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UNICEF e o trabalho de reunir crianças separadas de suas famiílias no Sudão

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, a Save the Children e outros parceiros conseguiram reunir 6 mil crianças com as respetivas famílias, após anos de separação devido a conflitos. Em nota, a agência informa que este é um marco importante para o Programa de Reunificação Familiar do Sudão do Sul. A primeira reunificação, de 420 crianças, aconteceu em 2014.

A criança número 6 mil, Nyandor, de 17 anos, juntamente com os seus quatro irmãos, encontrou-se com os pais, em Bentiu, esta terça-feira (16/04). Os cinco irmãos foram separados dos pais durante um ataque armado em Bor, em 2014. No meio do caos, os elementos da família fugiram em diferentes direções e não se viam desde então.

O diretor interino da Save the Children Internacional, Arshad Malik, destacou que “foi um momento emocionante para todos os envolvidos."

Quase cinco anos de conflito e mais de 4 milhões de pessoas deslocadas contribuem para que existam crianças separadas das famílias em todo o país.

O Unicef estima que no Sudão do Sul, quase 8 mil crianças estejam separadas das suas famílias ou com paradeiro desconhecido, tornando urgente o trabalho de localização familiar.

Acordo de Paz

As crianças separadas ou não acompanhadas são mais suscetíveis à violência, ao abuso e à exploração. Esta situação torna a reunificação com os seus pais uma prioridade urgente para o Unicef e parceiros. O acordo de paz entre o governo e grupos rebeldes, assinado a setembro de 2018, fez com que os refugiados do Sudão do Sul regressassem dos países vizinhos a áreas que antes eram inacessíveis.

Caso a paz se mantenha, o Unicef considera que há uma oportunidade para intensificar a identificação e a reunificação das famílias. Para tal, é necessário garantir a continuidade do financiamento do programa.

Parcerias

A agência lembra que o rastreamento familiar continuará a ser um trabalho muito exigente, devido ao acesso limitado a estradas e a comunicações móveis no país. O sucesso do programa requer que os colaboradores se desloquem longas distâncias a pé e batam à porta de cada casa para localizar as crianças e os seus pais.

O representante da Unicef no Sudão do Sul, Mohamed Ag Ayoya, considera que “apesar de todas as dificuldades, há vários filhos a serem trazidos de volta para onde pertencem, ou seja, para junto das suas famílias.”

Mais uma igreja católica na China foi derrubada

© Sean SPRAGUE / CIRIC

Com apenas um trator que pôs abaixo a construção de dois andares, o governo de Qianyang, na China, destruiu na semana passada (dia 4 de abril) a única paróquia da cidade, sob a vigilância de um grupo de policiais e à vista de mulheres que choravam e fiéis que assistiam impotentes a mais esta violação a um direito elementar de todo ser humano: a liberdade de pensamento e religião.

Em nota veiculada pela agência Ásia News, o padre Bernardo Cervellera explicou que a paróquia de Qianyang tinha sido criada numa área miserável de Shaanxi graças a esmolas e espórtulas de outras comunidades da diocese e servia a cerca de 2.000 agricultores católicos. O salão para as celebrações litúrgicas ficava no andar superior, enquanto no térreo moravam as religiosas que ofereciam ajuda até mesmo médica e farmacêutica à população carente.

A paróquia pertence à diocese de Fengxiang, que não está inscrita na Associação Patriótica, o órgão do partido comunista chinês encarregado da ingerência na Igreja dentro do país. Analistas consideram que a demolição da paróquia é pura pressão contra a diocese para forçá-la a inscrever-se na Associação Patriótica.

Além disso, a célula comunista que preside o governo de Qianyang é formada por maoístas radicais que tacham a religião de “fantasia a ser erradicada“. Fora do mundo de fantasia dos comunistas, porém, o que de fato deve ser erradicado ali, na vida real, é a miséria da população, vitimada, como de costume, pela hipocritamente denominada “ditadura do proletariado”.

