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Cultura

A Floresta Encantada, espetáculo infantil será encenado no Teatro Estação das Artes

Foto Ilustração

Peça infantil de Luis Felipe Ribeiro com direção de Sônia Gonçalves será apresentada no dia 5 de maio, às 18h00, no Teatro Estação das Artes (no Largo da Estação).

O autor mostra no palco o Duende Astoufo regando o jardim como as fadas pediram, e encontra a Joaninha, que lhe conta o plano das bruxas, e assim é providenciada uma reunião, mediada pela Mãe Natureza, para resolverem o futuro da Floresta Encantada.

No elenco estarão no palco os atores: André Gonçalves dos Santos, Eduardo Damaglio, Elivelton Moniz (Estefany Moniz),  João Gabriel Marques, Kaique Honorato, Ludieny Brenda, Luís Felipe Pereira,  Rafaela Santana, Tânia Soares, Thales Soares e Victoria Menon.

O valor do ingresso é de R$ 8,00.

“A Queda” mostra um homem se desfazendo de tudo que compõe sua história

   No teatro o monólogo é indubitavelmente a mais difícil arte de representação em cena. O ator está só no palco recitando o texto. Nas peças coletivas há sustentação para manutenção de equilíbrio cênico. 

   Assim o jogo entre ator e o público nesta peça analisada demonstrou empatia de alto padrão na proposta da produção artística.

   O Teatro de Perto apresentou um novo projeto de criação com a montagem do espetáculo “A Queda”, texto e atuação de Marcello Airoldi.

   Esse monólogo aponta aspectos muito íntimos do ser, desvendando segredos de espírito e simbologias provocando no público reflexões de preconceitos e reflexões de temas como machismo, questões ancestrais, assim como questionamentos sobre a religiosidade.

   “A Queda” é a trajetória de um homem simples que precisa se desfazer de tudo que não serve mais. Antes de perder tudo o que possui, ou tudo o que seu corpo e espirito carregam, como sensações, sentimentos, religião, conceitos, pressente que vão desaparecendo.

   Este homem num mergulho seminal desde suas origens míticas assume as rédeas de sua vida e revê, ponto a ponto, todos os acontecimentos passados e futuros, reconhecendo que somos sós ao nascer e sós a morrer. Uma narração para refletirmos sobre a vida e morte.

   Marcello Airoldi só no palco em cenário sóbrio se destaca por uma interpretação de cunho artístico elevado. Gestual consonante com o texto, dicção clara acentuam a dramaticidade do que está a contar. Seus meneios, sua face por vezes aflitivas ante a queda inevitável levam o espectador a concluir ser nossa vida composta do nascer-viver-morrer no espaço/tempo à nós destinada. O último estágio do homem é a fragmentação psíquica corporal, a desintegração dos órgãos, a cessação da potência sexual.

   Marcação espacial e direção segura do diretor Nelson Baskerville conduz o espetáculo à  rara representação de um monólogo com sucesso e agrado do público que ao final brindou o ator com longos e demorados aplausos.

   Sustentação da performance está bem amparada pela incidência da luz sobre o ator de autoria de Rodrigo Damas, o refinado score musical foi elaborado por Baskerville. de Marcello e seu irmão Enrico.

   

Serviço:

“A Queda.”

Texto e atuação: Marcello Airoldi

Direção: Nelson Baskerville

Figurino: Marichilene Artisevskis

Assessoria de Imprensa. Morente Forte Comunicações.

Onde: SESC Pompéia - Espaço Cênico

Rua Clélia, 93

Quintaàsáb. 21,30h/dom.18,30h.

Ing. R$20 - Dur. 60 min. - Monólogo

Até:05 de maio

Avaliação: Excelente

Exposição "Os anos em que vivemos em perigo" revisita a atmosfera conturbada dos anos 1960

Os anos 1960 foram marcados por movimentos de contestação em vários países do mundo, por motivos diversos – sistemas educacionais, costumes, repressão política, contestação de guerras. No Brasil não foi diferente e, a despeito da censura imposta por um regime de exceção, houve no período uma intensa produção artística, que retratou a atmosfera de tensão e riscos da época.

