Sex02282020

Last update02:32:35 PM

 


Back Você está aqui: Home Cultura

Cultura

Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia”

Foto  Rodrigo Frota

 

 

As apresentações acontecem na lona montada no estacionamento do Mooca Plaza Shopping a partir do dia27 de setembro

 

Senhoras e senhores, preparem-se para uma grande viagem ao divertido universo de magia e fantasia do Circo dos Sonhos. No dia 27 de setembroinicia a temporada do espetáculo Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia,.que será apresentado no Mooca Plaza Shopping até 03 de novembro. Dirigido por Rosana Jardim, o espetáculo traz à cena uma aventura fantástica num reino mágico cheio de ação e encantamento, com performances de grande impacto e números circenses de báscula, contorção, rola, malabares, monociclo, equilíbrio no arame, tecido aéreo, faixa e muita palhaçada. 

Pensando em resgatar os aspectos lúdicos da garotada, o Circo dos Sonhos levará ao picadeiro a história de uma criança que não desgrudava um só minuto do videogame, até o aparelho entrar em curto circuito e sua tela dar lugar a um portal, que a leva à fronteira da realidade e da ilusão: o Mundo da Fantasia. Depois de ultrapassar esse portal, a menininha Ly é recepcionada pelos palhaços, que como bobos da corte, apresentam a ela aquele reino encantado. Toda a ação do espetáculo acontece em um castelo, onde um show de surpresas com personagens, figurinos e cenários que povoam os contos infantis são  exibidos ao público. Reis, rainhas, príncipes, princesas, sapos, bruxas e fadas são representados por competentes e renomados artistas circenses, que surpreendem a todos com muita força, graça e destreza nas suas performances inéditas.“Esse é um espetáculo criado para toda a família com muito carinho. Um espetáculo lúdico que oferece aos adultos a oportunidade de voltarem a ser crianças. O programa ideal para a criançada!”– Afirma o ator Marcos Frota, Embaixador do Circo dos Sonhos.

 

SERVIÇO

O QUÊ:Circo dos Sonhos no Mundo da Fantasia

QUANDO: Estreia dia 27 de setembro- Temporada até 03 de novembro

HORÁRIOS:Terças a sextas, às 20h // Sábados, domingos e feriados às 16h, 18h e 20h

ONDE:Rua Capitão Pacheco e Chaves, 313 - Mooca Plaza Shopping

QUANTO: Setor Lateral - R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada)* // Setor Frontal - R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia entrada)* // Setor VIP - R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia entrada) *

*Valor da meia entrada para crianças de 02 a 12 anos, estudantes e pessoas com mais de 60 anos.

VENDAS: Bilheteria do Circo - deterça a sexta, das 13h às 20h // No sitewww.circodossonhos.com(o site promove preços abaixo do praticado para apresentações deterça aquinta)

LOTAÇÃO: 800 Lugares

CLASSIFICAÇÃO: Livre

DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 01h40

MAIORES INFORMAÇÕES: 11 2076 0087 - www.circodossonhos.com

“O Inoportuno” visto pela ótica de Harold Pinter

O jornalista reputou a encenação da peça teatral "O Inoportuno" (The Caretaker) ora em cartaz em São Paulo como um dos trabalhos teatrais mais importantes do ano.

A encenação reúne o que há de melhor em teatro. O texto da peça, de autoria de Harold Pinter (1930-2008), que a escreveu em 1959 e estreou em Londres no ano seguinte com enorme sucesso.

Pinter foi influenciado por Samuel Beckette e Franz Kafka. O Nobel da literatura que lhe foi concedido em 2005 o levou ao pináculo da fama. Foi um dos mestres do teatro do absurdo que envolve a impossibilidade da comunicação abrangendo personagens marginais e solitários.

O diretor Ary Coslov habilmente convidou três excelentes atores Daniel Dantas, André Junqueira e Well Aguiar para interpretarem personagens num cotidiano de vida onde reina amor e ódio, pena e repulsa, solidão e tristeza.

