Qua02202019

Last update04:00:19 PM

 


Back Você está aqui: Home Mundo

Mundo

Trump afirma que nova reunião com Kim será no Vietnã no final do mês

Trump e Kim Jong-um em foto de 2018 (EFE/Kevin Lim/The Straits Times)

 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta terça-feira que sua segunda cúpula com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, será realizada no Vietnã nos próximos 27 e 28 de fevereiro, e defendeu sua "histórica busca da paz na península coreana". O anuncio do encontro foi feito pelo presidente americano em seu discurso anual no Congresso dos Estados Unidos.

Essa cúpula de dois dias, que segundo alguns meios de comunicação poderia acontecer na cidade litorânea vietnamita de Da Nang, será realizada oito meses depois do histórico primeiro encontro entre Trump e Kim no dia 12 de junho em Singapura.

Trump apresentou essa nova cúpula como parte de uma "nova diplomacia audaz" com a qual o seu governo tem embarcado em uma "histórica busca da paz na península coreana".

O diálogo entre EUA e Coreia do Norte se encontra estagnado desde a cúpula de Singapura, na qual Kim e Trump concordaram em trabalhar para a desnuclearização de Pyongyang em troca de que Washington garanta a sobrevivência do governo.

Papa Francisco visita os Emirados Árabes


O papa Francisco é recebido pelo príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Mohammed bin Zayed al-Nahyan (dir.) em sua chegada aos Emirados Árabes Unidos -Andrew Medichini/AFP

 

O Papa Francisco começa sua visita aos Emirados Árabes neste domingo, dia 3, a primeira na História de um pontífice à Península Arábica, com o objetivo de fortalecer os laços com o Islã.

“ “Estou feliz de escrever em vossa querida terra uma nova página nas relações entre as religiões, confirmando que somos irmãos, apesar de diferentes”, afirmou o pontífice em uma mensagem em vídeo à população dos Emirados.

Francisco chegou a Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, para uma estada até terça-feira, na qual participará de um encontro inter-religioso e se reunirá com o imã sunita de Al Azhar, xeque Ahmed al Tayeb, a quem já visitou no Egito, em 2017, e define como “amigo e irmão querido”.

Defensor do diálogo com outras denominações cristãs e outras religiões e das visitas à “periferia”, o pontífice argentino já viajou várias vezes aos países muçulmanos: ao Oriente Médio e à Turquia, em 2014; ao Azerbaijão, em 2016; e ao Egito, em 2017.

O príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Mohamed bin Zayed Al Nahyan, elogiou seu convidado como “um homem de paz e amor”, expressando sua esperança de que “as futuras gerações prosperarão em paz e segurança”.

O sumo pontífice também afirmou que o país que vai visitar é “uma terra que tenta ser um modelo de convivência, de fraternidade humana e de encontro através de diversas civilizações e culturas, onde muitos encontram um lugar seguro para trabalhar e viver livremente no respeito da diversidade”.

CONTROLE REGILIOSO

Ao contrário de seu vizinho saudita, que proíbe a prática de outras religiões além do islamismo, os Emirados Árabes Unidos querem projetar uma imagem de um país tolerante. Entre sua população, 90% estrangeira, há muitos cristãos, especialmente trabalhadores indianos e filipinos.

Há cerca de um milhão de católicos neste país, adeptos de um Islã bastante moderado, cuja sociedade é bastante aberta ao mundo exterior.

Ainda assim, as autoridades controlam as práticas religiosas e reprimem a contestação política, ou a exploração da religião, até mesmo pelos islamistas.

“Nós não controlamos as orações na sexta-feira, mas as regulamos para o bem comum, para evitar a disseminação do discurso de ódio, como vimos em muitos países, inclusive na Europa”, explicou um líder dos Emirados à AFP.

No último dia de sua visita, nesta terça-feira, o papa Francisco celebrará uma missa, da qual mais de 130.000 pessoas participarão. Será o maior ato religioso já vivenciado pelo país, segundo a mídia local.