Caçador ilegal morre pisoteado por elefante e tem corpo devorado por leões

Reprodução/CreativeCommons/Frédéric Bissons

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Caçador entrou ilegalmente em parque na África do Sul para perseguir rinoceronte; guardas acharam somente o crânio e as calças

Um caçador ilegal morreu pisoteado por um elefante e logo depois foi devorado por leões, enquanto perseguia um rinoceronte no Parque Nacional Kruger, na África do Sul. O comunicado foi dado nesta segunda-feira (8) pelo Departamento de Parques (SanPark), que abriu uma investigação para apurar o acontecido.

A família do caçador informou que foi notificada da morte do homem por cúmplices que haviam entrado no local para perseguir o rinoceronte na noite da última terça-feira (2). Segundo o porta-voz do SanPark, Isaac Phaahla, a família alertou a direção do parque nacional, que enviou guardas para procurar o corpo do caçador, porém somente o crânio e as calças foram encontrados, dois dias depois, na quinta-feira (4). Após analisar o local onde os restos mortais do caçador foram encontrados, os agentes levantaram a possibilidade de que, após ser pisoteado por um elefante, um bando de leõeshavia devorado o corpo do homem, deixando apenas o crânio e as calças.

O diretor do parque, Glenn Phillips, lamentou o ocorrido, porém alertou para a ilegalidade do caçador. “Entrar no Parque Nacional Kruger ilegalmente e a pé não é sábio, ele contém muitos perigos e este incidente é uma prova disso. É muito triste ver as filhas lamentando a perda de seu pai, e pior ainda, só conseguindo recuperar muito pouco de seus restos mortais.”

Os quatro cúmplices do caçador foram detidos e devem comparecer a uma audiência com um juiz.

Bayer é condenada a pagar US$ 80 milhões por glifosato


Bayer foi condenada nesta quarta-feira (27/03) por um júri nos Estados Unidos a pagar mais de 80 milhões de dólares em danos a um morador do estado da Califórnia que alega que o herbicida Roundup, produzido pela Monsanto, contribuiu para que ele desenvolvesse câncer.

O caso pode influenciar milhares de outros processos similares contra a companhia nos EUA. Adquirida pela Bayer no ano passado por 63 bilhões de dólares, a Monsanto enfrenta 11.200 casos similares na Justiça americana envolvendo o Roundup.

O júri ordenou que a Bayer pague a Edwin Hardeman, de 70 anos, uma quantia de 5 milhões de dólares em compensações, 75 milhões de dólares como punição e 200 mil dólares por despesas médicas depois de concluir que o Roundup foi fabricado defeituosamente, que a Monsanto não fez advertências sobre o risco apresentado pelo herbicida e que a companhia agiu de forma negligente.

Ao longo de anos, Hardeman usou produtos da marca para tratar carvalhos envenenados, ervas e outras plantas em sua propriedade em São Francisco. Segundo ele, o uso do produto levou ao desenvolvimento de um linfoma não-Hodgkin, um tipo de câncer que afeta as células do sistema imunológico.

O principal ingrediente da marca é o herbicida glifosato, amplamente utilizado ao redor do mundo, apesar de ter sido classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como "provavelmente cancerígeno" em 2015.

Em uma primeira fase do julgamento, o mesmo júri havia concluído que o Roundup foi um "fator substancial" entre as causas do câncer de Hardeman. Na segunda fase, realizada nesta quarta, as advogadas de Hardeman apresentaram documentos internos que, segundo elas, provam o esforço da empresa para influenciar cientistas e órgãos reguladores sobre a suposta segurança do produto.

Aimee Wagstaff e Jennifer Moore, advogadas de Hardeman, comemoraram o veredito. Para elas, a decisão é histórica e envia uma mensagem clara de que a Monsanto precisa mudar suas práticas comerciais.

A Bayer afirmou que, embora simpatize com a situação de Hardeman, vai recorrer.  "Estamos desapontados com a decisão do júri, mas esse veredito não tira o peso de mais de quatro décadas de pesquisa extensiva e as conclusões de órgãos reguladores ao redor do mundo que apoiam a segurança de herbicidas baseados em glifosato e que eles não são cancerígenos", disse a empresa em comunicado.

"O veredito nesse julgamento não tem impacto em casos e julgamentos futuros, pois cada um é moldado por suas próprias circunstâncias factuais e jurídicas", acrescentou a Bayer.

