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Cultura

Sóror” analisa fraternidade entre mulheres

   Sororidade, ou fraternidade entre as mulheres, é um dos pilares que fundamenta a luta pela igualdade do sexo feminino.

   “Sóror”, ou irmã, coloca lado a lado as duas figuras femininas e polarizadas da gênese judaica-cristã: Eva, a oficial, e Lilith, a oculta.

   O patriarcado foi muito eficaz em difamar certas facetas do feminino em nome de moralizar as mulheres e torná-las incapazes de acessar seu próprio poder. Puta ou santa, indecente ou respeitável, vulgar ou nobre, mãe capaz ou incapaz, são antíteses desagregadoras que empurram a mulher rumo às tristes bifurcações psíquicas que as tornam dependentes do masculino. 

   Eva e Lilith, como luz e sombra, dispostas a reunir suas partes e renascerem como mulheres completas, fêmeas íntegras, amorosas e indomáveis, acolhedoras e 

 competentes. 

   Lilith, a primeira mulher do mundo segundo a gênese, criada do pó e da lama, se recusa a ser submissa ao companheiro Adão no Éden, recém inaugurado. Surpreso com a natureza imprevisível e rebelde da parceira e incapaz de lidar com sua autonomia, o homem chama  Deus e suplica que providencie outra mulher.

   Pela narração o espectador se admira dos valores morais, éticos filosóficos e de humor contidos na alma feminina, 

   Elenco primoroso e direção segura de Caco Clocter fazem dessa encenação um surpreendente feito do teatro paulistano na temporada atual. O diretor se ateve a uma direção focada numa linguagem calcada no machismo desagregador do feminismo.

   Cenário e iluminação de autoria de Cássio Brasil, aliado ao figurino de Alini Santini sustentam a trama com eficácia.

   Ao final da performance uma platéia composta de 90% por mulheres que compareceram ao teatro para entender nas entrelinhas do texto da autora e atriz Luisa Micheletti qual sua posição social na humanidade, aplaudiam o espetáculo por constatarem que a desigualdade homem/mulher é um complexo sistema da criação cósmica.

   

Serviço:

Soror

Texto: Luisa Micheletti

Direção: Caco Clocler

Onde: SESC IPIRANGA (200 Lug.)

Rua Bom Pastor, 822

Hor.SextaeSáb. às 21h/Dom. às 18h.

Quanto: R$30,00 

Dur. 80 min. - Drama

Até:05 de maio.

Avaliação: Excelente

“A Sagração da Primavera”, obra mais conhecida de Igor Stravinsky, reinveta a dança

No dia 29 de maiode 1913 estreou Le Sacre de Printemps no Théatrê Des Champs Elysées em Paris. Foi um escândalo sem par na história da música. O público ficou furioso. A crítica considerou um massacre musical; logo depois um imenso sucesso, e atéhoje é a obra mais conhecida de Stravinsky (1872-1929).

   Obra difícil, perigosa, experimental atéhoje. O furioso movimento polirrítmico das danças, as dissonâncias da escritura cromática e politonal do extrato musical dos novos tempos.

   A composição de Igor Stravinsky coreografada por Vaslav Nijinsky na Rússia no século XIX, atualizada com brilho por Ismael Ivo remete ao primitivo despertar do mundo com os primeiros sons e movimentos na face da terra.

   Anos atrás no Teatro Alfa o balé da saudosa bailarina e coreografa Pina Bausch apresentou a encenação da Sagração da Primavera trazendo na bagagem 300 quilos de terra vermelha esparramada no palco onde se realizava a dança; Ismael Ivo em sua nova encenação no "stage" do Teatro Municipal usou 650 mil pétalas artificiais de veludo que caem e enchem de beleza o palco onde os dançarinos dançam.

   No prólogo os bailarinos executam a performance ao som de Fire and Frost Pattern (Fogo e Geada) de Andreas Bick, por meio da composição é possível ouvir sons que remetem as atividades vulcânicas e o degelo que cobriram os primórdios do mundo.

