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Flagrante de futo, tráfico de drogas e ato infracional na Rua Ademar de Barros

Foto Ilustrativa

Ação criminosa envolveu um jovem e três menores

Nesta terça-feira, 6 de agosto, por volta das 12h40, os PMS Donizetti e Nóbrega foram acionados a atender uma ocorrência de furto em relojoaria da Rua Ademar de Barros, número 603. A vítima forneceu aos policiais as características dos indivíduos, e uma descrição apontava para um elemento já conhecido em decorrência de envolvimento em outras ocorrências.

Assim os PMS com apoio de outras equipes, inclusive da Força Tática, iniciaram diligências, foram até algumas residências e chegaram ao condomínio de apartamentos daRua Graziela Vasconcelos de Godoy, no Jardim Nova República. Com indicação de moradores sobre os locais de ocorrência de tráfico de drogas, os policiais chegaram a um apartamento do Bloco 25, e avistaram jovem de 18 anos na porta de sua residência que demonstrou nervosismo com a presença dos PMS. O jovem foi abordado e submetido à busca pessoal onde nada de ilícito foi localizado. Com autorização os policiais entraram na residência, e durante a busca domiciliar encontraram no banheiro 2  sacolinhas com os pertences da vítima da Rua Ademar de Barros – 31 correntes de prata.

No quarto da casa estavam 3 adolescente – dois de 15 anos e um de 14 – que foram abordados. No interior de um colchão os policiais encontraram 8 porções de Crack, e em outro quarto em um guarda roupas com fundo falso foi localizada a quantia de R$ 350,40, e ainda 4 celulares. Indagados, os adolescentes nada falaram sobre o entorpecente.

Todos receberam voz de prisão por Furto e Tráfico de Drogas, foram encaminhado ao Distrito Policial onde o Delegado de Plantão Dr. Marcos Aparecido Ferreira do Carmo ratificou a voz de prisão ao jovem de 18 anos pelos crimes de Furto e Tráfico de Drogas, e voz de apreensão aos três adolesentes por Tráfico de Drogas permanecendo todos à disposição da justiça. Em desfavor de um dos menores havia três Mandados de Apreensão em aberto.

 

Dois assaltos e uma prisão por violência doméstica

Entre as ocorrências registradas nestes últimos dias de julho, destacam-se dois roubos e uma prisão em flagrante por violência doméstica.

Na madrugada do dia 27, três indivíduos que ocupavam um Santana, assaltaram o Auto Posto São João, localizado na Rua Conselheiro Antônio Prado. Um dos meliantes ameaçou o frentista simulando estar armado e roubou R$ 224,00. O trio fugiu em seguida do posto indo em direção a Rua Santo Antônio e desapareceu.

O Sargento Ubiratã e o PM Gustavo assim que receberam a comunicação do assalto ao posto de gasolina, realizaram patrulhamento, mas nenhum suspeito foi detido.

Na madrugada do dia 28, o Cabo Alessandro e o Cabo Paulo Henrique foram destacados a verificar a informação que havia uma pessoa machucada defronte a empresa Soufer, no Distrito Industrial, que afirmava que havia sido vítima de um assalto. A vítima em questão foi socorrida por funcionários da Renovias e encaminhada até a UPA. Na unidade de atendimento médico, o homem informou aos policiais que trabalha como mototaxista, e recebeu pelo whatsaap um pedido de corrido de uma desconhecida que dizia que sua moto estava sem combustível e parada defronte a empresa Cimentolândia, no Distrito Industrial.

O mototaxista disse que quando chegou ao local indicado, não encontrou ninguém, e ao tentar novo contato pelo aplicativo, visualizou uma motocicleta Twister de cor preta se aproximar. O piloto da moto desconhecida ao parar tomou o celular da vítima, e de posse de um facão obrigou o mototaxista descer a estrada de terra ao lado da empresa, perguntando se este queria morrer no local ou na estrada de terra. Em seguida a vítima foi agredida a socos e golpe de facão no braço esquerdo, e para não sofrer novos ferimentos fugiu a pé e conseguiu chegar até a Soufer e em seguida se dirigiu a base da Renovias, onde foi socorrido. A motocicleta da vítima foi localizada no local onde ele foi assaltado e agredido.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

No final da tarde de segunda-feira, dia 29, o Cabo Ademir e o PM Ivo foram acionados a atender uma ocorrência na casa de número 321 na rua Israel Vieira Ferreira, no Bairro do DER, Quando os policiais chegaram ao local, um homem de 29 anos, residente no Jardim Recanto dos Pássaros, correu, pulou vários muros, mas foi perseguido e acabou detido.

