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Exemplar da 1ª edição de 'Harry Potter' é vendido por US$ 417 mil em leilão

Foto: Heritage Auctions/Divulgação via Reuters

Um exemplar da primeira edição do primeiro livro da saga Harry Potter foi vendido por US$ 471 mil (cerca de R$ 2,3 milhões) nos Estados Unidos, fato que leiloeiros classificaram como um recorde mundial por uma obra de ficção do século 20.

A edição britânica de capa dura de 1997 de "Harry Potter e a Pedra Filosofal", com uma ilustração colorida na capa, foi descrita pela Heritage Auctions como "mágica, incrivelmente brilhante e quase praticamente intocada".

O livro foi publicado nos Estados Unidos como "Harry Potter e a Pedra do Feiticeiro". 

O casa de leilões sediada em Dallas disse que apenas 500 cópias com o encadernamento específico foram impressas. O preço final foi mais de seis vezes maior que a estimativa inicial, que era de US$ 70 mil. 

Preços anteriores por primeiras edições de livros da saga Harry Potter já estiveram em torno de US$ 110 mil e US$ 138 mil. 

O livro foi vendido por um colecionador norte-americano e o nome do comprador não foi revelado. 

A autora britânica J.K. Rowling escreveu mais seis livros sobre as aventuras do menino órfão mago que venderam mais de 500 milhões de exemplares pelo mundo em 80 idiomas, de acordo com a editora norte-americana Scholastic.

Os livros foram adaptados para oito filmes que arrecadaram mais de US$ 7,8 bilhões nas bilheterias globais.

NOVA VARIANT DA COVID DETECTADA NA ÁFRICA DO SUL COLOCA OS CIENTISTAS EM ALERTA

 Foto: Getty Images via BBC

 

A nova variante do coronavírus encontrada na África do Sul já tem um nome provavel: Nu. Com a pronúncia "niu", ela é a 13ª letra do alfabeto grego, que tem sido usado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para nomear as variantes do Sars-CoV-2 que precisam ser monitoradas. Com mais de 50 mutações diferentes do coronavírus original, nova variante já é considerada por especialistas a "mais significativa" encontrada até agora.

Ainda é cedo para dizer se ela é mais transmissível ou mais perigosa, isto porque a variante B.1.1.529 ainda está restrita a uma província sul-africana.

Mas um pesquisador já a classificou como "horrível", enquanto outro disse à reportagem que ela é a pior já vista.

Em uma entrevista coletiva, o professor Tulio de Oliveira, diretor do Centro para Resposta Epidêmica e Inovação, na África do Sul, disse que foram localizadas 50 mutações no total — e mais de 30 na proteína spike (a "chave" que o vírus usa para entrar nas células e que é alvo da maioria das vacinas contra a Covid-19).

Oliveira, que é brasileiro, disse que a variante carrega uma "constelação incomum de mutações" e é "muito diferente" de outros tipos que já circularam. "Esta variante nos surpreendeu, ela deu um grande salto na evolução [e traz] muitas mais mutações do que esperávamos".

Até agora, foram confirmados 77 casos na Província de Gauteng, na África do Sul; quatro casos em Botsuana; e um em Hong Kong, diretamente relacionado a uma viagem à África do Sul.

A variante traz uma preocupação em particular quando o assunto é a imunização. Isto porque as vacinas foram desenvolvidas mirando a cepa original do coronavírus, registrada inicialmente em Wuhan, na China.

O fato da variante B.1.1.529 ser tão diferente do vírus inicial pode significar que as vacinas não funcionem tão bem. Por outro lado, é importante destacar que a África do Sul tem só 24% da população totalmente vacinada, então, pode ser que, ao chegar a países com taxas mais altas de imunização, a variante não tenha tanta força.

Autoridades globais reagiram com alarme à nova variante do coronavírus detectada na África do Sul. União Europeia e Reino Unido anunciaram controles de fronteira mais rigorosos enquanto cientistas tentam determinar se a mutação é resistente a vacinas.

