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Exibição na Feira Livre e formatura dos alunos do projeto de capoeira do CSU/DER

Foto Ilustrativa

 

Antes da cerimônia de batismo, alunos fazem uma exibição especial durante a feira livre de domingo

A cerimônia de batismo para graduar 25 alunos do projeto União Capoeira Gingaiê, em parceria com o Departamento Municipal de Esportes, está marcada para domingo24 de novembro, às 12h00, no Centro de Integração Comunitária (CIC). A entrada é aberta ao público.  A coordenação da formatura é do professor Alan Porfírio, que é o responsável pelo desenvolvimento do projeto de capoeira no Centro Social Urbano (CSU) do bairro DER.

Para o evento, está confirmada a presença do mestre Clodoaldo Martins, de Santa Rosa do Viterbo, considerado uma referência da capoeira na região. Professores e mestres de Mogi Guaçu, São Simão, Ribeirão Preto e Campinas são aguardados.

Antes do batismo, no entanto, às 10h00, está programada uma exibição especial de capoeira durante a feira livre dedomingo, no Bairro São Benedito. Como a feira livre é bastante movimentada, a ideia é aproveitar para divulgar a importância do trabalho desenvolvido em São João por meio da capoeira. Em seguida, o convite é para que o público vá ao ginásio de esportes novo do CIC prestigiar a cerimônia de graduação.

“É um projeto que resgata a capoeira como instrumento de socialização, recuperação e inclusão. Não só o lado do aspecto esportivo de luta, mas sim, do aspecto humano, que é a filosofia do nosso grupo”, afirma o professor Porfírio.

O projeto

Ministrado em São João há cinco anos, o projeto União Capoeira Gingaiê tem o apoio da Prefeitura (Departamento de Esportes). Alan Porfírio é o professor que prepara e coordena as aulas gratuitas. As atividades acontecem em todas as segundas e quartas-feiras, a partir das 18h30, no CSU do bairro DER.

O professor enfatiza que a principal meta do projeto é fazer com que os participantes se tornem pessoas preparadas para o dia-a-dia. “É uma coisa que a gente vê que está sumindo dentro das artes marciais. A capoeira é somente vista como instrumento de luta ou dança, e não como instrumento de inclusão social”, conclui o professor.