 Para revisitar esse contexto, especificamente o período de 1965 a 1970, o Museu de Arte Moderna de São Paulo exibirá, entre 30/04 e 28/07, a exposição “Os anos em que vivemos em perigo”, quetraz um recorte da coleção focado na segunda metade da década de 1960, um período plural da arte brasileira, que foi fundamental para o desenvolvimento de nossa produção até os dias atuais.Tal cenário transformou o antropofágico caldeirão cultural do país, no mesmo momento em que acontecia a reestruturação do MAM que, em 1969, teve sua nova sede inaugurada, resistindo aos tempos e chegando até o momento atual em que celebra seus 70 anos de história.

 Com curadoria de Marcos Moraes, a exposição reúne desde a tendência pop até obras de filiação surrealista, muitas das quais exprimindo as inquietações sociais e comportamentais que marcaram aquela época.São ao todo 50 obras de artistas como Antônio Henrique Amaral, Anna Maria Maiolino, Antônio Manuel, Cláudio Tozzi, Maureen Bisilliat, Wesley Duke Lee, entre outros.

 Pinturas, xilogravuras, fotografias e objetos foram selecionados para apresentar imagens associadas ao ambiente cultural vigente como as manifestações, greve, censura, utopia, repressão, desejo e identidade brasileira - um apanhado que apresenta a potencialidade da ampliação de horizontes produzida pela vanguarda brasileira nesta época. A ação educacional do museu também contribuirá para oferecer aos espectadores oportunidades de pensar sobre a cultura daquela década, oferecendo atividades estimulantes que complementam a experiência da visita ao MAM.

Serviço: Exposição Os anos em que vivemos em perigo

Data:de 30/04 a 28/07/2019

Local:Museu de Arte Moderna de São Paulo

Endereço:Parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - Portões 1 e 3)

Horários:Terça a domingo, das 10h às 17h30 (

Classificação indicativa:Livre

Ingresso:R$ 7,00. Gratuidade aos sábados. Gratuidade para menores de 10 e maiores de 60 anos, pessoas com deficiência, sócios e alunos do MAM, funcionários das empresas parceiras e museus.

Agendamento gratuito de visitas em grupo pelo tel. 5085-1313 

Espetáculos gratuitos sobre a obra de William Shakespeare

 

O Instituto Shakespeare Brasil, em parceria com a companhia de teatro Cena IV-Shakespeare Cia., para comemorar o 455º aniversário de William Shakespeare encena espetáculos gratuios que fizeram sucesso no 28º Festival de Curitiba, o maior festival de teatro do Brasil. As apresentações são baseadas em histórias escritas por William Shakespeare, e os eventos têm o apoio do Departamento Municipal de Cultura.

Nesta quinta-feira, dia 25 são dois os eventos programados. A peça infantil “A Fada e o Encantador de Sonho” será encenada em dois horários no Teatro Estação das Artes (Largo da Estação): 10 e 14h00. O espetáculo com diferentes temas sobre o desenvolvimento e as relações humanas, traz importantes reflexões para crianças e jovens.

Também no Theatro Estação das Artes no dia 25 de abril, às 20h00, o prof. Dr. Ronaldo Marin ministra a palestra: Sobre o Tempo e a Consciência. A apresentação aborda também sobre a metodologia teatral usada por seu grupo, o Cena IV-Shakespeare.

FIM DE SEMANA

A comédia “A Megera Domada” será apresentada no Teatro Estação das Artes no dia 26 de abril, sexta-feira, às 20h30.

No sábado, dia 27, “O Mundo É Um Palco”  será apresentado no Fonteatro Emilio Caslini. O show busca apresentar a obra de William Shakespeare para plateias que nunca a viram e também para seus grandes fãs.

A diretora artística da Cena IV-Shakespeare Cia., Zeza Freitas, ressaltou a importância cultural destes eventos na cidade. “São João é a única cidade do interior que tem uma programação voltada a comemoração do aniversário de William Shakespeare, por isso muitos atores das capitais, como São Paulo e Curitiba, consideram São João como a cidade de Shakespeare. Estamos há 15 anos fazendo espetáculos para comemorar o aniversário do autor, o que é muito importante para a cultura da cidade já que Shakespeare focava em falar sobre e com o ser humano”.