A Índia também proibirá voos da África do Sul e de países vizinhos. Já o Reino Unido pediu que os viajantes britânicos que estejam voltando da África e de locais próximos entrem em quarentena.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nota técnica nesta sexta-feira (26) recomendando que o governo brasileiro adote medidas de restrições para voos e viajantes vindos de parte da África, em decorrência da identificação de nova variante do SARS-CoV-2, identificada como B.1.1.529. Os países identificados na nota técnica alvo das medidas são, especificamente, África do SulBotsuanaEswatiniLesotoNamíbia e Zimbábue.

Pfizer anuncia acordo de fabricação de genéricos de comprimido para Covid-19 para 95 países. Brasil fica fora da lista

Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo

 

A farmacêutica americana Pfizer anunciou, nesta terça-feira (16), um acordo de licença voluntária que vai permitir a fabricação e fornecimento de genéricos de seu comprimido para a Covid-19.

Com o trato, fabricantes de genéricos que ao redor do mundo que obtenham uma sub-licença poderão manufaturar o remédio e fornecê-lo a 95 países. O Brasil, entretanto, não está incluído nessa listao país terá que comprar o medicamento diretamente da Pfizer, provavelmente a preços mais altos do que os das versões genéricas.

Os fabricantes de genéricos têm até 6 de dezembro para manifestar interesse em fabricar o remédio; fabricantes brasileiros poderão participar, mas suas "versões" do medicamento só poderão ser exportadas – e não vendidas para o mercado nacional, segundo a "Associated Press".

Conforme o acordo, a Pfizer não receberá royalties – espécie de "direito autoral" – sobre as vendas em países de baixa renda e renunciará a eles nas vendas em todos os países cobertos pelo trato, enquanto a Covid-19 permanecer uma emergência de saúde pública.

No início do mês, a empresa havia anunciado que seu comprimido experimental contra a Covid-19, o Paxlovidreduziu o risco de hospitalização ou morte pela doença em 89%. O remédio é usado em combinação com o ritonavir, um antiviral usado para o tratamento do HIV. Testes com o medicamento no Brasil começaram na semana passada.

No fim de outubro, a farmacêutica Merck – conhecida no Brasil como MSD – também anunciou um acordo para fabricação de genéricos de seu comprimido contra a Covid-19, o molnupiravir. O acordo deve facilitar o acesso de 105 países de baixa e média renda ao medicamento, mas o Brasil também não foi incluído na lista.

ISRAEL DESCOBRE FÁBRICA DE PRODUÇÃO DE VINHO DE 1.500 ANOS

Imagem: REUTERS/Nir Elias

As autoridades israelenses apresentaram na segunda-feira (11) os vestígios de um impressionante complexo de produção de vinho da época bizantina localizado no sul do país, perto da Faixa de Gaza, que seria o maior de sua época, com uma produção anual de dois milhões de litros. Dentro de escavações realizadas em Yavne, uma cidade do sul de Israel que está em plena expansão, os arqueólogos desenterraram, nos últimos dois anos, um vasto local de produção de vinho de 1.500 anos. Lá, encontraram grandes prensas, milhares de fragmentos de garrafas e locais de armazenamento do vinho.

Nada indica que o local seria um vinhedo bucólico, mas sim uma verdadeira fábrica. A equipe de arqueólogos liderada pela Autoridade Israelense de Antiguidades descobriu cinco prensas de cerca de 225 m2 para amassar uvas, dois grandes barris octogonais para acumular o mosto e dois fornos de olaria para aquecer a argila das ânforas alongadas, chamadas "vasilhas de Gaza", nas quais o vinho envelhecia...

Ficamos surpresos em descobrir aqui uma fábrica sofisticada para produzir vinho em quantidades industriais", declararam em comunicado conjunto os arqueólogos Elie Hadad, Liat Nadav-Ziv e Jon Selingman, que lideraram as escavações. Naquela época, a Faixa de Gaza, um território palestino que hoje é governado pelos islamitas do Hamas, e a cidade adjacente de Ascalão, no sul de Israel, perto de Yavne, eram conhecidas pela qualidade de seus vinhos, que eram vendidos em toda a bacia do Mediterrâneo.

Além disso, graças às escavações foi possível comprovar a presença de prensas de vinho de 2.300 anos, quando o império persa aquemênida reinava em grande parte do Oriente Médio e, portanto, provar que a indústria do vinho local durou vários séculos, segundo os arqueólogos.

