos produzidos no país. No caso da soja, houve uma queda de 2,2% na produção, ficando em 111,6 milhões de toneladas contra 114,1 milhões/t do último período. Já para o milho total, a expectativa é de redução de 10,1%, passando de 97,8 milhões para 88 milhões de toneladas. A primeira safra pode ficar em 24,7 milhões de t, enquanto a do milhosegundasafra revela uma possível produção de até 63,3 milhões de toneladas.

O estudo mostra ainda que o cenário mais favorável foi do algodão, com aumento de 17% na produção da pluma, totalizando 1,79 milhão de toneladas e 1,1 milhão de hectares, com elevação de 17,4% na área. Este aumento, junto com o da soja, favoreceu a ampliação da área total plantada. Com maior liquidez e possibilidade de melhor rentabilidade frente a outras culturas, a leguminosa tende a elevar-se a uma média de 3,3%, podendo alcançar 35 milhões de hectares.

No quesito produtividade, a soja aponta para uma queda, sendo estimada em de 3.185 kg/hectare contra 3.364 da safra anterior. Uma vez que as culturas estão ainda em fase inicial de colheita, os números divulgados têm como base os rendimentos apurados nas pesquisas de campo com o acompanhamento agrometeorológico e espectral realizado pela Companhia. A pesquisa foi feita nos principais centros produtores de grãos no país, entre os dias 21 e27 de janeiro.

Método cubano já alfabetizou 3,5 milhões de pessoas na América Latina e África

 

Professor Erasmo Ferreira dá aula para o próprio pai, Raimundo, e outros seis membros da família (Foto Leonardo Milano/Mídia Ninja)

  

O Projeto “Sim, Eu Posso”, que já alfabetizou 7.000 pessoas no Maranhão, foi gestado em um dos países mais desenvolvidos do mundo no quesito educação: Cuba. A ilha comunista é reconhecida internacionalmente pela erradicação do analfabetismo – uma façanha, aliás, da Revolução Cubana, alcançada ainda nos idos de 1960.

Ao longo de quatro décadas, o país acumulou larga experiência na área educacional, até que, em 2001 desenvolveu, pelas mãos da pedagoga Leonela Rebys, o método em que se baseia o projeto, trazido para o Brasil pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Inicialmente aplicado no Haiti durante uma campanha de alfabetização por meio do rádio, o “Sim, Eu Posso” foi, com o tempo, multiplicando-se pelo mundo, em especial na América Latina, em uma tentativa de universalizar o ensino.

Mais de 3,5 milhões de pessoas já foram alfabetizadas pelo método em países como Bolívia, Venezuela, Argentina, México, Equador, Nicarágua e Colômbia. O projeto também foi adotado em lugares como Nova Zelândia, Espanha e países da África.

Segundo João Pedro Stedile, dirigente nacional do MST, foi durante essa jornada global, há cerca de 15 anos, que o projeto cruzou o seu destino com a realidade brasileira. À época, o país tinha cerca de 16 milhões de analfabetos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Atualmente, os que não sabem ler e escrever ainda somam 11,8 milhões no país, de acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada em dezembro de 2017. "Sim, eu posso" é voltado para a formação de adultos ou idosos que não tiveram oportunidade de estudar

O método cubano foi adaptado a realidade brasileira pelo MST com participação de pedagogos e militantes, e o projeto “Sim, Eu Posso” foi se espalhando pelo território nacional. Passou por estados como Piauí, Maranhão, Paraná, Pará, Rio de Janeiro e Ceará.

As primeiras experiências do projeto no Brasil se voltaram especialmente para acampamentos e assentamentos de reforma agrária, mas, com o tempo, as ações avançaram e acolheram grupos de trabalhadores urbanos, além de indígenas, quilombolas, entre outros. Atualmente, o “Sim, Eu Posso” tem jornadas de alfabetização no Maranhão e em Alagoas e, paralelamente, já ensaia uma experiência em Minas Gerais.

O método mescla a adoção de cartilhas educativas – cuja aplicação é acompanhada por educadores contratados pelo projeto – com o uso da televisão. Os ensinamentos são repassados por meio de 65 capítulos em formato de telenovela, em uma tentativa de ser mais atraente aos olhos dos alunos e massificar o alcance do projeto.

O processo de formação dura, ao todo, oito meses e o método consiste basicamente na associação entre números e letras. A combinação é uma forma de tornar o aprendizado mais fácil, uma vez que mesmo a população analfabeta tem conhecimentos básicos de matemática.

"Eles ficam à vontade. É uma conversa interessante, um tempo educativo muito bom", diz o professor Erasmo da Silva Ferreira, que leciona em turmas do município de Jenipapo dos Vieiras, no Maranhão.