A vítima, de 35 anos, informou que já havia sofrido agressões do namorado e que se trancou na casa sendo ameaçada por ele que dizia que iria matá-la. O agressor foi encaminhado à delegacia de polícia, onde a autoridade ratificou a Prisão em Flagrante Delito por Ameaça, encaminhando-o à Cadeia Pública a disposição da Justiça.

Defasagem de policiais civis provoca caos nas delegacias da região de Piracicaba

São João da Boa Vista integra esta região – Deinter 9

A região da Polícia Civil dePiracicaba – Deinter 9 – onde se inclui a Seccional de Polícia de São João da Boa Vista -, apresenta omaior deficit de policiais de todo Estado (45%). A sobrecarga de trabalho, os baixos salários e a precariedade de equipamentos levam a níveis alarmantes as condições de trabalho dos policiais civis que atuam nas cidades que compõem o Departamento de Polícia Judiciária do Interior Nove (Deinter 9). O problema é antigo e só vem se agravando ao longo dos anos.“O departamento aqui já começou sem profissionais”, disse um dos policiais civis durante reunião com a presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP),Raquel Kobashi Gallinati, nestasegunda-feira (22/07).

Relatos de profissionais acumulando funções, trabalhando de sobreaviso sete dias por semana e de afastamentos por estresse são constantes.“A situação dos policiais aqui está caótica. A defasagem não permite ao policial civil o direito ao descanso e já ingressamos com uma ação junto à Organização Internacional do Trabalho (OIT). A situação é tão absurda que em uma delegacia daqui da região só há um policial e ele está em licença médica”, informouRaquel.

Apesar detodo o estado sofrer com uma defasagem de 14.235 policiais civis, o cenário encontrado nos municípios que integram a regional de Piracicaba é ainda mais dramático. A falta de profissionais não permite que a polícia desempenhe de forma adequada o seu papel constitucional, que é investigar com inteligência.“Ao longo de décadas, o Estado mais rico da federação não priorizou e não investiu em segurança pública e nós sabemos que a criminalidade se combate com inteligência e com investigação e essa é a atribuição constitucional da Policia Civil”, afirmou a presidente do SINDPESP.

Funcionários cedidos pelas Prefeituras locais estão fazendo o trabalho que caberia aos policiais civisna tentativa de minimizar a falta de profissionais para atender ao público nas delegacias. “O dia que não tem funcionário da Prefeitura ajudando, o trabalho fica um caos completo. E nas cidades que não têm ajuda da Prefeitura, a situação é ainda pior”, relatou um dos presentes no encontro com o SINDPESP.

Durante a reunião,os policiais relataram os prejuízos provocados pela extinção do cargo de carcereiro. Ainda háhoje, em algumas delegacias, presos sob custódia da Polícia Civil. Policiais relataram, durante a reunião, que os detidos por pensão alimentícia, por exemplo, que podem ficar até 90 dias numa unidade, dependendo da ordem judicial, acabam sendo responsabilidade dos poucos policiais que ainda estão trabalhando na sua guarda, já que carcereiro não existe mais. Pior: as delegacias não estão preparadas para manter a custódia de presos durante muito tempo.

Esse cenário não prejudica apenas os policiais civis, mas toda a sociedade. Sem profissionais, o atendimento à população e as investigações são prejudicados.“Para não deixar de atender à população, muitos policiais acabam acumulando funções e prejudicam a própria saúde. É uma situação insustentável. O governador do Estado precisa agir de forma urgente”, pontua a presidente do SINDPESP.

Os efeitos desse sucateamento na segurança pública são inegáveis e afetam toda a sociedade.“Aqui temos um (deficit) recorde provocado pela falta de investimento na Polícia Judiciária, na contratação de policiais e na abertura de concursos. A segurança pública é o pilar dos direitos sociais e o Governo tem obrigação de proporcionar segurança para o Estado de São Paulo. No Interior, a criminalidade já chegou e temos que combater o crime com inteligência, exigir do governador que priorize o investimento na segurança pública. A sociedade está vulnerável para a criminalidade e aquele que comete o crime não tem a certeza do castigo”, pontua Raquel.