 

As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão no Teatro SESI-SP

Foto: Priscila Prade

Com Amanda Acosta, Marco França, Vera Zimmermann, Carol Badra, Luciana Lyra, Rebeca Jamir, Jessé Scarpellini, Marcelo Boffat, Milton Filho, Pedro Arrais, Carol Costa, Badu Morais, Eduardo Leão no elenco,As Cangaceiras, Guerreiras do Sertãoé uma fábula inspirada nas mulheres que seguiam os bandos nordestinos, que atuavam contra a desigualdade social da região.

Omusical, que fica em cartaz noTeatro do Sesi-SPde25 de abril a 4 de agosto, conta a história de um grupo de mulheres que se rebelam contra mecanismos de opressão que encontravam dentro do próprio Cangaço, e encontram, umas nas outras, a força para seguir. Além de reflexões sobre o con ceito de justiça social que o Cangaço representava, o espetáculo também reflete sobre as forças do feminino nesse espaço de libertação e sobre a ideia de cidadania e heroísmo.

Além dos atores cantarem em cena, o espetáculo trazcinco músicospara completar a parte musical (baixo, violão, guitarra, violoncelo e acordeão). Texto e música se misturam, palavra e canto se complementam, como se tudo fosse uma única linha dramatúrgica.

A TRAMA

O enredo começa quandoSerena(personagem deAmanda Acosta) descobre que seu filho, que ela acreditava tersido morto a mando do marido,Taturano(personagem deMarco França), está vivo. Ela, então, larga seu grupo do Cangaço, chefiado por Taturano, para partir em busca de seu bebê. Neste momento ela não tem a dimensão de que sua luta para encontrar o filho se tornará uma luta coletiva, maior que seu problema pessoal. Outras mulheres que formavam o bando se engajam nessa batalha, além de futuras companheiras que cruzam seu caminho.

Serviço:
As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão
Temporada:de25 de abrila4 de agosto
Horários: quintaasábadoàs 20h;domingo, às 19h
Local: Teatro do Sesi-SP – av. Paulista, 1313 (em frente à estação Tr ianon-Masp do Metrô)
Duração do espetáculo:120 minutos
Classificação indicativa:12 anos

Sóror” analisa fraternidade entre mulheres

   Sororidade, ou fraternidade entre as mulheres, é um dos pilares que fundamenta a luta pela igualdade do sexo feminino.

   “Sóror”, ou irmã, coloca lado a lado as duas figuras femininas e polarizadas da gênese judaica-cristã: Eva, a oficial, e Lilith, a oculta.

   O patriarcado foi muito eficaz em difamar certas facetas do feminino em nome de moralizar as mulheres e torná-las incapazes de acessar seu próprio poder. Puta ou santa, indecente ou respeitável, vulgar ou nobre, mãe capaz ou incapaz, são antíteses desagregadoras que empurram a mulher rumo às tristes bifurcações psíquicas que as tornam dependentes do masculino. 

   Eva e Lilith, como luz e sombra, dispostas a reunir suas partes e renascerem como mulheres completas, fêmeas íntegras, amorosas e indomáveis, acolhedoras e 

 competentes. 

   Lilith, a primeira mulher do mundo segundo a gênese, criada do pó e da lama, se recusa a ser submissa ao companheiro Adão no Éden, recém inaugurado. Surpreso com a natureza imprevisível e rebelde da parceira e incapaz de lidar com sua autonomia, o homem chama  Deus e suplica que providencie outra mulher.

   Pela narração o espectador se admira dos valores morais, éticos filosóficos e de humor contidos na alma feminina, 

   Elenco primoroso e direção segura de Caco Clocter fazem dessa encenação um surpreendente feito do teatro paulistano na temporada atual. O diretor se ateve a uma direção focada numa linguagem calcada no machismo desagregador do feminismo.

   Cenário e iluminação de autoria de Cássio Brasil, aliado ao figurino de Alini Santini sustentam a trama com eficácia.