   O Balé da Cidade de São Paulo que tem Ismael Ivo como seu diretor artístico e coreografo está no apogeu da dança contemporânea, no mundo da arte dos movimentos, da flexibilidade, que leva o espectador a esquecer a fragilidade, a pobreza congênita do seu próprio invólucro corporal.

   Avaliando a brilhante encenação coreográfica de Ismael Ivo então jovem bailarino no Brasil partia para Europa para aprofundar seus estudos de dança na Alemanha e Áustria vindo à se tornar celebre e requisitado para os melhores corpos de dança do continente europeu.

   Notório que todo bailarino tem por ambição criar, conceber coreografias. A concepção de Ismael Ivo da Sagração da Primavera para o Balé Cidade de São Paulo está no nível dos mais famosos coreógrafos da atualidade como Jean-Christophe Maillot, Jiry Killian e diretores artísticos do ImPulsTanz de Viena.

   O corpo de baile brasileiro está à altura dos maiores conjuntos de dança contemporâneos da atualidade.

   Admirável na encenação foi a iluminação tendo se revelado de alta técnica coadjuvante para elevação estética da inesquecível performance.

Serviço:

A Sagração da Primavera (Le Sacre de Printemps)

Obra musical: Igor Stravinsky

Regência: Roberto Minczuck

Coreografia: Ismael Ivo

Balé Cidade de São Paulo

Performance realizada no Teatro Municipal de São Paulo

Avaliação: Excelente

Monofest premia os melhores da 9ª edição do evento

Nas fotos a vencedora Natália Valéria, e os dois artistas escolhidos pelo Voto Popular: Bruno e Júlia (Foto Rogério dos Santos)

 

Os melhores colocados da 9ª edição do Monofest (Festival Amador de Monólogos) foram definidos na noite destedomingo, 7, no Teatro da Estação das Artes, em São João da Boa Vista.

O monólogo “Eu Preciso Falar”, encenado pela atriz Natália Valéria Silva, de Mogi Mirim (SP), venceu o festival. Componente da Companhia Vidraça de Teatro, a artista recebeu o prêmio máximo de R$ 2.000,00. 

Em segundo lugar, ficou o ator João Luiz de Araújo Silva, de Poços de Caldas (MG), que exibiu o monólogo “Uma Coisa Vai Puxando a Outra”. O poços-caldense, que é integrante do grupo NucleArte, embolsou a quantia de R$ 1.500,00.

“Transbordar” terminou posicionado na terceira colocação. A encenação do ator Lino Bento, também do grupo NucleArte de Poços, rendeu a conquista de R$ 1.000,00.

Realizado pela Prefeitura de São João, sob a coordenação do Departamento de Cultura e produção da República das Artes (Marli Marques e Renata Cabrera), o Monofest reuniu 21 participantes de 6 cidades da região. Ao todo, foram três dias de exibições.

Puderam concorrer apenas artistas amadores com idade mínima de 18 anos e sem formação superior ou registro profissional emitido pela Delegacia Regional do Trabalho (DRT).

Os jurados Pedro Fontana e Bruna Betito, formados em Artes Cênicas, foram os responsáveis pela avaliação dos participantes. A cada exibição, a dupla transmitia orientações técnicas aos atores e atrizes.

Nosábadoedomingo, eles ministraram duas oficinas teatrais no período da tarde sobre os temas “Corpo a Corpo” e “Teatralidade Cômica”.

Nesta edição, os organizadores implantaram o quesito voto popular para estimular o público a decidir o ator ou atriz com melhor desempenho no festival.

Na oportunidade, houve empate técnico entre os monólogos “(In) Cômodo”, da atriz Júlia Montezano, do grupo NucleArte de Poços de Caldas, e “Eu Odeio Teatro”, interpretado por Bruno Batista, de Caconde (SP), representando o grupo Borandá.

Para o prêmio especial do júri pela qualidade do trabalho técnico também teve empate entre as atrizes Isabela Viana, do Núcleo de Pesquisa Teatral, e Julia Montezano, do Nuclearte.