Apesar de a OMS ter classificado o glifosato como provavelmente cancerígeno, agências reguladoras como a Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA, na sigla em inglês), a Agência Europeia dos Produtos Químicos (ECHA) e a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) não seguiram a decisão.

A Bayer nega que o herbicida cause câncer e questiona as conclusões da OMS.

No ano passado, a Monsanto também perdeu um caso contra um funcionário de uma escola da Califórnia que sofria de linfoma não-Hodgkin e processou a empresa por conta dos herbicidas Roundup e Ranger Pro, ambos baseados em glifosato. A Monsanto recebeu ordem de pagar 289 milhões de de dólares a Dewayne Johnson, mas a penalidade foi reduzida para 78,5 milhões. A Bayer também entrou com recurso.

No continente europeu, o glifosato também suscita polêmica. Depois de dois anos de debate acirrado, a União Europeia decidiu em 2017 renovar a permissão de uso do glifosato por mais cinco anos, citando a aprovação do composto pela EFSA. Mas a independência do relatório da EFSA foi questionada após notícias na mídia sugerirem que trechos haviam sido copiados e colados de análises feitas pela própria Monsanto.

No Brasil, o glifosato é amplamente empregado pelo agronegócio, principalmente nos plantios de soja e milho transgênicos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) afirma que a substância não causa câncer, mutações, e não é tóxica para reprodução ou provoca malformação no feto.

“Frases de Bolsonaro sobre Ditadura são infelizes”, diz Presidente do Chile

O Presidente do Chile, Sebastián Piñera, disse neste domingo (24) que as frases de Jair Bolsonaro (PSL) sobre as ditaduras latino-americanas são "infelizes". Segundo a Folha de S. Paulo, Piñera disse que há posições do presidente brasileiro "com as quais não concorda" e citou como exemplo a frase "quem procura osso é cachorro".

A frase já estampou o gabinete de Bolsonaro quando ele era deputado federal e faz referência aos mortos na guerrilha do Araguaia. Corpos de vítimas do confronto nunca foram encontrados.

Piñera classificou frases como a citada como "tremendamente infelizes". "Não compartilho muito do que Bolsonaro diz sobre o tema", disse o presidente chileno. 

Bolsonaro foi alvo de protestos no Chile durante a visita de dois dias que fez no país. Defensor do ditador chileno Augusto Pinochet, Bolsonaro também já fez elogios recentemente ao ditador paraguaio Alfredo Stroessner

Pinochet governou o Chile de 1973 até 1990 após orquestrar um golpe de Estado contra Salvador Allende. No período, mais de 20 mil pessoas foram torturadas e mais de 3 mil foram mortas ou seguem desaparecidas.

Incêndio em caminhão com 'ajuda humanitária' na Venezuela foi causado por manifestantes da oposição, afirma New York Times

Reprodução/Twitter


"Mas uma investigação do [New York] Times mostra que os oficiais dos EUA levantaram um julgamento sem os fatos completos", diz o jornal

O incêndio em um dos caminhões que levava a suposta ajuda humanitária da Colômbia à Venezuela no dia 23 de fevereiro foi causado por um coquetel molotov lançado por um manifestante contrário ao governo de Maduro. Umvídeo exclusivodivulgado neste domingo (10/03) pelo jornal norte-americanoNew York Times, comprova que o incêndio começou por conta de uma bomba caseira que foi lançada por um manifestante opositor e não por ações das tropas venezuelanas que estavam presentes na fronteira.

O periódico ainda destaca que vários veículos ao redor do mundo e importantes figuras políticas dos EUA culparam as forças venezuelanas e até o próprio presidente por ter supostamente "ordenado" que se queimasse o carregamento. "Mas uma investigação do[New York] Timesmostra que os oficiais dos EUA levantaram um julgamento sem os fatos completos", diz o jornal.

O vídeo mostra um homem de camisa preta lançando dois coquetéis molotov contra os policiais venezuelanos que guardavam a fronteira do país. Na segunda bomba lançada, um fragmento voa para o outro lado, na direção de um dos caminhões.

Ainda de acordo com oNYT, um vídeo difundido pelo governo da Colômbia para incriminar o governo da Venezuela foi falsificado e teve 13 minutos da gravação cortados. Vários membros do governo de Donald Trump e políticos norte-americanos culparam Maduro pelo incidente.

