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Titi assume Presidência da Câmara Municipal. Mudança segue acordo entre vereadores

Na foto da Assessoria da Câmara Municipal, os integrantes da nova Mesa Administrativa: Tiãozinho, Titi, Perinoto e José Cláudio

 

Há alguns anos o cargo de Presidente da Câmara Municipal segue um acordo entre os vereadores, firmado sempre quando da eleição da Mesa Administrativa. Com mandato de 4 anos, os vereadores devem a cada dois anos elegerem a Mesa Administrativa. No entanto em São João, em algumas legislaturas passadas ficou acordado que ao final do primeiro ano, o Presidente eleito renunciaria para que assumisse o cargo um outro vereador. Esta situação prevaleceu na eleição da Mesa no ano passado.

E foi assim o que aconteceu na noite desta quarta-feira. O vereador Bira, eleito Presidente, ficaria no cargo em 2019/2020, mas prevalecendo o acordo firmado para sua eleição, renunciou para que Titi assumisse o cargo. Como no caso de renúncia, assume o vice-presidente, e que seria Gerson Araújo, mantendo o acordo este também renunciou, e foi assim necessária uma nova eleição.

Oficialmente, Bira e Gerson renunciaram por motivos particulares, e Titi se candidatou ao cargo já com a certeza de ter os votos dos companheiros que integraram o acordo na eleição de 2019.

Estiveram presentes na reunião 13 vereadores – ausentes o Dr. Chaves e Vick Nhola. Titi teve 12 votos e a apuração apontou ainda 1 voto em branco. Como o voto é secreto, não se sabe com certeza de quem foi o voto em branco.

Na eleição ainda foram eleitos os vereadores José Cláudio Ferreira (vice-presidente); Odair Perinoto (1º Secretário); Tiãozinho Néris (2º Secretário).

O vereador Titi, do PSDB, em seu primeiro pronunciamento como Presidente, disse que pretende implantar algumas alterações na condução política do Legislativo a partirde fevereiro, buscando a melhoria constante nos trabalhos da Câmara Municipal. Mas terá ainda durante este ano eleitoral lidar com outras duas questões polêmicas: a sindicância aberta contra um servidor do Legislativo e conduzir o processo de cassação do vereador Dr. Chaves, pedida pelo suplente de vereador José Chiconi.

O Legislativo tem ainda, neste segundo caso, de oficiar o Dr. Chaves sobre a abertura do processo, para que os prazos comecem a valer.