Coslov esmerilha fundo às emoções, angústias e fragilidades do ser humano. Visto por outro ângulo, não como vimos da primeira vez, a relação dos três personagens se mostra patológica. Nítida constatação de um quadro de bipolaridade esta calcada em "High and Downs" (altos e baixos) do comportamento humano. Da ferocidade do relacionamento humano a ternura recíproca. Da agressão física ao acolhimento fraternal, do acolhimento ao lar à expulsão à sarjeta.

Loucura com forte carga dramática, mas sem abdicar do humor. O espetáculo atinge o coração e a mente do espectador e deixa claro as mazelas humanas.

Não é atoa que o nível desta encenação foi fartamente premiada no ano de 2019. Ao final da representação aplausos emocionados do público em pé se mostraram prolongados.

Serviço:

Peça teatral: O Inoportuno (The Caretaker) O Zelador

Autor: Harold Pinter

Direção: Ary Coslov

Onde: Teatro Raul Cortez - (513 lug.)

R. Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista

Hor.: Sextas 21h./Sáb.21h.Dom.19h.

Quanto: R$ 90

Duração: 90m. - Gênero: Comédia dramática

Até: 29/09

Avaliação: Excelente

Erasmo Carlos ETA em “Paraíso Perdido – no Ponto MIS

Nesta terça-feira, dia 17 o Ponto MIS faz a teerceira exibição dos filmes do mês de setembro. Em cartaz, “”Paraíso Perdido”, com exibição às 19h30, na Sala Dilo Gianelli no Theatro Municipal. Entrada gratuita.

Paraíso Perdido é um clube noturno gerenciado por José (Erasmo Carlos) e movimentado por apresentações musicais de seus herdeiros. O policial Odair (Lee Taylor) se aproxima da família ao ser contratado para fazer a segurança do jovem talento Ímã (Jaloo), neto de José e alvo frequente de homofóbicos, e aos poucos o laço entre o agente e o clã de artistas românticos vai se revelando mais e mais forte - com nós surpreendentes.

No elenco, além de Erasmo Carlos, estão Júlio Andrade,Humberto Carrão,Marjorie EstianoHermila GuedeseMalu Galli, além de JalooeSeu Jorge. O longa venceu o Grande Prêmio Brasileiro na categoria de Trilha Sonora.  

“A profissão da sra. Warren” pela ótica dos diálogos brilhantes de Bernard Shaw

Karen Coelho e Clara Carvalho dão vida às personagens centrais da trama escrita há 125 anos

 

A tragicomédia “A Profissão da Sra. Warren” começa numa casa de campo em Surrey, onde vive Vivie Warren, recém formada na Universidade de Cambridge, e reencontra sua mãe a quem pouco conheceu. A Sra. Warren enriquecera administrando uma rede internacional de bordéis, ao lado de seu sócio, Sir George Crofts, mas Vivie não sabe nada dessa sociedade.

Esse é o "plot" da peça que através de brilhante encenação absorve o espectador.

Em texto de envergadura de Bernard Shaw (1856-1950), um dos mais importantes dramaturgos da língua inglesa, autor de 60 peças, entre elas "César e Cleópatra", "Pigmalião", "A Milionária". Shaw encerrou sua carreira aos 94 anos: foi jornalista, romancista e crítico de música e teatro. O irlandês foi premiado com o Nobel da Literatura (1925), por "Santa Joana". Recebeu o Prêmio por instâncias de sua mulher, mas destinou toda a quantia recebida para a tradução e a difusão da obra de Henrik Ibsen por reconhecer a genialidade do autor escandinavo.

Shaw com ironia, mordacidade e sarcasmo situa em cena seus personagens com uma percepção inimaginável. No momento que Shaw analisa a relação de uma mulher da classe inferior com um aristocrata numa sociedade sórdida de exploração sexual zomba das instituições éticas e morais vitorianas. Em vitupérios sarcásticos expõe a hipocrisia reinante na Grã-Bretanha. 

Os personagens de Shaw são canalhas, ávidos por dinheiro. Frank Gardner (Caetano O'Maihian) averso ao trabalho tenta conquistar e casar com Vivie Warren (Karen Coelho) para herdar a herança de sua mãe; o aristocrata Crofts (Sergio Mastropasqua) que enriquecera nos negócios de bordéis cinicamente diz à jovem Vivie que case com ele, pois a enriquecerá; Reverendo Gardner que se enfada deterde preparar sermões semanalmente, aliás pai de Vivie, e temos o obeso Praed (Mario Borges) que conhece à palmo a velhacaria da família Warren.