Os católicos que compareceram a uma missa ao ar livre na quarta-feira em Dubai fizeram fila por horas na St. Mary’s Catholic Church para conseguir ingressos para essa grande missa no estádio Zayed Sports City, em Abu Dhabi.

 (AFP)

Papa Francisco visita os Emirados Árabes


O papa Francisco é recebido pelo príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Mohammed bin Zayed al-Nahyan (dir.) em sua chegada aos Emirados Árabes Unidos -Andrew Medichini/AFP

 

O Papa Francisco começa sua visita aos Emirados Árabes neste domingo, dia 3, a primeira na História de um pontífice à Península Arábica, com o objetivo de fortalecer os laços com o Islã.

“ “Estou feliz de escrever em vossa querida terra uma nova página nas relações entre as religiões, confirmando que somos irmãos, apesar de diferentes”, afirmou o pontífice em uma mensagem em vídeo à população dos Emirados.

Francisco chegou a Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, para uma estada até terça-feira, na qual participará de um encontro inter-religioso e se reunirá com o imã sunita de Al Azhar, xeque Ahmed al Tayeb, a quem já visitou no Egito, em 2017, e define como “amigo e irmão querido”.

Defensor do diálogo com outras denominações cristãs e outras religiões e das visitas à “periferia”, o pontífice argentino já viajou várias vezes aos países muçulmanos: ao Oriente Médio e à Turquia, em 2014; ao Azerbaijão, em 2016; e ao Egito, em 2017.

O príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Mohamed bin Zayed Al Nahyan, elogiou seu convidado como “um homem de paz e amor”, expressando sua esperança de que “as futuras gerações prosperarão em paz e segurança”.

O sumo pontífice também afirmou que o país que vai visitar é “uma terra que tenta ser um modelo de convivência, de fraternidade humana e de encontro através de diversas civilizações e culturas, onde muitos encontram um lugar seguro para trabalhar e viver livremente no respeito da diversidade”.

CONTROLE REGILIOSO

Ao contrário de seu vizinho saudita, que proíbe a prática de outras religiões além do islamismo, os Emirados Árabes Unidos querem projetar uma imagem de um país tolerante. Entre sua população, 90% estrangeira, há muitos cristãos, especialmente trabalhadores indianos e filipinos.

Há cerca de um milhão de católicos neste país, adeptos de um Islã bastante moderado, cuja sociedade é bastante aberta ao mundo exterior.

Ainda assim, as autoridades controlam as práticas religiosas e reprimem a contestação política, ou a exploração da religião, até mesmo pelos islamistas.

“Nós não controlamos as orações na sexta-feira, mas as regulamos para o bem comum, para evitar a disseminação do discurso de ódio, como vimos em muitos países, inclusive na Europa”, explicou um líder dos Emirados à AFP.

No último dia de sua visita, nesta terça-feira, o papa Francisco celebrará uma missa, da qual mais de 130.000 pessoas participarão. Será o maior ato religioso já vivenciado pelo país, segundo a mídia local.

Os católicos que compareceram a uma missa ao ar livre na quarta-feira em Dubai fizeram fila por horas na St. Mary’s Catholic Church para conseguir ingressos para essa grande missa no estádio Zayed Sports City, em Abu Dhabi.

 (AFP)

Jornalistas da Efe presos na Venezuela serão deportados para a Colômbia

Leonardo Muñoz, Mauren Barriga e Gonzalo Domímguez (EFE/ARQUIVO)

Os três jornalistas da Agência Efe detidos ontem pelo serviço de inteligência da Venezuela foram libertados nesta quinta-feira e serão deportados para a Colômbia. Os colombianos Mauren Barriga Vargas e Leonardo Muñoz, além do espanhol Gonzalo Domínguez, foram levados na manhã de hoje à sede do Serviço de Identificação, Migração e Estrangeiros (Saime), no centro de Caracas. No local, passaram por exames médicos antes de serem transferidos para o aeroporto internacional Simón Bolívar.

Por enquanto, não há informação sobre o motorista que acompanhava Muñoz, o venezuelano José Salas, também preso ontem.