Teatro em escolas foca respeito às diversidades


Durante o mês de abril, a Cia de Teatro Parafernália está realizando mais 10 apresentações do espetáculoA Mágica Carruagem de Inácio.A peça é patrocinada pela Renovias através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e tem como objetivo sensibilizar as crianças sobre acessibilidade de locomoção e respeito às diversidades, além de incentivar o hábito da leitura. A iniciativa integra as ações de sustentabilidade desenvolvidas pela concessionária, queadministra as rodovias atravésdo Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo e Artesp.

O espetáculo conta a história da menina Ângela, que adora ser chamada por seu apelido – Nina, e é uma criança cheia de energia e muita criatividade. Ângela ama os relatos que os livros trazem. Gosta tanto, que também escreve suas próprias histórias, sempre com muita imaginação. Aliás, imaginar é, sem dúvida, a brincadeira favorita de Nina.

A menina tem também um grande amigo, Flay, que é imaginário. Porém, Flay anda um pouco enciumado, pois Nina está muito envolvida com o personagem principal de sua mais recente história. O ciúme não é à toa. Nina está escrevendo sobre o menino Inácio, que se tornou seu grande amigo. Inácio é um menino cheio de vida e adora viver e brincar. No entanto, sua deficiência física o impedia de viver plenamente, até o dia em que Inácio ganhou a sua carruagem mágica e, assim, pode mostrar toda sua força e fazer a diferença.

O elenco é formado pelos atores Gabriely Simoso, Guilherme Santos e Rodrigo Rocha. A direção do espetáculo e cenário são de Alexandre Souzah. A coordenação geral é de Andréia Nunes e Viviane Casteliani, com produção geral de João Paulo Vital e produção de elenco de Jéssica Eduarda.

Neste mês de abril a peça será encenada em várias cidades da região. Em São João da Boa Vista será no dia 11 de abril, às 10h00, na EMEB Adélia Jorge Adib Nagib.

Oficina gratuita de figurino para teatro e cinema na Estação das Artes


Na quarta-feira da próxima semana, dia 10 de abril, das 18 às 22h00, acontece no Teatro da Estação das Artes, está marcada uma oficina gratuita com o tema “Figurino: Luz, Câmera, Ação!”. A iniciativa é uma parceria entre Pontos MIS (Museu da Imagem e do Som) e o Departamento Municipal de Cultura.

Maria Cecília Amaral, figurinista, diretora de arte e artista educadora vai orientar a oficina e apresentar e desenvolver diferentes processos de criação e construção de figurinos, partindo da análise de produções audiovisuais, como curtas metragens, publicidade, reality shows e obras cinematográficas.

São oferecidas 20 vagas (interessados a partir de 14 anos de idade) gratuitas. Os participantes vão ter orientação sobre os principais conceitos e características que envolvem a criação de figurinos: pesquisa de referências e materiais, apresentação visual por meio do croqui, estudo e decupagem do roteiro.

 Na oficina, os alunos são orientados a exercícios práticos na construção de figurinos a partir da transformação, customização e envelhecimento de peças.

 As inscrições podem ser feitas atéterça-feira,9 de abril, no Departamento de Cultura, localizado no Largo da Estação.

Maria Cecília do Amaral

Maria Cecília Amaral é figurinista, diretora de arte e artista educadora. Bacharel em Design de Moda pela Universidade Anhembi Morumbi e com especialização em Cenografia e Figurinos pelo Centro Universitário Belas Artes. Atua na direção de arte e como figurinista do Coletivo de Cinema Transformar, desde 2010. Figurinista da Web Série “Trailers do Cotidiano” e dos Curtas-metragens “A Cartomante”, “Sonhos de Liberdade”, “Café sem açúcar” e “A Igreja do Diabo”, bem como das peças “O Pequeno Príncipe”, “Um Brinde à América”, “DomQuixote”, “Um Sonhador Arretado” -- (cujo trabalho foi publicado como MENÇÃO HONROSA no Livro Traje de Cena, Traje de Folguedo em 2014), “Sonhos de uma noite de Verão”, “Francisco de Assis”, entre outros trabalhos.