   Ao final da performance uma platéia composta de 90% por mulheres que compareceram ao teatro para entender nas entrelinhas do texto da autora e atriz Luisa Micheletti qual sua posição social na humanidade, aplaudiam o espetáculo por constatarem que a desigualdade homem/mulher é um complexo sistema da criação cósmica.

   

Serviço:

Soror

Texto: Luisa Micheletti

Direção: Caco Clocler

Onde: SESC IPIRANGA (200 Lug.)

Rua Bom Pastor, 822

Hor.SextaeSáb. às 21h/Dom. às 18h.

Quanto: R$30,00 

Dur. 80 min. - Drama

Até:05 de maio.

Avaliação: Excelente

“A Sagração da Primavera”, obra mais conhecida de Igor Stravinsky, reinveta a dança

No dia 29 de maiode 1913 estreou Le Sacre de Printemps no Théatrê Des Champs Elysées em Paris. Foi um escândalo sem par na história da música. O público ficou furioso. A crítica considerou um massacre musical; logo depois um imenso sucesso, e atéhoje é a obra mais conhecida de Stravinsky (1872-1929).

   Obra difícil, perigosa, experimental atéhoje. O furioso movimento polirrítmico das danças, as dissonâncias da escritura cromática e politonal do extrato musical dos novos tempos.

   A composição de Igor Stravinsky coreografada por Vaslav Nijinsky na Rússia no século XIX, atualizada com brilho por Ismael Ivo remete ao primitivo despertar do mundo com os primeiros sons e movimentos na face da terra.

   Anos atrás no Teatro Alfa o balé da saudosa bailarina e coreografa Pina Bausch apresentou a encenação da Sagração da Primavera trazendo na bagagem 300 quilos de terra vermelha esparramada no palco onde se realizava a dança; Ismael Ivo em sua nova encenação no "stage" do Teatro Municipal usou 650 mil pétalas artificiais de veludo que caem e enchem de beleza o palco onde os dançarinos dançam.

   No prólogo os bailarinos executam a performance ao som de Fire and Frost Pattern (Fogo e Geada) de Andreas Bick, por meio da composição é possível ouvir sons que remetem as atividades vulcânicas e o degelo que cobriram os primórdios do mundo.

   O Balé da Cidade de São Paulo que tem Ismael Ivo como seu diretor artístico e coreografo está no apogeu da dança contemporânea, no mundo da arte dos movimentos, da flexibilidade, que leva o espectador a esquecer a fragilidade, a pobreza congênita do seu próprio invólucro corporal.

   Avaliando a brilhante encenação coreográfica de Ismael Ivo então jovem bailarino no Brasil partia para Europa para aprofundar seus estudos de dança na Alemanha e Áustria vindo à se tornar celebre e requisitado para os melhores corpos de dança do continente europeu.

   Notório que todo bailarino tem por ambição criar, conceber coreografias. A concepção de Ismael Ivo da Sagração da Primavera para o Balé Cidade de São Paulo está no nível dos mais famosos coreógrafos da atualidade como Jean-Christophe Maillot, Jiry Killian e diretores artísticos do ImPulsTanz de Viena.

   O corpo de baile brasileiro está à altura dos maiores conjuntos de dança contemporâneos da atualidade.

   Admirável na encenação foi a iluminação tendo se revelado de alta técnica coadjuvante para elevação estética da inesquecível performance.

Serviço:

A Sagração da Primavera (Le Sacre de Printemps)

Obra musical: Igor Stravinsky

Regência: Roberto Minczuck

Coreografia: Ismael Ivo

Balé Cidade de São Paulo

Performance realizada no Teatro Municipal de São Paulo

Avaliação: Excelente

Monofest premia os melhores da 9ª edição do evento

Nas fotos a vencedora Natália Valéria, e os dois artistas escolhidos pelo Voto Popular: Bruno e Júlia (Foto Rogério dos Santos)

 

Os melhores colocados da 9ª edição do Monofest (Festival Amador de Monólogos) foram definidos na noite destedomingo, 7, no Teatro da Estação das Artes, em São João da Boa Vista.