Muñoz e Salas foram detidos na tarde de ontem enquanto cobriam um protesto convocado pela oposição ao governo de Nicolás Maduro em Caracas. O paradeiro dos dois só foi revelado às 21h30 locais (23h em Brasília), quando o Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin) prendeu os outros dois funcionários da Efe.

Vargas e Domínguez eram esperados por cinco agentes do Sebin, fortemente armados, no hotel onde estavam hospedados no leste de Caracas, e foram levados à sede do órgão, conhecida como Helicoide, no outro lado da capital venezuelana.

Os advogados da Efe tentaram, sem sucesso, que os agentes do Sebin se identificassem. Em um primeiro momento, eles permitiram que os advogados e a diretora da agência em Caracas, Nélida Fernández, acompanhassem os dois correspondentes na sede do órgão. No entanto, eles foram impedidos de entrar no local ao chegarem ao Helicoide.

O Sebin argumentou que os profissionais da Efe não estavam credenciados para trabalhar no país e por isso foram presos.

No entanto, ao chegarem ao aeroporto Simón Bolívar, os correspondentes e o fotógrafo da Efe informaram aos funcionários do serviço migratório da Venezuela que trabalhariam na delegação da agência em Caracas, sendo autorizados a entrar no país.

Dezenas de jornalistas estrangeiros chegaram à Venezuela para cobrir de perto a crise política que afeta o país, especialmente depois da autoproclamação como presidente de Juan Guaidó, o chefe da Assembleia Nacional, controlada pela oposição.

Guaidó foi apoiado por dezenas de países, entre eles o Brasil. Maduro afirma que há um golpe de Estado em andamento na Venezuela, um movimento que, segundo ele, seria apoiado pela imprensa internacional.

EUA ignoram decisão da Venezuela; China apoia Maduro

O secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, afirmou, em nota à imprensa, que não vai retirar os diplomatas da Venezuela, desrespeitando uma ordem emitida pelo presidente Nicolás Maduro nesta quarta-feira (23/01), em pronunciamento realizado na sacada do Palácio Miraflores, sede do governo venezuelano.

Pompeo se pronunciou horas depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou apoio à tentativa de golpe na Venezuela, com a autoproclamação do presidente da Assembleia Nacional e líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó.

A atitude do chefe de Estado norte-americano levou Maduro a tomar a decisão de anunciar o rompimento diplomático com os EUA e a dar uma ordem de retirada dos diplomatas norte-americanos da Venezuela em até 72 horas.

O secretário norte-americano afirmou que os EUA não reconhecem Maduro como presidente da Venezuela, o que retira a validade da ordem de retirada dos diplomatas. "Os Estados Unidos não reconhecem o regime de Maduro como o governo da Venezuela. Portanto, os Estados Unidos não consideram que o ex-presidente Nicolás Maduro tenha a autoridade legal para romper relações diplomáticas com os Estados Unidos ou declarar nossos diplomataspersona non grata", diz a nota.

China se une à Rússia e líderes da América Latina

A China, à exemplo da Rússia e de países da América Latina como Bolívia, México e Cuba, anunciou apoio ao governo do presidente eleito da Venezuela Nicolás Maduro.

A manifestação chinesa ocorreu nesta quinta-feira (24/01), em entrevista coletiva concedida pela porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying, em Pequim.

De acordo com a porta-voz, a China se opõe à interferência estrangeira nos assuntos venezuelanos, e defende que a situação seja resolvida pacificamente, por meio de negociações e de acordo com a Constituição. "A China espera que todas as partes na Venezuela resolvam suas diferenças políticas por meio do diálogo e da consulta, evitem conflitos violentos e restaurem a ordem normal de acordo com os interesses fundamentais do país e do povo", disse o porta-voz. 

Hua Chunying afirmou ainda que as sanções e a interferência em assuntos internos são mecanismos que apenas "tendem a complicar a situação e não contribuem para a resolução de problemas práticos".