Concerto Didático com a Orquestra de Câmara Vereda Cultural

Espetáculo cultural no Theatro Municipal nesta quinta-feira, às 15h00

A Orquestra de Câmara Vereda Cultural, antiga Stravaganzza, tem como missão difundir a música instrumental em cidades do interior através de concertos gratuitos e acessíveis, preservando o legado de grandes compositores. Desde 2015 a Orquestra é mantida pela Associação Vereda Cultural, através de patrocínios, doações e desenvolvimento de projetos por leis de incentivo à cultura.


Com “Concerto Didático”, a Vereda Cultural tem por objetivo atrair crianças e jovens estudantes, para transmitir um pouco mais sobre compositores como Mozart, Vival, e outros, e assim permitir que eles conheçam o mundo da música clássica. No espetáculo do dia 4 de abirl, um ator estará vestido como Vivaldi e vai interagir com a platéia e aproximar o público da orquestra.
Uma convidativa imersão no mundo musical que contribui na formação do ouvinte, proporcionando e formando público para a música instrumental. 

“Concerto Didático” é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Lei Estadual de Incentivo à Cultura – PROAC ICMS, que tem o apoio do Departamento Municipal de Cultura.

DIRETOR ARTISTICO

A direção artítica da Orquestra de Câmara Vereda Cultural é de André Russo, formado no curso técnico de piano erudito aos 16 anos pelo Conservatório Beethoven.  Aos 18 anos iniciou seu bacharelado em regência na FAAM, onde teve como professores Abel Rocha, Naomi Munakata, Eduardo Fernandes, entre outros; durante o período na faculdade foi coralista do Colegium Musicum de São Paulo, monitor do curso de rítmica da FAAM, e professor de piano e teoria no Conservatório Beethoven e outras escolas de São Paulo.  Participou de diversos festivais de música pelo Brasil e Europa; foi Maestro dos coros universitários da UNIP entre 2008-2010, Maestro dos coros da Catedral Evangélica de São Paulo de 2012-2015, Maestro do Coro de Câmara SoArte de 2013-2015, organizador do Festival de Música Sacra de São Paulo de 2013-2014 e Maestro da Orquestra educacional SoArte (Eliseu Cremm) de 2014-2015. 

REPERTÓRIO

Na apresentaçãoi de sta quinta-feira, o repertório inclui “Concerto para Cordas em Dó Menor”, de Vivaldi”; “Divertimento em Ré”, de Mozart; “Mourão”, de César Guerra Peixe; “Up Town Funk”, de Bruno Mars; Believer, de Imagine Dragons; e “A Bela e a Fera”. 

MÚSICOS

No palco estarão 16 músicos de São João da Boa Vista, Poços de Caldas, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Tapiratiba, São José do Rio Pardo, Campinas, Engenheiro Coelho e Jaguariúna. No palco, eles são distribuídos em 7 violinos, 3 violas, 2 violoncelos, 1 contrabaixo, 1 teclado e 1 fagote, mais a regência do maestro. 

Entrada gratuita.

Documentário sobre Inezita nos cinemas

Foto Luciano Piva Cedoc FPA

Realizado em 2018 pela equipe daTV Culturaem parceria com o instituto Itaú Cultural, o documentário Inezita estreiou nesta quinta-feira (28/3) em circuito nacional.Dirigido pelo jornalista e diretor Helio Goldsztejn, com roteiro de Fabio Brandi Torres, o filme homenageia a dama da música de raiz e apresentadora doViola, Minha ViolaInezita Barroso(1925-2015).

A parceria entre a TV Cultura e o Itaú Cultural se iniciou na sequência da Ocupação InezitaBarroso, realizada pelo instituto em 2017, e teve a sua primeira exibição na 42ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo (MIC). O filme apresenta a história da cantora que desafiou família, preconceitos, a própria época em que começou a carreira e até o universo de um gênero musical. Inezita venceu várias batalhas ao longo da vida e sempre carregou a bandeira da preservação da música de raiz, abrindo caminho para que outras mulheres também pudessem cantar e tocar viola. Sehojea presença feminina é cada vez maior na música caipira, muito deste mérito se deve a ela.