O complexo de Yavne será "protegido" e fará parte de um parque arqueológico que será aberto ao público, informou nesta segunda-feira a Autoridade Israelense de Antiguidades.

Imagem: REUTERS/Nir Elias

DOAÇÕES INTERNACIONAIS DE VACINAS NÃO VÃO DAR PRIORIDADE AO BRASIL


Brasil deve ficar de fora da lista de prioridades de doações de vacinas contra a covid-19 por parte de países ricos, ainda que possa ser beneficiado de forma pontual por gestos de certos governos.

Neste fim de semana, líderes do G7 fecharam um pacto para que, até final de 2022, 870 milhões de doses possam chegar diretamente aos países em desenvolvimento. Contando todas as promessas desde o começo de 2021, os governos do bloco apontam que isso significaria 1 bilhão de doses. Mas não houve um esclarecimento sobre quem forneceria essa diferença de 170 milhões de doses.

Num comunicado emitido pela Covax Facility após o encontro, o consórcio criado pela OMS para garantir uma transferência de vacinas pelo mundo indicou que grande parte das doações será canalizada por meio do mecanismo internacional de distribuição.

Mas fontes nas agências confirmaram à coluna que o plano prevê que as doses sejam distribuídas a dois grupos de países mais pobres, com cerca de 92 deles fazendo parte dessa lista. O Brasil não está nesses grupos e, nas Américas, apenas Haiti, El Salvador, Bolívia, Honduras e Nicaragua fazem parte dos locais que poderão ser beneficiados com prioridade.

O próprio governo de Joe Biden, ao anunciar a doação de 500 milhões de doses, já deixou claro que países como o Brasil não estavam na lista de destinos prioritários.

Tanto em Washington como nas agências da ONU, a percepção é de que o governo brasileiro tem como pagar por vacinas e que, portanto, uma doação neste momento significaria que outros países em situação mais dramática fiquem sem qualquer tipo de abastecimento.

Na OMS, ainda assim, a estimativa é de que a doação ajudará a liberar outras doses que, a partir da disponibilidade do mercado, serão destinadas ao Brasil e a outros países pelo mundo. Mas esse seria apenas um efeito indireto.

CIENTISTAS INVESTIGAM SE GARRAFA COM BIHETE É DE NÁUFRAGA DO TITANI

(Imagem: Nicolas Beaudry-UQAR/Pen News)

 

Um bilhete foi encontrado dentro de uma garrafa em uma praia do Canadá e pode ser de uma das vítimas do naufrágio do Titanic, ocorrido há 105 anos. A mensagem foi localizada por uma família em New Brunswick, em junho de 2017, e passa agora por análise para verificar a autenticidade, segundo informações do Daily Star. A carta é datada de 13 de abril de 1912 - um dia antes do naufrágio - e leva o nome de Mathilde Lefebvre, de 12 anos, uma passageira da terceira classe que viajava a bordo do navio.

"Estou jogando esta garrafa no mar, no meio do Atlântico. Devemos chegar a Nova York em alguns dias. Se alguém a encontrar, diga à família Lefebvre em Liévin", dizia a mensagem, encontrada pelo casal Nacera Bellila e El Hadi Cherfouh, e por seus filhos, Koceila e Dihia. O Titanic colidiu em um iceberg em 14 de abril, o que provocou o naufrágio ocorrido nas primeiras horas da manhã de 15 de abril. Desde então, Mathilde, seus três irmãos e sua mãe, Marie, nunca mais foram vistos.

O historiador Maxime Gohier afirma que a garrafa pode ser o primeiro artefato do Titanic encontrado na costa americana. Desde a localização, cientistas estão investigando o documento misterioso, em uma tentativa de provar se é real ou uma fraude elaborada. "Considere várias possibilidades, todas igualmente interessantes e todas 'genuínas' a sua maneira. A mensagem pode ter sido escrita por Mathilde a bordo do Titanic ou pode ter sido escrita por outra pessoa em seu nome. Pode ser uma farsa escrita logo após a tragédia ou pode ser uma farsa recente", observa Nicolas Beaudry, da Universidade de Quebec.