A peça conta com segura direção de Marco Antonio Pâmio dirigindo um elenco do melhor naipe do atual teatro brasileiro, onde despontam a premiada atriz Clara Carvalho no papel da Sra. Warren. Uma mãe não presente na criação afetiva de sua filha. Passou uma vida sem relacionar-se com ela. Exaltada diz à jovem: "Paguei seus estudos nas melhores Universidades inglesas com meu dinheiro, agora na minha idade avançada você se recusa à cuidar de sua mãe?". Vivie diz: "Não me deste o que é mais precioso na vida que é o afeto".

Warren no final da existência sem a proteção da filha só tem um propósito adquirir cada vez mais dinheiro em seus sórdidos negócios. O final da peça não tem um "Happy End", mas um gosto amargo de vidas frustradas pela ganância do vil metal. As peças de Shaw são "Plays Unplesant" (Peças desagradáveis). A sátira do dramaturgo irlandês à sociedade inglesa é cortante como o fio da navalha na frágil pele humana.

Para sustentação de uma encenação de alto nível o diretor convidou o conhecido figurinista Fabio Namatame, na incidência de luz Caetano Vilela e em elaborado cenário Duda Arruk.

Serviço ao leitor:

A Profissão da Sra. Warren

Texto: Bernard Shaw

Idealização: Rosalie Rahal Haddad

Tradução: Clara Carvalho

Direção: Marco Antonio Pâmio

Onde: Teatro Aliança Francesa - Rua General Jardim, 182, Vila Buarque - 226 lugares

Quanto: R$ 50,00 (inteira) R$ 25,00 (meia) -sáb. edom. R$ (30,00 intR$ 15,00 (meia) -quinta,sextaesegunda- feiras.

Classificação: 12 anos - Duração: 100 min. - Gênero: Comédia Dramática

Prêmios: Aplauso Brasil - votação popular (melhor atriz para Clara Carvalho e melhor figurino para Fábio Nmatame) Indicações: Aplauso Brasil (melhor iluminação para Caetano Vilela) e APCA (Melhor Atriz para Clara Carvalho)

Até:30 de setembro

Avaliação: Excelente

“Fala Comigo” em cartaz no Ponto MIS


Nesta terça-feira, dia 10 o Ponto MIS faz a segunda exibição dos filmes do mês de setembro. Em cartaz, “Fala Comingo”, com exibição às 19h30, na Sala Dilo Gianelli no Theatro Municipal. Entrada gratuita.

O diretor e roteirista Felipe Sholl emFala comigo, tem como foco principal da trama a descoberta do amor do adolescente Diogo, vivido por Tom Karabachian, por Ângela, interpretada por Karine Teles, uma paciente de terapia de sua mãe Clarice, papel de Denise Fraga. Este relacionamento inusitado não se dá apenas pela diferença de idade entre o casal — ele tem 17 anos e Ângela, 43 —, mas também pela forma como se conhecem. O garoto tem o fetiche de ligar de madrugada para as pacientes de Clarice e ouvir o que elas dizem; sem uma palavra, ele ainda faz anotações e dá notas para cada uma. Com Ângela não foi diferente, mas um acidente faz com que eles se conheçam e iniciem uma tórrida relação amorosa, para desespero da mãe do garoto.

A primeira cena do filme é com Ângela, que acabara de se separar, recebendo um telefonema de madrugada; como do outro lado da linha ninguém falava, ela pensa se tratar de Otávio, seu marido que saiu de casa e a abandonou. Como a cena se repete, ela começa a se comunicar mesmo que não obtenha resposta. 

“A Cidade onde envelheço” no Ponto MIS


Nesta terça-feira, dia 3, o Ponto MIS inicia a programação de filmes para setembro. Todas as sessões acontecem às 19h30, na Sala Dilo Gianelli no Theatro Municipal com entrada gratuita.

