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Vozes do Destino

 

Há momentos que estão  cheios de despedidas,

Mas também cheios de próximos encontros.

Não tenho olhos para ver além do que enxergo,

Mas meu coração parece ver o que não vejo.

 

Vezes a poesia sussurra em meus ouvidos,

Finge-se de perdida, só para ser encontrada.

E eu que faço-me menino, divirto-me a brincar,

Brinco de construir versos e perder-me neles.

 

Minha aventura não tem cenário consistente,

Pois que se recria a cada momento.

Sou fugitivo de mim, e vivo a encontrar-me.

Algumas  vezes comungo, outras volto a fugir.

 

Então concluo que o inconcluso é a graça de viver,

A incerteza que desafia  liberta-se em inspiração.

E já não são os passos que me conduzem,

Pois que já ficaram pelo caminho.

Há momentos que estão  cheios de despedidas,

Mas também cheios de próximos encontros.

Não tenho olhos para ver além do que enxergo,

Mas meu coração parece ver o que não vejo.

Vezes a poesia sussurra em meus ouvidos,

Finge-se de perdida, só para ser encontrada.

E eu que faço-me menino, divirto-me a brincar,

Brinco de construir versos e perder-me neles.

Minha aventura não tem cenário consistente,

Pois que se recria a cada momento.

Sou fugitivo de mim, e vivo a encontrar-me.

Algumas  vezes comungo, outras volto a fugir.

Então concluo que o inconcluso é a graça de viver,

A incerteza que desafia  liberta-se em inspiração.

E já não são os passos que me conduzem,

Pois que já ficaram pelo caminho.