À época, o secretário de Defesa dos EUA, John Bolton, disse que o presidente da Venezuela "mentiu" sobre a crise no país e teria contratado "criminosos" para incendiar os carregamentos com a suposta ajuda humanitária.

"Maduro mentiu sobre a crise humanitária na Venezuela, ele contratou criminosos para queimar comida e remédios destinados para o povo venezuelano",escreveu Bolton em sua conta no Twitter.

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, também culpou Nicolás Maduro pelo incidente, o chamando de "tirano doente".

"Nós denunciamos a recusa de Maduro de deixar a ajuda humanitária entrar na Venezuela. Que tipo de tirano doente impede que comida chegue à população faminta? Essas imagens dos caminhões cheios de ajuda queimando são nojentas",escreveu Pompeo em seu Twitter.

Outro norte-americano a culpar o governo da Venezuela foi o senador republicano Marco Rubio. O políticoretuitou um vídeode um jornalista venezuelano que estava na fronteira da Venezuela com a Colômbia e fez imagens do incêndio afirmando que a polícia venezuelana havia incendiado o carregamento.

Além disso, Rubio escreveu que "cada um dos caminhões incendiados por Maduro carregava 20 toneladas de comida e remédio. Isso é um crime e se as leis internacionais significam alguma coisa ele deve pagar um preço muito caro por isso". Segundo o vídeo doNew York Times, apenas um caminhão foi atingido pela bomba caseira.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, tambémafirmou que Maduroestava por trás do incêndio na fronteira. 

Segundo Pence, "o tirano em Caracas dançava enquanto seus 'capangas' assassinaram civis e queimaram comida e remédio que estavam indo à Venezuela".

O vice-presidente ainda afirmou que o episódio era "apenas mais um dia na jornada da Venezuela da tirania à liberdade".

O deputado de direita Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino da Venezuela, também responsabilizou Maduro pelo incêndio. Em discurso realizado em Cúcuta, na Colômbia, um dia depois do incidente na fronteira, Guaidó disse que a população não devia "lealdade a quem queima comida na frente dos famintos".

Após os incidentes do dia 23 de fevereiro, Guaidó iniciou uma série de viagens pela América Latina, onde se encontrou com líderes de países como Colômbia, Brasil, Paraguai e Equador, em busca de apoio para a tentativa de golpe de Estado na Venezuela.

Ainda depois do incêndio na fronteira, o vice-presidente dos EUA anunciou novas sanções contra o país latino-americano, endurecendo a pressão norte-americana contra o governo de Maduro. 

Rússia multará em até US$ 23 mil a difusão de notícias falsas

Foto EFE/EPA/MAXIM SHIPENKOV

 

A Rússia punirá com multas de até 1,5 milhões de rublos (US$ 23 mil) a difusão premeditada de notícias falsas, em conformidade com uma lei aprovada nesta quinta-feira pela Câmera dos Deputados do parlamento russo.

A legislação, que ainda deve ser votada no Conselho da Federação (Senado) antes de sua promulgação pelo presidente russo, Vladimir Putin, sanciona a difusão premeditada de notícias falsas tanto nos veículos de imprensa como na internet e nas redes sociais.

As multas para as pessoas físicas oscilarão entre 30 mil e 400 mil rublos (US$ 460 e 6.100), de acordo com a gravidade das consequências da difusão de notícias falsas.

A mesma falta cometida por funcionários com cargos de responsabilidade será sancionada com multas de entre 60 mil e 900 mil rublos (US$ 920 e 13.800) que, para as pessoas jurídicas, serão de entre 200 mil e 1,5 milhão de rublos (US$ 3.060 e 23.000).

Os montantes de menor quantia serão impostos aos que propagarem informações falsas que ponham em risco a saúde das pessoas e o seu patrimônio, ou ameace com a alteração da ordem pública.

Com multas de categoria intermediária se sancionará a difusão de notícias falsas que obstruam o funcionamento de infraestruturas, das comunicações, do transporte, do sistema bancário e de outros setores econômicos.