Itália aprova decreto que institui 'renda de cidadania'

Flickr

Programa pagará benefício mensal para italianos, cidadãos da União Europeia e outros estrangeiros

O governo da Itália aprovou decreto-lei que institui a chamada "renda de cidadania", bandeira histórica do partido antissistema Movimento 5 Estrelas (M5S), além de uma mudança no sistema previdenciário bancada pela ultranacionalista Liga. De acordo com o orçamento de 2019, aprovado no final de dezembro, são previstos cerca de seis bilhões de euros para a “renda cidadã”, a principal promessa do 5 estrelas, e quatro bilhões para a reforma das aposentadorias, proposta pela Liga. 

A criação de uma renda básica universal para os cidadãos vinha sendo pregada pelo M5S desde seu surgimento, mas o estado das finanças italianas só permitiu um projeto menos ambicioso. Ainda assim, fornecerá um subsídio mensal para cerca de 1,375 milhão de famílias.

O governo prevê gastar 6,1 bilhões de euros em 2019 com o programa, que entrará em vigor em abril e começará a ser pago em maio, garantindo um benefício médio mensal de pouco mais de 554 euros a cada família (cerca de R$ 2,37 mil).

Requisitos

Para ter acesso ao benefício, o núcleo familiar não poderá ter renda superior a 12,6 mil euros por ano, enquanto para solteiros o limite será de 6 mil euros pelo mesmo período.

Outro requisito para conseguir o benefício é não possuir patrimônio imobiliário superior a 30 mil euros, com exceção ao primeiro imóvel, nem mais do que 6 mil euros de saldo no banco. No caso de famílias numerosas o valor sobre para 10 mil euros. 

O valor mínimo estipulado para a renda cidadã é de 500 euros por família (no caso de solteiros), e no máximo de 1.050 euros (um casal, um filho maior de idade e duas crianças). O programa também prevê uma contribuição extra de 280 euros por mês para quem vive de aluguel.

A renda estará disponível para italianos, cidadãos da União Europeia e outros estrangeiros, desde que tenham vivido no país durante 10 anos, sendo os dois últimos de forma contínua. O período máximo de usufruto será de 18 meses, podendo ser renovado após uma pausa de um mês. Quem não puder trabalhar terá de participar por até oito horas semanais de "projetos úteis à sociedade definidos pela prefeitura". O decreto ainda pune com dois a seis anos de prisão quem fornecer dados falsos.

Mudança na aposentadoria

A mudança nas regras de aposentadoria prevê a introdução da chamada "cota 100", que permite a saída do mercado de trabalho quando o cidadão atingir 62 anos de idade e pelo menos 38 anos de contribuição. A lei atual exige uma idade mínima de 67 anos.

A medida funcionará em caráter experimental e valerá apenas para o triênio 2019-2021. O governo calcula que a "cota 100" poderá ser solicitada por cerca de 1 milhão de pessoas. Para 2019 a previsão é que 355 mil pessoas possam fazer esta opção, incluindo 130 mil funcionários. A expectativa é que a medida abra caminho para a entrada de mais jovens no mercado de trabalho.

* Com ANSA

Governo colombiano responsabiliza ELN por atentado terrorista em Bogotá

Na foto Presidente Ivan Duque ao centro, com a vice-presidente Mara Ramirez e o Ministro da Defesa Guillermo Botero (EFE/Maurício Dueñas Castañeda)

 

O governo da Colômbia atribuiu nesta sexta-feira à guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) a autoria do atentado terrorista contra a Escola de Cadetes da Polícia em Bogotá que ontem matou pelo menos 21 pessoas, incluindo o autor do ataque, e deixou 68 feridas.

"De uma só vez, um ato terrorista cometido pelo ELN custou essas vidas", disse em entrevista coletiva o ministro da Defesa colombiano, Guillermo Botero, ao referir-se às 20 vítimas mortais, sobre as quais disse que eram todos cadetes da polícia, "com idades entre 17 e talvez 22 anos".

O atentado foi cometido na manhã de ontem com um carro-bomba carregado com 80 quilos do explosivo pentolite que foram detonados dentro da Escola de Cadetes da Polícia General Francisco de Paula Santander, no sul de Bogotá.

