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“ORIDES, ONDE NINGUÉM MAIS” – lançamento com sucesso de público

O lançamento foi no dia 2 de novembro, marcando os vinte anos da morte da poeta

A expectativa só não foi maior do que o sucesso do filme documentário sobre a vida e obra da poeta sanjoanense Orides Fontela. Depois de 1h30 de projeção, o público que lotava o Theatro Municipal aplaudiu efusivamente o resultado do trabalho do cineasta David Ribeiro, convidado para realizar o projeto pelo Núcleo de Documentários e Filmes do Laboratório de Comunicação da UNIFAE- Projeto História Viva.

Responsável pelo roteiro, direção e montagem de “Orides, onde ninguém mais”, David declarou que “estrear traz a sensação de dever cumprido”. E completou: “Toda a equipe da UNIFAE envolvida na produção do filme sabe o quanto exigiu de todos nós. Realizar um trabalho como este não é tarefa fácil, mas mergulhar no universo de Orides, conforme ia pesquisando, me trouxe um enriquecimento cultural muito grande.”

Parte de um projeto da UNIFAE, iniciado em 2016 com a criação do Memorial Orides Fontela, onde estão depositadas as cinzas da escritora, a data escolhida para a primeira exibição do filme foi o dia 2 de novembro de 2018, marco dos vinte anos da sua morte.

“Por ser um feriado, não imaginávamos que tanta gente prestigiaria o evento. Ficamos surpresos com a casa cheia e pessoas de todas as idades querendo saber mais sobre a poeta. Isto nos mostra que estamos no caminho certo, divulgando a vida e obra de Orides, que é um patrimônio da nossa cidade”, afirmou o Reitor da UNIFAE, Prof. Dr. Francisco Arten, idealizador do Projeto História Viva.

O filme contou com depoimentos de amigos, familiares, pesquisadores e divulgadores do legado da poeta, intercalados com dramatizações realizadas por 12 atores, com destaque para Anna Cláudia Zanetti, que interpretou a protagonista.

“Foram meses e meses de preparação e trabalho, mas foi recompensador ver o produto final na tela”, afirma a atriz. “Estudando para fazer o papel, vi quão forte e guerreira era Orides. Sem querer erguer bandeiras, creio que ela é um dos maiores símbolos do feminismo nacional.”