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Prazo para novos alunos na rede estadual de SP termina quinta-feira

Está terminando o período de matrículas para o ano letivo de 2020 nas escolas estaduais de São Paulo. Os estudantes de outras redes, de outros estados ou países que não se encontram matriculados nas escolas estaduais ou municipais do Estado de São Paulo e possuem interesse em ingressar na rede estadual devem fazer a inscrição até a próximaquinta-feira (31).

 Os responsáveis pelos estudantes com menos de 18 anos devem procurar uma escola pública, tanto municipal quanto estadual, ou, ainda, os Postos do Poupatempo, munidos de RG ou certidão de nascimento e comprovante de endereço.

Retomada dos estudos

Neste período também são esperadas novas matrículas de pessoas que não concluíram seus estudos na época correta e pretendem voltar a estudar. Para isso, a Secretaria da Educação iniciou a campanha de busca ativa com uma ampla divulgação e possibilidade de esclarecer dúvidas nos canais de comunicação da Secretaria. 

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) da rede estadual de SP recebe alunos a partir de 15 anos para os anos finais do Ensino Fundamental e 18 anos, no caso de Ensino Médio.

 Atualmente é ofertado em duas modalidades, a EJA de presença obrigatória, com atualmente mais de 190 mil alunos matriculados, e o CEEJA (Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos) com presença flexível com mais de 80 mil alunos.

Poupatempo

 Neste ano, pela primeira vez as inscrições para matrícula também podem ser feitas pessoalmente nas 72 unidades fixas do Poupatempo, mediante agendamento prévio. Para solicitar o serviço basta acessar o portal www.poupatempo.sp.gov.br

Na data e horário marcados, os interessados precisam levar ao Poupatempo, o RG ou a certidão de nascimento, além do comprovante de endereço do estudante. Para os menores de 18 anos é necessário estar acompanhado pelo representante legal, devidamente identificado.

 Concluída a inscrição nos postos, o cidadão receberá um comprovante de inscrição para acompanhamento do resultado de sua matrícula.

Resultado

A partir do dia28 de novembro, a Secretaria da Educação vai disponibilizar o resultado da matrícula no site:https://sed.educacao.sp.gov.br/ConsultaPublica/Consultaou em qualquer escola pública.

 Outras informações podem ser obtidas no sitewww.educacao.sp.gov.br; ou pelo telefone 08007700012

 

Menina brasileira que viveu 12 anos em hospital vai para casa pela primeira vez

Captura de Tela / TV Globo (Reprodução)

No dia 18 deste mês, o Hospital e Pronto Socorro da Criança, em Manaus, foi cenário de grande emoção: Letícia Kerollen de Souza Oliveira recebeu alta e, finalmente, pôde ir para casa depois de passar 12 anos internada. Ela tem 14 anos de idade.

O diagnóstico de Atrofia Muscular Espinhal (AME) foi feito quando ela tinha 1 ano e 7 meses e morava com os pais em Coari, no interior do Amazonas. Os primeiros sintomas vieram seguidos de convulsões, desmaios, dificuldade para respirar. Letícia teve de viver durante nada menos que 8 anos na UTI.

A doença é irreversível e exige aparelho de respiração, sugador, sonda alimentar e fraldas, além do acompanhamento de profissionais qualificados como enfermeiro, terapeuta, psicólogo e fonoaudiólogo. O tratamento domiciliar só será possível graças ao programa Melhor em Casa, que disponibiliza a equipe multidisciplinar aos pacientes contemplados.

Letícia saiu raras vezes do hospital. Quando deixou a UTI, foi acompanhada pela equipe médica a um shopping e à igreja, por ocasião do Natal. Fora isso, ela só pôde experimentar breves passeios na frente do próprio hospital.

Apesar do desafio quase sobre-humano de crescer sem poder sequer respirar sem ajuda de aparelhos, Letícia foi uma criança alegre e otimista. A equipe procurou garantir a ela “máximo de humanização possível”, como contou a fisioterapeuta Morgana Peixoto:

“Ela estuda, tem aulas no quarto e faz provas. Ela é muito inteligente. Ama pintar as unhas, passar maquiagem, fazer ‘chapinha’ e usar laçinhos. É uma menina normal, só não tem os movimentos. Todas as crianças aqui [com a mesma condição] têm a face 100% paralisada, mas a Letícia consegue sorrir. Ela responde muito bem ao tratamento de fisioterapeuta e fonoaudiologia”.

A alta hospitalar, que parecia impossível algum tempo atrás, emocionou o hospital inteiro.

 Quando Letícia e a mãe entraram na ambulância que finalmente as levaria para casa, as lágrimas e as palmas irromperam misturadas e sonoras na porta do hospital. Em casa, a recepção foi uma festa com direito a muita música e grande presença de familiares, amigos e funcionários do hospital.