 

Política de Estado

Segundo um levantamento feito em 2017 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), 66% dos Estados-membros da entidade consideram que projetos de alfabetização contribuem para a promoção da democracia, a coexistência pacífica e a solidariedade entre os diferentes países.

Com base nesses princípios e com a perspectiva de uma união latino-americana, o MST conta que batalha hoje pela conversão do “Sim, Eu Posso” em uma política de Estado no Brasil. "É impossível você construir uma sociedade mais justa, mais igualitária com analfabetos", complementa Stedile. 

Gigante japonesa Miniso abre sua maior loja no país em Campinas

Chegou a vez de Campinas! A Miniso, marca de design japonês que encanta os consumidores em todo o mundo com seus diversos produtos, já tem dia para desembarcar na cidade:9 de fevereiro. Nestasexta-feira, a partir das 10 horas, a maior loja do país será inaugurada no Shopping Parque das Bandeiras e, na ocasião, os clientes poderão conhecer os diversos produtos de oito diferentes categorias: dia a dia, bem-estar, esporte e fitness, papelaria, acessórios, vestuário, produtos sazonais e bolsas.

Com mais de 860 metros quadrados, além de ser a principal unidade da Miniso no país, também será a primeira loja da marca em Campinas e a 16ª unidade inaugurada no Brasil desde a chegada da gigante japonesa, em agosto do ano passado.

Todos os produtos comercializados são de marca própria, tendo como destaque inovação, design e qualidade, sem falar nos preços acessíveis. A maioria dos itens comercializados custa entre R$ 9,99 e R$ 19,99, e podem chegar a, no máximo, R$ 200.

“O interior de São Paulo é um importante polo comercial para a expansão da nossa marca. Investimos aproximadamente R$ 2 milhões apenas nessa loja, nossa maior unidade, e geramos muitos empregos”, diz Frank Wei, presidente da Miniso no Brasil.

A Miniso é uma marca de design japonês que oferece milhares de produtos de alta qualidade a preços acessíveis. Possui utensílios, cosméticos, eletrônicos, brinquedos, acessórios, bolsas, papelaria e uma variedade de outros itens, todos de marca própria, que facilitam o dia a dia das pessoas. Fundada em Tóquio, em 2013, por Miyake Junya, designer principal da Miniso, e Ye Guofu, jovem empresário, a marca vem se expandindo globalmente desde sua criação. Em apenas três anos, abriu mais de duas mil lojas em todo o mundo. Atualmente, conta com parceiros estratégicos em mais de 50 países e regiões, incluindo Japão, EUA, Canadá, Rússia, Cingapura, Dubai, Coreia, Malásia, Hong Kong (China) e Macau (China). Em média, a empresa abre de 80 a 100 lojas por mês no mundo, e o Brasil é o primeiro país da América do Sul aterlojas da Miniso. 

BB disponibiliza venda de dólar pelo app


Desde sexta-feira, 2, os clientes do Banco do Brasil podem comprar dólares americanos de uma forma diferente. Agora, é possível adquirir a moeda estrangeira pelo aplicativo. Além disso, o cliente também poderá definir a cotação que está disposto a pagar e o período de espera. Tão logo o dólar chegue ao patamar pretendido, o Banco avisa, enviando uma mensagem para confirmar a transação.
Após a realização da compra, o cliente tem até dois dias úteis para retirar os dólares em um dos caixas eletrônicos para saque de dólares no BB, com a taxa garantida do dia de realização da transação no app.
O mobile do BB também ajuda a localizar uma agência com terminal de câmbio mais próximo. Com o GPS do smartphone ligado, o app mostrará as dependências num raio de 5 km. Também é possível fazer a busca por estado e cidade. São 96 terminais de câmbio espalhados em 18 estados e no Distrito Federal.
A transação é válida para dólar americano, até US$ 3 mil por operação, limitada a US$ 10 mil por mês. Para aquelas agências que não possuem terminal de câmbio, em breve o app também será interligado ao terminal de caixa dentro da agência, permitindo ao cliente retirar os dólares diretamente no guichê, sem a necessidade de passar pelo atendimento.

Como funciona
Para comprar dólar pelo celular, após acessar a área logada no app, basta acessar a opção Viagens/Moeda Estrangeira no menu. Na opção Monitorar Taxa de Câmbio, o cliente define a taxa de câmbio que gostaria de pagar e o prazo de espera. O Banco envia mensagem quando a cotação chega ao valor informado, para confirmar a transação. om a compra realizada, basta ao cliente se dirigir a uma das agências com terminais de câmbio em até dois dias úteis. O BB garante a cotação do dia da contratação.

