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Piracema tem início no dia 1º de novembro. Pesca fica restrita para garantir a desova dos peixes

Nesta semana equipes do Policiamento Ambiental da região de Piracicaba, Brotas, Rio Claro, Pirassununga, Mogi Guaçu, São Joao da Boa vista, Casa Branca e São José do Rio Pardo e demais municípios participara de um Treinamentos de Fiscalização para Início da Operação Piracema que ocorre nesta sexta-feira, dia 1º de novembro e se estende até 28 de fevereiro.

Neste período ocorre a restrição da pesca amadora e profissional na Bacia Hidrográfica do Rio Paraná com a finalidade de garantir a perpetuação das espécies e a renovação dos estoques pesqueiros.

A restrição é caracterizada pela proibição da captura, transporte, transporte e armazenamento de espécies nativas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraná. Na nossa região estas espécies são: corimba, piau, traíra, barbado, entre outros. Espécies que não são provenientes da Bacia do Paraná como por exemplo, corvina, tilápia, tucunaré, zoiudo, carpa, sendo permitida a pesca na quantidade máxima de 10 quilos por pescador amador.

Durante a piracema é permitida a pesca utilizando iscas de peixes vivos, desde que oriundo de criações e acompanhados de nota fiscal ou nota do produtor.

Assaltou quitanda com moto furtada e não pagou conta em motel

(Foto ilustrativa)

 

Nesta terça-feira, dia 15, um assalto foi comunicado à Polícia Militar. A informação era de que um homem entrou numa quitanda localizada na Avenida Izete Correa Fontão, no Jardim das Flores, subjugou as vítimas dizendo que estava armado, para então roubar R$ 100,00 em dinheiro. O suspeito deixou o local pilotando uma motocicleta e usava um capacete de cor branca.

Logo após a comunicação deste roubo, a Polícia Militar foi fazer uma averiguação no Motel Yes, onde foi informada que o suspeito estava num dos quartos. O Cabo Carlos e o PM Sassaron então solicitaram apoio de outras viaturas, o estabelecimento foi cercado, e quando os Policiais Militares entraram no motel encontraram o suspeito na garagem da suite 12 já sob uma motocicleta. O homem tentou fugir, mas foi contido e algemado. Em seguida recebeu voz de prisão pelo roubo, pois acabou confessando o crime, bem como outros delitos cometidos em comércios locais.

Quando os PMs verificaram a motocicleta que o homem de 40 anos utilizava, constatou que o veiculo era produto de furto por Poços de Caldas conforme registro de boletim de ocorrência. A polícia de Poços de Caldas informou ainda que o homem, devido os vários crimes cometidos naquela cidade, tinha contra ele um Mandado de Prisão em aberto.

O representante do Motel Snob´s informu que no dia 11 de outubro, o homem se hospedou no estabelecimento, consumiu R$ 250,00 e saiu sem pagar as despesas. Encaminhado à delegacia de polícia, A.C.B. foi autuado em flagrante e encaminhado à Cadeia Pública. A moto, capacete e roupas utilizadas durante os crimes foram apreendidas.

 

SINDPESP divulga Salários das Polícias Civis do país: SP tem o segundo pior

A Polícia Civil de São Paulo, o estado mais rico da federação, tem o segundo pior salário pago a um delegado de polícia no Brasil. Com vencimentos de R$ 9.888,37, São Paulo fica na frente apenas de Pernambuco, cuja remuneração é R$ 9.069,81. No outro lado do ranking está Mato Grosso, o estado que mais valoriza seu delegado, com R$ 24.451,11 de salário inicial. 

As informações estão no Ranking Salarial da Polícia Civil Brasileira, elaborado pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP) com base em dados oficiais colhidos em todos os estados da federação por meio do Portal da Transparência, Diário Oficial e Secretarias de Segurança Pública. 

  

A Polícia Civil de São Paulo foi sucateada ao longo de várias gestões, sem investimentos para recompor os quadros da instituição e sem qualquer política de valorização do profissional.“Durante vários governos, o estado não fez os necessários investimentos em segurança pública: viaturas e prédios estão deteriorados, o armamento está obsoleto, faltam equipamentos de segurança, como coletes balísticos, e o salário dos nossos policiais é um deboche”, afirma Raquel Kobaschii Gallinati, presidente do SINDPESP.

  

O resultado dessa má gestão de segurança é um deficit de 14.206 policiais, o equivalente a 34% do efetivo.“A situação está insustentável, a Polícia Civil pede socorro. Não temos as mínimas condições necessárias para prestar o atendimento que a população merece. Quando um governo deixa de investir em segurança, ele não abandona apenas a polícia, ele abandona o seu povo e abre caminho para que a criminalidade aja com mais facilidade”, pontua Raquel.