A mãe de Letícia, Irlene, resume assim a alta hospitalar da filha tão especial: “É a realização de um sonho. Graças a Deus e a todos do hospital, que cuidaram dela desde bebezinha”.

Exposição com esculturas de onças-pintadas invade São Paulo

Foto Luan Almeida

Quem for a capital paulista a partir de hoje (25), vai poder ver uma exposição de esculturas de onças pintadas, dispostas em vários locais de São Paulo. É a Jaguar Parade, intervenção artística urbana que reúne esculturas de cerca de 90 onças-pintadas estilizadas por artistas, expostas em parques, ruas e avenidas da cidade.

A Jaguar Parade é a maior exposição a céu aberto da história de São Paulo e tem como objetivo chamar a atenção para a degradação da fauna silvestre do país, em especial da onça-pintada, que corre risco de extinção. Segundo o Onçafari, uma das entidades beneficiadas pelo evento, essa espécie é classificada como vulnerável no Brasil. Porém, em alguns biomas como a Mata Atlântica, a espécie é considerada como criticamente ameaçada, pois existem menos de 300 indivíduos em toda sua extensão.

No dia29 de novembro, Dia Internacional da Onça Pintada a Artery, organizadora da exposição, realizará um leilão no Hotel Unique para arrematar as peças. Metade do valor arrecadado será destinado a entidades originalmente brasileiras com foco na preservação da onça-pintada e de seu ecossistema, dentre elas a Onçafari, SOS Pantanal, AMPARA Animal e Panthera, e também aos artistas que estilizaram as esculturas.

Grife Acostamento assume o desafio de aumentar o número de doadores de sangue em todo o Brasil

Em iniciativa inédita no mercado da moda, consumidores doadores ganham R$ 100 em compras no e-commerce da marca

Com o propósito de incentivar a doação de sangue em todo o Brasil, a grife Acostamento criou uma campanha inédita no segmento da moda no país, que convoca consumidores e também os parceiros de todo o varejo. O comprovante de doação de sangue de qualquer banco de coleta do Brasil vale um voucher de R$ 100 em compras no e-commerce da marca. Já, vendedores e lojas multimarcas acumulam pontos na Rede Alcateia, uma plataforma que usa a gamificação para fortalecer o engajamento e a conexão com as diretrizes da marca.

Delton Batista, vice-presidente executivo da Acostamento, destacou que “a falta de doadores de sangue é uma realidade urgente nos bancos de sangue de todo país, por isso é uma das campanhas que decidimos abraçar de forma bastante ativa".

Comprovante de doação por e-mail

Para participar, basta se dirigir a qualquer serviço de banco de sangue de sua região, realizar a doação e enviar o comprovante para a Acostamento. A marca responderá com um voucher de R$ 100 e o código deve ser inserido para receber o valor ao final da compra.

O comprovante deve ser enviado para o e-mail:O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

REDE ALCATEIA

A Acostamento também acaba de anunciar o lançamento da Rede Alcateia, uma plataforma gamificada totalmente inédita no mercado da moda que, por meio de um aplicativo no smartphone, incentiva o engajamento do varejo com a marca.

Vendedores das lojas multimarcas acumulam pontos que podem ser trocados por prêmios ou doados a uma instituição de caridade da preferência do usuário. Para pontuar, além de tarefas que buscam o relacionamento dos vendedores com a Acostamento, como metas de vendas e treinamentos online, também farão parte do desafio ações sociais, como o voluntariado e a doação de sangue.

PARA SER DOADOR

De acordo com a campanha oficial do Governo Federal de doação de sangue, podem ser doadores pessoas de 16 a 69 anos (maiores de 60 anos precisam já terem doado pela primeira vez antes dos 60), com peso mínimo de 50 kg, estar alimentado eterdormido ao menos seis horas na noite anterior. O intervalo mínimo entre a doações é de dois meses para os homens e três meses para as mulheres. É necessário levar documento de identificação com foto.

Pela regra vigente, estão impedidos de doar pessoas que tiveram hepatite após os 11 anos de idade, quem tem evidências clínicas ou laboratoriais de doenças transmissíveis pelo sangue. Também estão previstos impedimentos temporários para a doação, como gripes, resfriados, gravidez, pós-gravidez até 90 dias, amamentação, ingestão de bebida alcoólica 12 horas antes do procedimento,terrealizado exames de procedimento endoscópico nos últimos seis meses,terse exposto ao risco de doenças sexualmente transmissíveis,tersido vacinado contra febre amarela ou sarampo nas últimas quatro semanas ou passado por tratamento dentário cirúrgico nos últimos sete dias.