Oscar do Circo acontecerá pela primeira vez no Brasil


Brasil será palco pela primeira vez de uma das maiores produções circenses internacionais do mundo, evento reconhecido como Oscar do Circo:1st Cirque International Festival of Brazil Contest. E as inscrições estão abertas para os artistas participarem das competições. Os internacionais poderão se cadastrar até dia5 de fevereiroe os nacionais tem prazo até20 de fevereiro. As inscrições e participações são gratuitas e o evento será realizada de 2 a6 de maiode 2018, no Anhembi, em São Paulo, sob uma das maiores lonas já vistas no País nos últimos anos. Para competir, os artistas devem preencher a alguns requisitos, como:terdisponibilidade para ensaios em tempo integral na capital paulista no período de14 de abrilaté1 de maio;terentre 18 e 40 anos de idade, e apresentar modalidades com números criativos, assim como uma breve biografia em português e em inglês. A direção do elenco estará a cargo de Jeferson Alexandre, diretor artístico internacional daLa Force Productions, também organizadora dos eventos. Ao lado de Mathieu Laplante, produtor artístico do Canadá, fundador da Showtime Solution, tendo atuado por 10 anos no Cirque du Soleil.

O júri será composto por presidentes dos Festivais Internacionais de Circo e especialistas no campo da arte circense. Entre os nomes confirmados está Eugène Chaplin, da Suíça. Ele é Presidente do Festival Internacional de Cinema de Comédia de Vevey; dirigiu o documentário "Charlie Chaplin: A Family Tribute", produzido por Jarl Alé de Basseville; e criou o musical "Smile", narração da vida de Charlie Chaplin através de sua música.

1st Cirque International Festival of Brazil Contestseguirá os moldes da produção de Monte-Carlo, que teve sua 42ª realizada em janeiro deste ano. Para seteruma ideia, o festival circense foi criado pelo Príncipe Rainier III em 1974 com o nome deMonte-Carlo International Circus Festival, e tornou-se o maior e mais importante do segmento no mundo. Já foi realizado nas principais cidades cosmopolitas de países como França, Ucrânia, Itália, China, entre outros-. Em 2006, a Princesa Stéphanie de Mônaco assumiu a presidência do Festival e proporcionou ainda maior projeção.

As apresentações dos competidores são abertas ao público, serão verdadeiros espetáculos, com destaque para a final, marcada para o dia6  de  maio. Informações e inscrições para o evento estão no site www.cirquefestivalcontest.com.br

Ministério da Saúde atualiza casos de febre amarela


O Ministério da Saúde atualizou as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre a situação da febre amarela no país. No período de monitoramento (de 1º de julho/2017 a30 de janeirode 2018), foram confirmados 213 casos de febre amarela no país, sendo que 81 vieram a óbito. Ao todo, foram notificados 1.080 casos suspeitos, sendo que 432 foram descartados e 435 permanecem em investigação, neste período.
No ano passado, de julho de 2016 até 30 de janeiro de 2017, eram 468 casos confirmados e 147 óbitos confirmados. Os informes de febre amarela seguem, desde o ano passado, a sazonalidade da doença, que acontece, em sua maioria, no verão. Dessa forma, o período para a análise considera de 1º de julho a
30 de junhode cada ano.

No Estado de São Paulo de junho de 2017 a 30 de janeiro de 2018 foram notificados 573 casos. Destes, 216 foram descartados e 249 estão ainda em investigação para Febre Amarela. Os casos confirmados de Febre Amarela para o período são 108 pacientes com 43 óbitos,


CAMPANHA

A campanha de fracionamento da vacina contra a febre amarela começou na últimaquinta-feira (25) nos estados de São Paulo e Riode Janeiro. A antecipação foi adotada porque o Ministério da Saúde já repassou, a ambos os estados, os insumos que serão utilizados nas campanhas. A campanha de vacinação no estado da Bahia começa no dia19 de fevereiro.
A adoção do fracionamento das vacinas é uma medida preventiva e recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) quando há aumento de epizootias e casos de febre amarela silvestre de forma intensa, com risco de expansão da doença em cidades com elevado índice populacional. A dose fracionada tem apresentado a mesma proteção que a dose padrão. Estudos em andamento já demonstraram proteção por pelo menos oito anos e novas pesquisas continuarão a avaliar a proteção posterior a esse período.
É importante informar que a febre amarela é transmitida por meio de vetor (mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes no ambiente silvestre). O último caso de febre amarela urbana foi registrado no Brasil em 1942, e todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão.

Ministério da Saúde vai formar 250 mil agentes em técnico em enfermagem


(Foto: Jailson Sam/MS

O Ministério da Saúde financiará a abertura de 250 mil vagas para qualificação de agentes comunitários de saúde (ACS) e de combate à endemia (ACE) como técnicos em enfermagem em todo Brasil. A medida faz parte da nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), que amplia a atribuição desses profissionais, proporcionando maior resolutividade aos atendimentos realizados à população e foi anunciado pelo Ministro da Saúde durante uma coletiva com a imprensa. Ao todo, serão investidos R$ 1,25 bilhão na formação dos agentes, que terão o curso totalmente gratuito, livres de taxas, mensalidades ou quaisquer contribuições relativas à prestação do serviço.