Outras carreiras

A situação salarial dos investigadores de São Paulo é tão preocupante quanto o deficit da classe, que sofre com a falta de quase 3.500 profissionais em todo estado: eles recebem o segundo pior salário do Brasil (R$3.743,98). O Ceará tem os piores vencimentos da carreira (R$3732,86). Realidade bem diferente dos profissionais que atuam no Amazonas e entram na Polícia Civil recebendo R$ 9.613,14, quase o mesmo valor pago ao delegado de SP.

 Os escrivães de São Paulo também estão nasegundacolocação entre os salários mais baixos do país. Além de vencimentos vexatórios, são 3 mil policiais a menos à frente da segurança pública paulista.

 Todos os valores utilizados na composição deste ranking se referem a salários iniciais vigentes no ano de 2019. Os dados foram colhidos no Portal da Transparência, nas publicações oficiais de órgãos como o Diário Oficial, nas Secretarias de Segurança Pública e demais secretarias de governo.

Policiais Ambientais flagram pesca ilegal e apreendem 19 quilos de peixe


Pesca em local proibido gerou mais de R$ 8 mil em multas

No feriado nacional de 7 de setembro, o Sargento Melizi e o Cabo Elias em patrulhamento rural com o objetivo de verificar a degradação ambiental, acabaram por se deparar com uma ocorrência de pesca em local proibido mediante uso de petrecho proibido. Os fatos aconteceram no trecho da Barragem do Rio Jaguari Mirim e a fiscalização gerou apreensão de 19.100 quilos de pescado e de uma tarrafa de 3,20 metros,  

Quanto os Policiais ambientais se aproximaram da Barragem no Jaguari Mirim, visualizaram movimento de pessoas às margens, e por se tratar de local proibido para a prática de pesca prosseguiram na fiscalização a pé por uma trilha paralela ao manancial e chegaram a 4  homens que exerciam pesca predatória em local proibido (66 metros a jusante da barragem) com o uso de petrecho proibido, uma tarrafa de nylon com malha de 50 milímetros medindo 3,20 metros, contrariando as dimensões previstas em normas do IBAMA.

A tarrafa foi retirada das águas e nela havia aproximadamente 20 espécimes de pescado nativo conhecido como cascudo, que foram imediatamente reintroduzidos no ambiente aquático. Ao lado dos homens que pescavam. havia um saco plástico com 19,100 kg de cascudo, mas todos já sem vida.

Diante dos fatos, foram lavrados os Autos de Infração Ambiental, a tarrafa foi destruída e os peixes já mortos, por ser alimento perecível e sem condições sanitárias de ser doado, foram descartados no aterro sanitário. Os pescadores ainda vão responder por crime ambiental  previsto em Lei Federal.

MP apura sucateamento das delegacias do estado de São Paulo

O Ministério Público anunciou uma apuração sobre as condições estruturais das delegacias de Polícia Civil do estado de São Paulo e o impacto do sucateamento das unidades nas investigações. A apuração está baseada na fiscalização que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) fez nas 275 delegacias de do estado durante o mêsde maio. Na ocasião, os fiscais constataram que 60% das unidades não têm o espaço físico conservado e que 60% delas apresentam fissuras, goteiras e infiltrações, além de cupim.

A situação constatada pelos fiscais do TCE é a mesma que vem sendo relatada já há muito tempo pelo Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP), que vem visitando as delegacias da Capital e do Interior para avaliar as condições de trabalho e a estrutura física.O SINDPESP espera que esta apuração represente o pontapé inicial de uma série de mudanças que são necessárias para garantir que a Policia Civil de São Paulo tenha as mínimas condições para trabalhar em segurança, oferecer um atendimento de qualidade à população e desempenhar com excelência o seu papel de Polícia Judiciária”, afirma a presidente do SINDPESP, Raquel Kobashi Gallinati.

O promotor que cuida do caso afirmou, em entrevista à imprensa, que solicitou à Secretaria de Segurança Pública do Estado uma relação dos funcionários exonerados dos últimos dez anos, indicação dos concursos realizados e a apresentação dos alvarás de funcionamento dos prédios.

O SINDPESP avalia de forma positiva a apuração iniciada pelo MP e ressalta a necessidade de, além de reparar a estrutura, recompor o quadro da Polícia Civil, que apresentahojeum deficit de 33%, de equipar os policiais com armas mais modernas e de comprar coletes balísticos, que estão em falta.