O primeiro filme em cartaz em setembro é “A Cidade Onde Envelheço”, que conta a estória de uma jovem portuguesa que vive no Brasil e recebe em sua casa uma amiga com quem já não tinha contato. Surge uma profunda ligação entre elas: enquanto uma lida com a saudade irremediável de casa, a outra vive uma aventura em um novo país.

O filme tem direção de Marília Rocha. De personalidades quase antagônicas – Francisca (Francisca Manuel) gosta da solidão, é perfeccionista e mais séria, enquanto Teresa (Elizabete Francisca Santos) é espevitada e agitada -, elas de início se respeitam e, aos poucos, desenvolvem uma dinâmica mais próxima a partir da própria convivência e da compreensão das características da outra.

Bastante sensível, A Cidade Onde Envelheçoé um filme que fala sobre as opções de vida que assumimos, aquilo que nos tornou o que somos. Isto entremeado a situações brasileiras muito bem pontuadas, como a sinceridade malandra do divertidíssimo Neguinho (Wederson Neguinho), o cenário do rock alternativo em Belo Horizonte, o jogo de sinuca entre as amigas e a bela sequência pontuada pela canção deJards Macalé. Um belo filme, para ver e refletir.

Dois espetáculos no Theatro Municipal neste sábado, dia 31

No ultimo dia de agosto, sábado – 31 - haverá dois eventos no Theatro Municipal, No horário das 16h00, o público assiste “Clássicos Encantados”. O mundo mágico dos clássicos infantis será apresentado por grande elenco de bailarinos, atores e cantores, em mais de 70 figurinos e cenários incríveis. A peça viaja pelo universo das princesas Ariel, Bela, Cinderella, Rapunzel, Jasmine, Elsa, Anna, entre outros personagens de grandes filmes como o Rei Leão, A Pequena Sereia, Alladin, entre outros.

Os ingressos são de R$ 50,00 a R$ 120,00, e podem ser adquiridos antecipadamente na Livraria Grafitte

Também no sábado (31), mas no horário das 21h00, o espetáculo é Abba Experience In Concert. No palco a história musical de uma das maiores bandas de todos os tempos, interpretada em uma mega produção com mais de 30 integrantes, orquestra ao vivo e um sensacional ballet, além de quatro cantores que interpretam com maestria grandes hits mundiais como: 'Dancing Queen', 'I Have A Dream', 'The Winner Takes It All', 'Mamma Mia', entre outros.

Os ingressos são de  R$ 50,00 a R$ 120,00, e podem ser encontrados na Livraria Grafitte.

Exposição apresenta panorama de 70 anos da arte brasileira

Foto Rovena Rosa/Agência Brasil

Mostra será aberta ao público nesta terça-feira (27)

Nesta terça-feira (27) o Farol Santander exibe ao público, pela primeira vez, parte do acervo de obras de arte na exposição Contemporâneo, sempre – Coleção Santander Brasil. A exposição apresenta um panorama de 70 anos da arte brasileira e reúne um conjunto de pinturas, esculturas, desenhos, gravuras e fotografias. Os 64 trabalhos escolhidos em um acervo de duas mil obras estão divididos nas categorias Abstração, Retrato e Paisagem.

Uma das atrações na categoria Abstração é a obra nunca exposta do artista Bené Fonteles. Sem título, o trabalho foi criado em 1980. Já a obra mais antiga é a escultura de Victor Brecheret, Tocadora de Guitarra (1923). E a mais recente, uma pintura do artista Paulo Almeida, parte da série “Palimpsestos”. O processo criativo da obra envolve modificá-la a cada nova exposição.

Obras e espaço multimídia

Dentro das divisões estabelecidas pela curadoria, destacam-se artistas e suas respectivas obras: Abstração: Alfredo Volpi, Sem Título (1960); Tomie Ohtake, Sem Título (1978); Manabu Mabe, Voz da Selva (1969) Retrato: Di Cavalcanti, Mulata na Cadeira (1970); Milton Dacosta, Figura (1948); John Graz, Canoeiros (1975); Paisagem: Darel Valença, Sem título (1968); Candido Portinari, Cavalo, Casebre e Paisagem, (1959); Claudia Andujar, Conselho de homens Xicrin-Kayapo, Estado do Pará, Amazônia, 1966.