Inezita somou mais de 60 anos de carreira – quase 35 deles à frente do Viola, Minha Viola, programa que se tornou espaço único de defesa da música caipira. Como apresentadora, comprou várias brigas por admitir apenas a presença de artistas que procuravam manter a tradição do gênero musical que abraçou. Não admitia, por exemplo, baterias e teclados no palco da atração.

À sua jornada na televisão e às apresentações musicais como cantora, Inezita Barroso somou outras atividades: foi atriz de cinema – tendo ganhado o Prêmio Saci de Melhor Atriz de 1955, dirigida por Alberto Cavalcanti –, pesquisadora, folclorista, radialista e professora universitária. Poucos sabem, mas em sua trajetória de cantoria, ela não foi motivada somente pela música caipira, mas também pelo samba. Para Paulo Vanzolini, foi a melhor intérprete do gênero no País.

Participaram do documentário com depoimentos sobre Inezita as atrizesRuth de Souza,Nicette BrunoeEva Wilma, o atorAry Toledo, o violeiro Paulo Freire, que foi o curador da Ocupação Inezita Barroso, o musicólogo e jornalista Zuza Homem de Mello, o jornalista José Hamilton.

Três eventos culturais e um workshop no final de semana


 

 

Neste próximo final de semana são três espetáculo gratuitos e um worshop que marcam eventos culturais em São João, com atrações no Theatro Municipal e na Estação das Artes.

O “Resgate da Boa Música” sugere um show de qualidade no Theatro Municipal na noite desexta-feira,29 de março, às 20h30. O cantor mineiro Paulo Edson promete uma exibição marcante com clássicos inesquecíveis.

Com apoio do Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal, a entrada para o show é gratuita.  O artista selecionou 15 canções conhecidas do público, entre elas “A Volta do Boêmio”, “Gente Humilde” e “El Dia Que Me Quieras”.

Pela terceira vez no Theatro, o cantor solta a voz acompanhado de uma banda formada pelos músicos Henrique Borges (saxofone e flauta), Gustavo Mérida (piano e arranjos) e Henrique Fernandes (violino), mais a participação de convidados. Bancário aposentado, atualmente pecuarista, Paulo Edson Alves nasceu em Piumhi (MG). Ligado à música desde a infância, o artista teve a oportunidade de integrar grupo de cantores (corais).

NA ESTAÇÃO DAS ARTES

A cantora Simone Guimarães, que já teve música em trilha sonora de novela da TV Globo, vem a São João da Boa Vista na noite de sábado,30 de março, para interpretar o show “Estação Brasileira”, marcado para às 21h, no Teatro da Estação das Artes. A entrada é aberta ao público.

Definido como “Estação Brasileira”, o show faz parte de um projeto que marca os 20 anos de atuação musical da cantora paulista, nascida em Santa Rosa do Viterbo. Inspirada no Clube da Esquina e Som Imaginário, movimentos surgidos em Minas Gerais. Nesta exibição, a cantora convida ao palco os artistas mineiros Jucilene Buosi e Wolf Borges, e o paulista Albano Sales para participações especiais.

O repertório reúne canções de Simone com importantes nomes da MPB, além de composições e parcerias com Albano e Wolf, e interpretações únicas de outros renomados autores.

No show, o público tem a oportunidade de prestigiar canções com performances vocais que dão roupa nova a obras como “Mandu” (de Marcos Mesquita), “Rio Paraná” (instrumental de Olmir Stocker), “Imagina” (Tom/Chico), além de referências dos mineiros do Clube da Esquina.

O show “Estação Brasileira” acontece em São João, no Teatro da Estação das Artes, localizado à Praça Rui Barbosa, 41, Largo da Estação, com capacidade para 170 espectadores.

NOTURNO EM MI MENOR

E no domingo, 31 de março tem mais um espetáculo gratuito no Teatro Estação das Artes, às 18h00. O espetáculo é “Noturno em Mi Menor”, evento via Proac e Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, em parceria com a Diretoria de Cultura de São João.

O espetáculo da SubverCia, companhia de teatro sediada em Araraquara, retrata os últimos dias de uma mulher trans, nascida “Alfredo” e pai biológico de Benjamin, que não aceita a condição transgênero de Daphne, nome social de seu pai.