"As marcas de mde molde na garrafa e a composição química do vidro são consistentes com as tecnologias usadas na fabricação desse tipo de garrafa no início do século XX. A rolha de cortiça e um pedaço de papel enfiado no furo da garrafa revelaram datas de radiocarbono compatíveis com a data da carta. Então, ainda não pegamos alguém que possa ter feito uma brincadeira, mas isso ainda não exclui uma farsa recente".

Os cientistas analisaram inclusive se a garrafa teria sido levada até a praia no Canadá. "Uma simulação de computador mostrou que a maioria dos restos do navio lançados no Atlântico Norte em 13 de abril de 1912 teriam seguido a Corrente do Golfo até as costas europeias. Mas alguns poderiam ter seguido um caminho diferente para as costas da América do Norte.

De acordo com informações divulgadas pelo Daily Star, a equipe está agora pronta para realizar análises químicas adicionais, bem como um estudo geomorfológico da Baía de Fundy, onde a carta foi encontrada.

MUNDO REGISTRA NOVO RECORDE DIÁRIO DE CASOS DE COVID-19

Foto: Sandro Pereira/Fotoarena/Agência O Globo

Com os recentes recordes de casos de Covid-19 na Índia, o mundo registrou o maior número de infectados nas últimas 24 horas: 899 mil novos casos, segundo o projeto "Our World in Data".

O número superou o recorde de 889 mil infectados de quarta-feira (21) e os 880 mil registrados em 7 de janeiro, quando os Estados Unidos passavam pelo seu pior momento da pandemia.

Na Índia, foram confirmados 332 mil casos, o que torna o país responsável por 37% de todos os infectados nas últimas 24 horas no mundo.

Além disso, a Índia soma aproximadamente 187 mil óbitos e vem registrando mais de 2 mil mortes por dia desde a última quarta (21). A segunda onda da pandemia levou o sistema de saúde ao colapso em muitas partes do país, inclusive com escassez de cilindros de oxigênio para pacientes de Covid-19, principalmente na capital Nova Délhi, metrópole de mais de 20 milhões de habitantes.

CASOS DE COVID NO MUNDO (22/04/2021)

Índia: 332.921 (37% do total)
EUA: 67.257 (7,5%)
Turquia: 54.791 (6%)
Brasil: 45.178 (5%)
França: 33.445
Alemanha: 31.721
Argentina: 27.216
Irã: 24.092
Colômbia: 19.306
Ucrânia: 16.357

MORTES POR COVID NO MUNDO (22/04/2021)
Índia: 2.263 (16,5% do total)
Brasil: 2.027 (15%)
EUA: 943 (7%)
Polônia: 695 (5%)
Peru: 650
Argentina: 537
México: 482
Ucrânia: 476
Irã: 453
Colômbia: 270

SUBMARINO INDONÉSIO DESAPARECE COM 53 PESSOAS A BORDO

Por AFP - Foto: INDIAN NAVY / AFP

Na foto um dos barcos que trabalho no resgate ao submarino

Em uma luta contra o tempo, os navios da Marinha indonésia tentam localizar um submarino desaparecido com 53 pessoas a bordo que, se ainda estiverem vivas, poderiam esgotar suas reservas de oxigênio em 72 horas. O submersível da Marinha indonésia, o “KRI Nanggala 402”, construído há 40 anos, participaria em manobras que incluíam o lançamento de torpedos. Ele solicitou autorização para submergir na madrugada de quarta-feira, por volta das 3h (16h de Brasília, terça-feira), e desde então não respondeu às comunicações ou sinais. 

“As reservas de oxigênio do submarino durante uma queda de energia são de 72 horas”, informou à imprensa o comandante do Estado-Maior da Marinha da Indonésia, Yudo Margono. Assim, estas reservas poderão esgotar-se no “sábado às 3h”. “Espero que os encontremos antes”, declarou.

Na área onde o último sinal foi enviado, foi detectada uma mancha de óleo, ao norte da ilha de Bali. É nesta zona que as buscas se concentram, explicou à AFP Julius Widjojono, porta-voz da Marinha.

Seis navios da Marinha e um helicóptero participam da operação. A mancha de óleo pode sinalizar danos ao tanque do submarino, mas também pode ser uma forma de enviar uma mensagem de socorro.