As maiores sanções serão aplicadas quando as notícias falsas levarem a danos à saúde ou a morte de pessoas, ou suponham a interrupção de serviços básicos.

Casa da Moeda Real Canadense exibe o famoso navio do explorador John Cabot

A Casa da Moeda Real Canadense cunhou, com orgulho, uma impressionante moeda de prata que recaptura odesigndo Dólar dePrata de1949, celebrando a transformação deTerra Novae Labrador(Newfoundland andLabrador) de colônia britânica para a mais nova província do Canadá, há 70 anos. A moeda traz o Matthew, o veleiro em que o intrépido explorador europeuJohn Cabotnavegou até o litoral deTerra Novaem 1497. Quando o gravador mestreThomas Shingles entalhou à mão, pela primeira vez, o reverso dessa moeda, ela se tornou um clássico instantaneamente, apreciada por seudesigngracioso e meticuloso. Agora, ela pode ser apreciada ainda mais na escala de uma moeda de prata 99,99% pura de 5 onças, cujo anverso também traz a efígie de Sua Majestade o Rei George VI, tal como apareceu na moeda original. Essa moeda especial e diversas outras moedas de coleção finamente cunhadas estão disponíveis para compra a partir dehoje.

A criatividade brilha nas moedas quadradas que compõem o conjunto de moedas de prata fina de$ 3de 2019 – Os Elementos (The Elements). Criadas pela artista de Toronto Rebecca Yanovskaya, cada moeda ilustra um dos elementos: fogo, ar, terra e água. Essa moeda foi primeiramente inspirada por sugestão de um membro do Masters Club da Casa da Moeda (um programa de fidelidade administrado pela Casa da Moeda Real Canadense),Bernard Dumais, de Lévis, Québec. Cada uma delas é aprimorada por um motivo de folhas de bordo em vermelho, amarelo, marrom e verde, evocando cada elemento. Dispostas juntas, as moedas formam uma imagem circular, representando o ciclo das estações mutáveis do Canadá.

Outra moeda histórica ganha notoriedade com a moeda de prata fina de$ 20de 2019 – a do 40º Aniversário da Folha de Bordo de Ouro. Odesignexclusivo das moedas de barra de ouro favoritas no mundo é fielmente preservado em uma moeda de incusa dupla, com seus traços dodesigncentral submersos na superfície da moeda: uma folha de bordo no reverso e a efígie de Sua Majestade a Rainha Elizabeth II no anverso. Como um tributo extra à moeda de barra de ouro que homenageia, a imagem da folha de bordo é seletivamente folheada a ouro.

Sínodo sobre Amazônia será realizado de 6 a 27 de outubro no Vaticano

(Foto EFE/EPA/Giuseppe Lami)

 

O Sínodo dos Bispos convocados para debater sobre a região da Amazônia será realizado de 6 a 27 de outubro deste ano, anunciou nesta segunda-feira o escritório de imprensa do Vaticano. A assembleia de bispos, que refletirá sobre o tema "Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral", tem como objetivo responder às "injustiças" na região, que é vital para o planeta, segundo o documento preparatório.

Antes do anúncio da data, o papa Francisco recebeu hoje o cardeal brasileiro Cláudio Hummes e o arcebispo de Quibdó (Colômbia), Juan Carlos Barreto, membros da Rede Eclesiástica Pan-Amazônica. Devido à especificidade deste Sínodo, somente participarão bispos dos países amazônicos, vindos de Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname, Venezuela, e Guiana Francesa (102 no total). Também estão convidados representantes dos países da Conferência Episcopal Latino-Americana (CELAM) e representantes indígenas.

Segundo documento de preparação, a Igreja foi convocada para "responder às situações de injustiça da região, como o neocolonialismo das indústrias extrativistas, os projetos de infraestruturas que danificam sua biodiversidade e a imposição de modelos culturais e econômicos alheios à vida dos povos".

Além disso, será debatida a situação dos povos "indígenas, ribeirinhos, e afrodescendentes", e também como a Igreja pode enfrentar a falta de religiosos nestas áreas. Para conhecer melhor os problemas, o Vaticano enviará um questionário às igrejas locais para conhecer as realidades da região e dar soluções e que servirá também para a elaboração do documento de trabalho que será utilizado no Sínodo.