Diferença de renda entre ricos e pobres dispara, diz IBGE


Adiferença entre os rendimentos obtidos pelo 1% mais rico e dos 50% mais pobres no ano passado é recorde na série histórica da PNADC (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua) do IBGE, iniciada em 2012. A desigualdade aumentou porque o rendimento real da metade mais pobre caiu ante a do 1% dos extremamente ricos, sobretudo, após 2016.

De 2017 para 2018, por exemplo, o ganho dos 10% mais pobres caiu 3,2% (para R$ 153 em média) enquanto o do 1% mais rico aumento 8,4% (para R$ 27.774), diz o IBGE.

Desde o início da pesquisa, e coincidindo com o aumento na desigualdade, houve ainda uma diminuição no total de domicílios atendidos pelo Bolsa Família, de 15,9% no total do país em 2012 para 13,7% em 2018.

A extrema concentração de renda no Brasil revela que os 10% da população com os maiores ganhos detinham, no ano passado, 43,1% da massa de rendimentos (R$ 119,6 bilhões). Na outra ponta, os 10% mais pobres ficavam com apenas 0,8% da massa (R$ 2,2 bilhões).

A disparidade de renda no Brasil tem ainda forte aspecto regional, com o Sudeste - com pouco mais de 40% da população - concentrando uma massa de rendimentos (R$ 143,7 bilhões) superior à de todas as outras regiões somadas.

Já o Sul, com cerca da metade da população do Nordeste, tem massa de rendimentos maior do que a dos nove estados nordestinos (R$ 47,7 bilhões ante R$ 46,1 bilhões).

Os dados de 2018 mostram ainda que o índice Gini, que mede a desigualdade numa escala de 0 (perfeita igualdade) a 1 (máxima concentração) aumentou em todas as regiões do Brasil e atingiu o maior patamar da série, chegando a 0,509.

Pelos cálculos da PNADC, o rendimento médio mensal de todos os trabalhos (de pessoas de 14 anos ou mais) em 2018 ficou em R$ 2.234, ainda abaixo do maior valor da série, os R$ 2.279 apurados em 2014.

O Nordeste é a região com o menor rendimento médio: R$ 1.497. O Sudeste, com o maior: R$ 2.572.

Segundo especialistas, a desigualdade de renda no Brasil é alta e persistente por conta de fatores históricos e estruturais, como a herança escravocrata, o patrimonialismo que se apodera de recursos estatais e empregos públicos, políticas sociais voltadas a grupos que menos precisam e uma estrutura tributária regressiva, que cobra proporcionalmente mais impostos de quem ganha menos.

 

Lei que proíbe canudos plásticos foi regulamenta no Estado



Penalidades podem chegar a multas que ultrapassam R$ 5 mil
 

O Decreto que regulamenta a Lei  17.110, de
12 de julho, e que proíbe o fornecimento de canudos confeccionados em  material  plástico no Estado de São Paulo foi publicado nesta quarta-feira, dia 16, no Diário Oficial do Estado, e prevê o Procon como órgão responsável pela fiscalização e autuação dos estabelecimentos comerciais. As multas podem variar de R$ 530,60 a R$ 5.306,00 no caso de reincidências.
A lei veda a distribuição de canudos de plásticos em estabelecimentos comerciais como hotéis, bares, restaurantes, padarias, clubes, entre outros além de orientar para a utilização desse objeto confeccionado em papel reciclado, material comestível ou biodegradável.
Na primeira autuação, a multa será de 20 Unidades Fiscais do Estado do São Paulo (UFESPs), R$ 530,60; a cada reincidência o valor será dobrado podendo alcançar 200 UFESPs (R$ 5.306,00).
Com o valor arrecadado das multas, 50% será destinado ao Fundo Estadual de Prevenção e Controle da Poluição (FECOP) e a outra metade ao Procon para aplicação em programas de educação, prevenção e fiscalização relacionados ao consumo sustentável.

Rodrigo Maia trabalha para derrubar veto de Bolsonaro ao projeto de Renata Abreu

No dia 10 de outubro foi publicado no Diário Oficial da União, a decisão do presidente Jair Bolsonaro contrária ao projeto de lei da deputada federal Renata Abreu, e Rodrigo Maia e a bancada feminina da Câmara dos Deputados começaram a trabalhar para derrubar o veto presidencial. A proposta define o prazo de até 24 horas para que profissionais de Saúde comuniquem a polícia os casos em que houver indício ou confirmação de violência contra a mulher.

"Um projeto aprovado por unanimidade pela Câmara e Senado e de tamanha importância para nós, mulheres, merece, no mínimo, mais respeito do governo", afirma Renata Abreu, presidente do Podemos. É dela também a proposta de criminalizar a importunação sexual, que virou lei federal em agosto do ano passado, com pena de até 5 anos de prisão para o molestador

O presidente da Câmara dos Deputados já declarou o seu total apoio ao projeto da parlamentar. "Vamos trabalhar para derrubar o veto junto à bancada feminina. Vou conversar com os líderes", declara Rodrigo Maia.