A exposiçãoterá, ainda, um espaço multimídia desenvolvido pela Rizoma Edições Digitais, onde os visitantes poderão interagir a partir de uma projeção na parede, com imagens desconstruídas das obras expostas. O público poderá alterar as formas e cores projetadas com seus próprios gestos e movimentos.

De acordo com Ricardo Ribenboim, um dos curadores da exposição, o título da mostra remete ao fato de que as obras foram adquiridas muito perto do período em que foram produzidas, refletindo a arte do momento da aquisição. Também curador da mostra, Agnaldo Farias explicou que já conhecia o acervo Santander que é quase inacreditável e também destacou o fato de as obras serem adquiridas no momento em que foram produzidas. Segundo ele, quem compra uma obra enquanto ela está sendo produzida está fazendo uma aposta.

Em cada uma das categorias, haverá uma obra representativa, destacada em projeto de acessibilidade, que disponibilizará relevos táteis e em alto contraste, legendas em braile e um áudio descrição. Os trabalhos contemplados no projeto são de Rubem Valentim, Sem título (1989); Klaus Mitteldorf, O Centro (2008) e Di Cavalcanti, Mulata na cadeira (1970). Outros destaques que já estiveram em mostras pelo Brasil voltarão a ser expostos ao público, como a pintura Equilíbrio (1967), de Iberê Camargo e a tela Baile No Campo (1937), de Cícero Dias.

O Farol Santander está localizado em São Paulo, na Rua João Brícola, 24, Centro.

Exposição A Arte de Elifas Andreato na Música Brasileira

          

Autor de uma das mais importantes séries de obras iconográficas das principais referências da música brasileira, o artista plástico Elifas Andreato tem uma intensa produção construída ao longo dos últimos 50 anos, sempre refletindo seu engajamento por mais acesso à cultura e à educação, à construção da cidadania e à mais ampla defesa dos diretos humanos. Um recorte do seu trabalho compõe a exposição A Arte de Elifas Andreato na Música Brasileira, com curadoria de Emanoel Araujo, reunindo retratos de gente como PixinguinhaPaulinho da ViolaMartinho da VilaCartolaGilberto GilClara NunesClementina de JesusTim Maia,Milton NascimentoCrioloJoão Bosco, entre outros. A seleção de obras inclui originais (alguns deles nunca antes expostos) e algumas reproduções, como o cartaz para os 50 anos da Semana de Arte Moderna.

A abertura da exposição na tarça-feira, 20 de agosto, no Museu Afro Brasil, foi marcada por um encontro entre Paulinho da Viola e Martinho da Vila.

Trabalhos fundamentais como Batuque na Cozinha (1972, nanquim em papel, serigrafia, 30cm x 30cm), imagem marcante de um dos momentos mais gloriosos de Martinho da Vila, e Nervos de Aço( 1973, acrílica sobre tela, 40cm X 70cm), inesquecível retrato de Paulinho da Viola, dividem espaço com obras como Espiral de Ilusão (2017, acrílica sobre tela, 1m X 1m) e Canto do Vento( 2019, acrílica sobre tela, 30cm X 30cm) feitos, respectivamente, para Criolo Fabiana Cozza, revelando um Elifas muito atual, inquieto, sempre curioso e aberto a novas experimentações.

Outra obra das mais emblemáticas de Elifas,Clementina(1979, acrílico sobre tela, 60cm X 60cm), produzida há 40 anos, terá seu original exibido pela primeira vez ao público. Entre as reproduções expostas, destaque também para a antológica capa do disco Clementina e Convidados (que contou com a participação deAdoniran Barbosa, Carlinhos Vergueiro, Clara Nunes, João Bosco, Martinho da Vila e Roberto Ribeiro) e o cartaz do lendário show Tendinha (de Martinho da Vila com Samba 7, Rui Quaresma e Neoci, dirigido por Fernando Faro).

 

SERVIÇO

Exposição: A Arte de Elifas Andreato na Música Brasileira

Período: até 5 de outubro de 2019

Museu Afro Brasil

Parque do Ibirapuera, Portão 10

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, São Paulo – SP

Visitação: de terça a domingo, das 10h às 17h

Entrada franca