O ministro confirmou que o autor material do atentado foi José Aldemar Rojas Rodríguez, de 56 anos, que era conhecido como "Mocho" ou "Kiko" porque entre 2008 e 2010 perdeu sua mão direita ao manipular explosivos. Botero afirmou que Rojas Rodríguez "fez parte da frente Domingo Laín Sáenz", uma das mais poderosas do ELN, que opera na região de Arauca, onde comentou vários atentados contra a infraestrutura petrolífera.

Martínez, que junto com o ministro Botero deu detalhes da maneira como aconteceu o atentado e das investigações que estão sendo realizadas, assegurou que as autoridades têm documentos que comprovam a filiação do terrorista ao ELN.

O governo e o ELN iniciaram em fevereiro de 2017 diálogos de paz que atualmente estão suspensos e cuja continuidade fica ainda mais em dúvida depois deste atentado, segundo analistas. O ministro da Defesa disse ainda que, em 2015, Rojas Rodríguez "buscou ser incluído na lista de integrantes das Farc" - as desmobilizadas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia - que fizeram parte do processo de paz "para tentar obter benefícios, mas foi rejeitado taxativamente em três vezes". (Com informações Agência EFE)

14 pessoas inocentes morrem em ataque a um complexo hoteleiro em Nairobi

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, confirmou que 14 civis morreram durante o ataque a um complexo hoteleiro de Nairóbi, capital do país, nesta terça-feira (15). Ainda de acordo com o político, todos os autores do atentado foram eliminados pelas forças de segurança.

De acordo com o jornal local Daily Nation 38 pessoas estão internadas em hospitais locais em decorrência do atentado.  OQuêniatem sido alvo do grupo terrorista islâmico somali Al-Shabab, que promoveu um ataque em 2013, que deixou dezenas de mortos em um shopping e, em 2015, um atentado que deixou 150 estudantes mortos em uma universidade.

"Os não muçulmanos são nossos alvos e vamos matá-los onde se esconderem de nós", disse Ali Dheere, porta voz do grupo terrorista.

O ataque desta terça-feira aconteceu na rua Riverside Drive, no bairro de Westlands, em frente a um complexo que abriga, entre outros, o luxuoso hotel DusitD2. Além de uma forte explosão, testemunhas ouviram tiros vindo de dentro da construção. "Podemos confirmar que 14 pessoas inocentes perderam suas vidas nas mãos desses assassinos", disse Kenyatta, que comemorou a eliminação dos terroristas: "Nossas forças de segurança foram rápidas e competentes", disse.Ainda segundo o político, cerca de 700 pessoas foram resgatadas durante o atentado.

EUA e China se reúnem em Pequim para discutir guerra comercial

 

Autoridades da China e dos Estados Unidos se reuniram nesta segunda-feira (07/01) em Pequim, capital chinesa, para negociar o fim da guerra comercial entre os dois países. Segundo a imprensa chinesa, a delegação norte-americana liderada pelo vice-representante de Comércio, Jeffrey Gerrish, chegou na sede do Ministério do Comércio do país. Além de Gerrish, integram a equipe dos EUA funcionários dos departamentos de Estado, da Agricultura, Energia e do Tesouro.

Por sua vez, a delegação chinesa, coordenada pelo vice-primeiro-ministro da China, Liu He, anunciou que as negociações durariam dois dias e seriam focadas na implementação de acordos discutidos durante a cúpula do G20, que ocorreu em dezembro de 2018 na Argentina.

À época, os presidentes Donald Trump e Xi Jinping concordaram em um prazo de três meses para colocar fim ao enfrentamento comercial entre os dois países. O mandatário chinês se comprometeu em corrigir o desequilíbrio comercial importando mais produtos agrícolas e industriais dos EUA. Por sua vez, Trump suspendeu os planos de aumentar tarifas sobre produtos chineses.

Os dois países se encontram em um conflito comercial desde de junho de 2018, quando o presidente norte-americano anunciou aumentos nas tarifas sobre produtos chineses importados.