O monólogo “Eu Preciso Falar”, encenado pela atriz Natália Valéria Silva, de Mogi Mirim (SP), venceu o festival. Componente da Companhia Vidraça de Teatro, a artista recebeu o prêmio máximo de R$ 2.000,00. 

Em segundo lugar, ficou o ator João Luiz de Araújo Silva, de Poços de Caldas (MG), que exibiu o monólogo “Uma Coisa Vai Puxando a Outra”. O poços-caldense, que é integrante do grupo NucleArte, embolsou a quantia de R$ 1.500,00.

“Transbordar” terminou posicionado na terceira colocação. A encenação do ator Lino Bento, também do grupo NucleArte de Poços, rendeu a conquista de R$ 1.000,00.

Realizado pela Prefeitura de São João, sob a coordenação do Departamento de Cultura e produção da República das Artes (Marli Marques e Renata Cabrera), o Monofest reuniu 21 participantes de 6 cidades da região. Ao todo, foram três dias de exibições.

Puderam concorrer apenas artistas amadores com idade mínima de 18 anos e sem formação superior ou registro profissional emitido pela Delegacia Regional do Trabalho (DRT).

Os jurados Pedro Fontana e Bruna Betito, formados em Artes Cênicas, foram os responsáveis pela avaliação dos participantes. A cada exibição, a dupla transmitia orientações técnicas aos atores e atrizes.

Nosábadoedomingo, eles ministraram duas oficinas teatrais no período da tarde sobre os temas “Corpo a Corpo” e “Teatralidade Cômica”.

Nesta edição, os organizadores implantaram o quesito voto popular para estimular o público a decidir o ator ou atriz com melhor desempenho no festival.

Na oportunidade, houve empate técnico entre os monólogos “(In) Cômodo”, da atriz Júlia Montezano, do grupo NucleArte de Poços de Caldas, e “Eu Odeio Teatro”, interpretado por Bruno Batista, de Caconde (SP), representando o grupo Borandá.

Para o prêmio especial do júri pela qualidade do trabalho técnico também teve empate entre as atrizes Isabela Viana, do Núcleo de Pesquisa Teatral, e Julia Montezano, do Nuclearte.

Teatro em escolas foca respeito às diversidades


Durante o mês de abril, a Cia de Teatro Parafernália está realizando mais 10 apresentações do espetáculoA Mágica Carruagem de Inácio.A peça é patrocinada pela Renovias através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e tem como objetivo sensibilizar as crianças sobre acessibilidade de locomoção e respeito às diversidades, além de incentivar o hábito da leitura. A iniciativa integra as ações de sustentabilidade desenvolvidas pela concessionária, queadministra as rodovias atravésdo Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo e Artesp.

O espetáculo conta a história da menina Ângela, que adora ser chamada por seu apelido – Nina, e é uma criança cheia de energia e muita criatividade. Ângela ama os relatos que os livros trazem. Gosta tanto, que também escreve suas próprias histórias, sempre com muita imaginação. Aliás, imaginar é, sem dúvida, a brincadeira favorita de Nina.

A menina tem também um grande amigo, Flay, que é imaginário. Porém, Flay anda um pouco enciumado, pois Nina está muito envolvida com o personagem principal de sua mais recente história. O ciúme não é à toa. Nina está escrevendo sobre o menino Inácio, que se tornou seu grande amigo. Inácio é um menino cheio de vida e adora viver e brincar. No entanto, sua deficiência física o impedia de viver plenamente, até o dia em que Inácio ganhou a sua carruagem mágica e, assim, pode mostrar toda sua força e fazer a diferença.

O elenco é formado pelos atores Gabriely Simoso, Guilherme Santos e Rodrigo Rocha. A direção do espetáculo e cenário são de Alexandre Souzah. A coordenação geral é de Andréia Nunes e Viviane Casteliani, com produção geral de João Paulo Vital e produção de elenco de Jéssica Eduarda.

Neste mês de abril a peça será encenada em várias cidades da região. Em São João da Boa Vista será no dia 11 de abril, às 10h00, na EMEB Adélia Jorge Adib Nagib.