Um dos objetivos do Ministério da Saúde com a formação desses profissionais é ampliar o acompanhamento da saúde da população no atendimento que é feito nos domicílios e nas comunidades, reduzindo agravos.

O curso será ofertado por instituições de ensino públicas e privadas, habilitadas pelo Ministério da Educação, que poderão se credenciar ao Programa de Formação Técnica para Agentes de Saúde (PROFAGS) após publicação de edital pelo Ministério da Saúde. Para participar do programa, as instituições precisam se credenciar, previamente, para indicar a quantidade de vagas possíveis de serem atendidas, por município de abrangência e por semestre. Após isso, as entidades encaminharão para avaliação do Ministério da Saúde documentos que comprovem habilitação jurídica, regularidade fiscal e trabalhista, além de qualificação técnica e econômico-financeira.

O edital será publicado nesta semana, e as instituições terão o prazo de 15 dias para se credenciarem ao programa. A expectativa é de que a partir de março, os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias já possam dar início ao curso, que terá o prazo de dois anos (1.800 horas/aula) para concluir a formação. Após esta qualificação, os profissionais poderão fortalecer as ações de promoção da saúde e de prevenção de doenças, passando a fazer curativos em domicílio, medir a pressão e a glicemia, entre outras atribuições que levarão atendimento primário à casa do paciente. Eles, também, poderão ajudar no combate ao Aedes aegypti, transmissor dos vírus da zika, dengue e chikungunya.

Assembleia realiza mais uma edição do Parlamento Jovem Paulista

Há vinte anos a Alesp realiza o projeto que aproxima jovens estudantes da rotina do parlamento estadual. Neste ano, alunos de escolas públicas e privadas dos 645 municípios do Estado poderão participar do projeto, que foi idealizado para estimular a participação dos jovens na política, tornando-os deputados de verdade durante um período.

Os estudantes selecionados poderão vivenciar toda a rotina de uma casa legislativa, passando por eleição dos membros da Mesa Diretora, apreciação e votação de projetos de lei, tramitação nas comissões até o momento em que a proposta torna-se lei. Ao final do processo, haverá uma sessão especial do Legislativo dirigida por 47 jovens parlamentares.

Poderão participar do programa alunos com idades entre 14 e 21 anos e que estejam cursando o 9º ano do ensino fundamental, o ensino médio ou o ensino técnico. Para se inscrever, o jovem deve procurar a diretoria de ensino de sua escola. É preciso preparar um trabalho na forma de projeto de lei, conforme orientações do manual do candidato, divulgado no portal da Alesp e no Diário Oficial do Estado.

Os interessados a uma das 47 vagas do Parlamento Jovem Paulista devem enviar os projetos entre os dias 5 de fevereiro e 9 de março. O trabalho deve ser escrito de forma clara e objetiva, depois de ser debatido com professores na escola.

O projeto foi criado em 1999 pela Alesp para contribuir na formação de cidadãos, ao permitir que jovens alunos conheçam melhor o funcionamento do processo legislativo.

A divulgação do nome dos 47 deputados selecionados será no mês de abril.

Collor diz ser pré candidato a Presidência em 2018


O ex-presidente e atual senador por Alagoas, Fernando Collor de Mello (PTC), anunciou, na sexta-feira (19), que é pré-candidato à Presidência da República em 2018. O anúncio foi feito em entrevista à rádio 96 FM, de Arapiraca, cidade a 130 km de Maceió.

O comunicado da candidatura, porém, foi feito instantes antes da entrevista, durante a instalação do diretório regional do PTC na cidade de Arapiraca. Ele anunciou ao pequeno grupo que o ouvia que tomou a decisão "Eu digo a vocês que esse é momento dos mais especiais da minha vida pessoal e como homem público. Porque hoje a minha decisão foi tomada: sou, sim, pré-candidato à Presidência. Obrigado e vamos à vitória", disse, em breve discurso.

Collor já foi presidente do país entre 1990 e 1992, quando se tornou o primeiro chefe da República a sofrer impeachment. Em seu lugar assumiu o seu vice, Itamar Franco. 

-Collor se filiou ao PTC em abril de 2016.O partido, com o número 36, sucedeu o antigo PRN, sigla pela qual Collor elegeu-se presidente da República, em 1989.

Em 2007, quando chegou ao Senado, Collor fez um pronunciamento histórico, que durou três horas, onde chorou e falou sobre os "abusos" cometidos pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investigou o esquema PC Farias. 

Collor foi processado no STF (Supremo Tribunal Federal), mas acabou inocentado de todas as ações. A última delas, em abril de 2014 . Em novo discurso no Senado, questionou: "quem me devolverá o que me foi tomado.