Analistas militares alertaram, porém, para o risco de o submarino ter se partido se tiver afundado a 700 metros de profundidade, conforme sugerido pelas autoridades militares no dia anterior. O ministro da Defesa australiano, Peter Dutton, alertou que as informações disponíveis aumentam “o medo de uma terrível tragédia”.

Vários países ofereceram ajuda, incluindo Estados Unidos, Austrália, Índia, França e Alemanha. As vizinhas Malásia e Singapura enviaram barcos de apoio.

A Marinha sugeriu a hipótese de um acidente. “É possível que tenha ocorrido uma queda de energia, o que deixou o submarino fora de controle e impediu o lançamento de medidas emergenciais, afundando a 600 ou 700 metros”, disse um porta-voz.

A embarcação é capaz de descer abaixo de 250 metros, “um coeficiente de segurança imposto pela dureza da vida do submarino”, explicou à AFP o vice-almirante francês Antoine Beausssant. Mas “se ele afundou a 700 metros, há uma boa chance de que tenha se partido”, acrescentou.

Frank Owen, diretor do Australian Submarine Institute, mostrou-se pessimista sobre as chances de resgate. 

“Se o submarino estiver no fundo do mar e a profundidade for grande, poucos são os meios de tirar a tripulação de lá”, explicou à imprensa australiana.

O “KRI Nanggala 402” foi construído na Alemanha em 1978, de acordo com um site do governo, e modificações posteriores foram feitas para modernizá-lo. É um submarino movido a diesel.

PRECEDENTES TRÁGICOS

A Indonésia não registrou incidentes graves relacionados com seus submersíveis, mas outros países sofreram acidentes deste tipo.

Uma das tragédias mais conhecidas ocorreu em 2000, quando o submarino nuclear russo “Kursk” afundou enquanto fazia manobras no Mar de Barents com 118 tripulantes a bordo.

Um dos torpedos explodiu, destruindo todo o depósito de munição. 23 marinheiros sobreviveram à explosão, mas morreram porque não foram resgatados a tempo.

Em 2017, o submarino da frota argentina “San Juan”, com 44 tripulantes, desapareceu a cerca de 400 km da costa argentina.

Uma explosão subaquática foi registrada perto de sua última posição. 

Em 2019, os restos do submarino Minerva, que naufragou em 1968 com 52 homens a bordo, foram encontrados no Mediterrâneo.

O submersível da Marinha francesa, que realizava manobras a trinta quilômetros da costa de Toulon (sudeste da França), afundou em quatro minutos e se rompeu no fundo do mar por motivos até agora desconhecidos.

CIDADE QUE SUMIU SOB A AREIA HÁ MIL ANOS É ENCONTRADA NO EGITO

(Reprodução/Facebook Zahi Hawass)

Uma expedição liderada pelo arqueólogo Zahi Hawass encontrou uma cidade que foi coberta pela areia há 3 mil anos no Egito. O anúncio feito na quinta-feira, 8, ressalta que essa é maior cidade antiga já descoberta no país.

As escavações no local, que fica próximo de Luxor, começaram em setembro de 2020. Acredita-se que a cidade data do reinado de Amenófis III, que governou de 1391 a 1353 aC. Além disso, o local também fez parte da história dos faraós Aí e Tutancâmon. O segundo teve a tumba quase intacta descoberta no Vale dos Reis pelo arqueólogo britânico Howard Carter em 1922.

A descoberta desta cidade perdida é a segunda descoberta arqueológica mais importante desde a tumba de Tutancâmon. “A cidade pode nos dar um raro vislumbre da vida dos antigos egípcios na época em que o império estava mais rico”, disse Betsy Brian, professora de egiptologia da Universidade John Hopkins em Baltimore, nos Estados Unidos, à um veículo de comunicação nacional.

As escavações começaram perto do Vale dos Reis, cerca de 500 km ao sul da capital Cairo. O trabalho revelou ruínas de construções, joias, cerâmica colorida, amuletos de escaravelho e tijolos de lama com os selos de Amenófis III. Estabelecimentos e bairros também foram descobertos, incluindo uma padaria, um distrito administrativo e uma área residencial. 

Com informações do Portal Extra (Reprodução/Facebook Zahi Hawass)