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NOS BASTIDORES DA NOTÍCIA

NOS BASTIDORES DA NOTÍCIA

Na quarta-feira desta semana a Comissão Processante formada por três vereadores, promoveu mais uma reunião para ouvir testemunhas e o Vereador Betti, que foi denunciado no caso do uso do carro oficial do Legislativo. Agora o caso segue aguardando a decisão da Comissão Processante, cujo relatório final pode opinar pelo arquivamento da investigação, ou pela cassação do mandato de Betti por quebra de decoro parlamentar.

PLENÁRIO

O que é certo é que qualquer decisão final da Comissão Processante, a decisão final é mesmo dos vereadores, que vão votar e decidir sobre o Relatório Final.  Se o relatório for pelo arquivamento da denúncia, os vereadores votam para confirmar ou não a decisão. Se o relatório for pela cassação de Betti nesta investigação, os vereadores também votam pela continuação ou não do processo. No caso da decisão em plenário ser pela cassação de Betti, uma reunião especial deverá ser marcada pelo Presidente Gerson Araújo.

TRÂMITE

Trâmite igual seguiu a Primeira Comissão Processante contra Betti, no caso da denúncia da enfermeira da rede municipal, no caso que ficou conhecido popularmente como “fura-fila. A reunião especial para votar a cassação do Vereador Betti chegou a ser marcada, mas não aconteceu devido a uma ordem judicial.

COMO?

Os advogados do Vereador Betti pediram na Justiça a suspensão da reunião, e solicitaram uma Liminar que foi negada. Com a Liminar negada no Tribunal de Justiça de São João da Boa Vista, os advogados recorreram então ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo que também negou a Liminar, mas determinou aguardar o julgamento do mérito da questão em 1ª Instância que continua sendo aguardada.

ARQUIVAMENTO

O Vereador Betti também foi investigado por outra denúncia: sua viagem à Itália em 2017, mas neste caso a Comissão de Ética recomendou arquivamento da questão que foi aceita pelos vereadores.

CARRO

Nas reuniões sobre a denúncia do carro, algumas questões ainda precisam ser apuradas. Funcionária do Legislativo acusou o vereador de pegar requisições de abastecimento sem sua autorização, que estavam na gaveta de sua mesa na administração da Câmara. O que não ficou claro é se o fato foi comunicado na ocasião ao Presidente da Casa. O carro oficial do Legislativo também foi usado de forma indevida por pelo menos outro vereador que dirigiu o Santana com a Carteira de Habilitação suspensa pelo DETRAN.