Em vigor desde 2003, a Lei 10.778 já obriga as redes pública e privada de Saúde avisarem as autoridades policiais em caso de violência, mas não determina prazo para que essa comunicação seja feita e nem relata os indícios de violência constatados no atendimento às vítimas, que muitas vezes recorrem à ajuda médica, mas não registram boletim de ocorrência, por medo ou vergonha.

O projeto relaciona os indícios de crime e fixa prazo para que a notificação seja feita à polícia, que poderá trabalhar melhor e mais rápido no mapeamento da violência. No texto publicado no Diário Oficial, Jair Bolsonaro explica o projeto contraria o interesse público, "porque identificaria a vítima, sem a respectiva autorização, ao informar a agressão à polícia". Mas deputados e senadores não têm esse entendimento, tanto que a proposta de Renata Abreu foi aprovada pelas duas Casas, que se reunirá em sessão do Congresso Nacional, ainda sem data, para decidir se derruba ou mantém o veto presidencial.

Eletrobras anuncia plano de demissão

Foto Marcello Casal j_Jr/Agência Brasil)

 

Vendida à Boeing, Embraer vai parar fábricas no Brasil e dar férias coletivas a funcionários

A Eletrobrás anunciou que realizará o Segundo Plano de Demissão Consensual 2019 (PDC), com meta de desligamento de 1.681 empregados até 31 de dezembro deste ano, como parte dos esforços de reduzir custos com funcionários que podem chegar a 510 milhões de reais ao ano. Em comunicado, a empresa afirmou que o novo plano começa nesta nesta sexta-feira na holding e nas subsidiárias CGTEE, Chesf, Eletrobras Termonuclear, Eletronorte, Amazonas Geração e Transmissão de Energia, Eletrosul e Furnas Centrais Elétricas.

O plano, uma das iniciativas previstas no “Desafio 23: Excelência Sustentável” da empresa que o governo quer privatizar, foi divulgado após celebração do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que teve mediação do Tribunal Superior do Trabalho. Segundo a empresa, ficou acordado que a Eletrobras ofereça programa de desligamento voluntário para atingir quadro de 12.500 empregados efetivos a partir de janeiro de 2020 e de 12.088 a partir de maio de 2020.

A empresa destacou que, após estas datas, “por iniciativa da empresa, ficam autorizados os desligamentos necessários para alcance dos quantitativos estabelecidos pelo TST”.

A economia estimada neste novo plano de desligamentos é de 510 milhões de reais/ano

São Paulo já registra 12 morte por Sarampo


Com a confirmação de mais três mortes recentes por sarampo, em São Paulo, o estado chega a 12 óbitos pela doença, este ano, de acordo com o último Boletim Epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo. “A vacinação é a única forma de se blindar contra a doença. Se ela não está em falta, não deveriatermotivo para o que está ocorrendo”, diz o Biólogo Horácio Teles, membro do CRBio-01 – Conselho Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS).

           Para o especialista, uma das razões para o aumento dos casos de sarampo é a falta de preocupação da população em se prevenir contra a doença, por acreditarem que ela está sob controle. “Tende ao esquecimento, à negligência. Por isso a necessidade de programas educativos permanentes de vacinação”, defende o Biólogo, que considera importante a realização de campanhas de conscientização sempre que os níveis de cobertura vacinal ficarem abaixo do desejável. “Mas, para o acompanhamento da cobertura, é fundamental o bom funcionamento do sistema de vigilância epidemiológica em todo o país”, acrescenta.

           Teles explica que há duas versões disponíveis da vacina, tanto na rede pública como na privada. “Além da tríplice-viral, que protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola, a tetra também age contra a catapora”, diz o Biólogo, que lembra que as únicas pessoas que não devem se imunizar são aquelas com suspeita de sarampo, gestantes, bebês menores de 6 meses e imunodeprimidos. “A vacinação é a única forma de se proteger e as pessoas devem se conscientizar de que não é uma doença inofensiva. Em casos mais severos, ela pode comprometer o Sistema Nervoso Central e até mesmo levar à morte”, alerta o Biólogo.

           Os primeiros sintomas são febre alta (acima de 38,5°C) acompanhada de tosse, irritação nos olhos, congestão nasal e mal-estar intenso. Depois, aparecem manchas vermelhas no rosto que, em até três dias, chegam aos pés. E as complicações mais comuns são infecções respiratórias, otites, doenças diarreicas e também neurológicas. Em relação ao tratamento, não há um específico. Para as crianças acometidas pela doença, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a administração de vitamina A, com a dosagem variando de acordo com o tempo de vida da criança.