O conflito se desenrola no quarto de hospital, onde Daphne relembra sua vida ao lado de seu filho, trazendo à tona as dificuldades, o preconceito, o caminho imposto para a marginalidade por se mostrar diferente do que é considerado padrão ou “normal”.

“Noturno em Mi Menor” fala sobre a solidão LGBT, muitas vezes presente no próprio núcleo familiar.

WORKSHOP

Além do espetáculo, no dia 30 de março, às 18h00, também no Teatro Estação das Artes, será ministrado o workshop sobre o corpo do ator para a encenação com base na técnica de Klauss Vianna de preparo corporal. São 30 vagas para interessados maiores de 18 anos, e as inscrições devem ser realizadas no Departamento de Cultura.

Paulo Edson faz show no Theatro Municipal e Simone Guimarães na Estação das Artes

 

Dois eventos culturais vão marcar o próximo final de semana, com atrações no Theatro Municipal e na Estação das Artes.

O “Resgate da Boa Música” sugere um show de qualidade no Theatro Municipal na noite desexta-feira,29 de março, às 20h30. O cantor mineiro Paulo Edson promete uma exibição marcante com clássicos inesquecíveis.

Com apoio do Departamento de Cultura da Prefeitura Municipal, a entrada para o show é gratuita.  O artista selecionou 15 canções conhecidas do público, entre elas “A Volta do Boêmio”, “Gente Humilde” e “El Dia Que Me Quieras”.

Pela terceira vez no Theatro, o cantor solta a voz acompanhado de uma banda formada pelos músicos Henrique Borges (saxofone e flauta), Gustavo Mérida (piano e arranjos) e Henrique Fernandes (violino), mais a participação de convidados. Bancário aposentado, atualmente pecuarista, Paulo Edson Alves nasceu em Piumhi (MG). Ligado à música desde a infância, o artista teve a oportunidade de integrar grupo de cantores (corais).

NA ESTAÇÃO DAS ARTES

A cantora Simone Guimarães, que já teve música em trilha sonora de novela da TV Globo, vem a São João da Boa Vista na noite desábado,30 de março, para interpretar o show “Estação Brasileira”, marcado para às 21h, no Teatro da Estação das Artes. A entrada é aberta ao público.

Definido como “Estação Brasileira”, o show faz parte de um projeto que marca os 20 anos de atuação musical da cantora paulista, nascida em Santa Rosa do Viterbo. Inspirada no Clube da Esquina e Som Imaginário, movimentos surgidos em Minas Gerais. Nesta exibição, a cantora convida ao palco os artistas mineiros Jucilene Buosi e Wolf Borges, e o paulista Albano Sales para participações especiais.

O repertório reúne canções de Simone com importantes nomes da MPB, além de composições e parcerias com Albano e Wolf, e interpretações únicas de outros renomados autores.

No show, o público tem a oportunidade de prestigiar canções com performances vocais que dão roupa nova a obras como “Mandu” (de Marcos Mesquita), “Rio Paraná” (instrumental de Olmir Stocker), “Imagina” (Tom/Chico), além de referências dos mineiros do Clube da Esquina.

Com 10 CDs, o currículo de Simone registra relevantes trabalhos. Em 1997, por exemplo, a artista lançou pelo selo Tiê Musical (RJ)o CD "Cirandeiro ", que conquistou a crítica e o meio musical brasileiro. O material ganhou duas indicações para o Prêmio Sharp (melhor cantora e melhor arranjo).

O CD apresentou três faixas que foram parar em novelas: "Cirandeiro", que entrou para a trilha de "A Indomada", da TV Globo, e "Brincadeira de Coroar", e "Estrela do Meu Bem Querer", ambas de sua autoria (a última em parceria com Cristina Saraiva), que integraram a trilha de "Serras Azuis", da TV Bandeirantes.

O show “Estação Brasileira” acontece em São João, no Teatro da Estação das Artes, localizado à Praça Rui Barbosa, 41, Largo da Estação, com capacidade para 170 espectadores.