O encontro destasegunda-feira, que reuniu policiais de toda região, integra uma série de visitas em todas as regiões do Estado para ouvir os delegados e reunir as reivindicações locais.“Reunimos os principais problemas enfrentados pelos policiais de todas as regiões do Estado para apresentar o diagnóstico ao governador e auxiliá-lo nas medidas que devem ser adotadas para garantir que a população tenha um atendimento digno”, explica a presidente do Sindicato.


Deficit recorde

Segundo a lei, a região de Piracicaba precisater1.897 profissionais para prestar um serviço adequado à população, mas faltam pelo menos 853 policiais, uma defasagem 45%, índice maior que a média de todo o Estado, que fica em 34%. A defasagem de cada região é calculada levando em consideração o número de policiais previstos em lei e o número de cargos ocupados.

Atualmente, toda a região conta com 1.044 cargos ocupados, entre delegados, investigadores, escrivães, agentes policiais, agentes de telecomunicações, papiloscopistas e auxiliares de papiloscopista. Os dados para o cálculo são fornecidos pela Secretaria de Segurança Pública e se referem ao número de policiais em atividade até dezembro de 2018.

Deficit de policiais civis na região do DEINTER-9, onde se inclui São João é o maior do Estado

No quadro acima os números oficiais de policiais na área da Delegacia Seccional de Polícia de São João da Boa Vista

As cidades que compõem o Depar­tamento de Polícia Judiciária do Interior Nove (Deinter 9), na região de Piracicaba, têm o maior deficit de policiais civis de todo Estado de São Paulo. Segundo a lei, a região precisater1.897 profissionais para prestar um serviço adequado à população e oferecer boas condições de trabalho, mas faltam pelo menos 853 policiais, um deficit alarmante de 45%. O índice é maior que a média de todo o Estado, que fica em 34%. A defasagem de cada região é calculada levando em consideração o número de policiais previstos em lei e o número de cargos ocupados. “Não podemos mais continuar trabalhando nessas condições. O governador precisa agir rápido para repor os quadros. A Polícia Civil está adoecendo, os policiais estão prejudicando a própria saúde para não deixar a população desassistida”, afirma a presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (SINDPESP), Raquel Kobashi Gallinati.

Os reflexos desse sucateamento são sobrecarga de trabalho, acúmulo de funções e trabalho em escala de sobreaviso durante todo o mês, sem descanso. A presidente do SINDPESP visita Piracicaba nesta segunda-feira (22/07) para ouvir dos policiais qual o impacto desse deficit nas condições de trabalho e no atendimento à população. “Um policial civil, por exemplo, é obrigado a cumprir a função de quatro ou cinco. Desta forma, normas do direito internacional do trabalho são frontalmente desrespeitadas, pois não se permite ao profissional o direito ao descanso. Ele fica 24 horas de sobreaviso o mês inteiro”, avalia a presidente.

Atualmente, toda a região conta com 1.044 cargos ocupados, entre delegados, investigadores, escrivães, agentes policiais, agentes de telecomunicações, papiloscopistas e auxiliares de papiloscopista. Os dados para o cálculo são fornecidos pela Secretaria de Segurança Pública e se referem ao número de policiais em atividade até dezembro de 2018. Por isso, o deficit pode ser ainda maior, já que não estão contabilizadas as baixas provocadas por aposentadorias e exonerações que aconteceram desde 1º de janeiro deste ano até o momento.

Além do deficit de funcionários, outro problema enfrentado pela polícia são os baixos salários, as deficiências na estrutura e a falta de equipamentos básicos de segurança, como o colete à prova de balas. “Uma das promessas de campanha do governador era que a polícia paulista teria os melhores salários do Brasil até o final do seu mandato. Já se passaram seis meses e até o momento ele não definiu um índice, nem afirmou quando esse reajuste será aplicado”, completa Raquel.

Ameaça com faca no Velório Municipal

*foto ilustrativa

Nesta segunda-feira, dia 15, perto das 15h30, O cabo Rodrigo e o PM Paulo Henrique foram destacados para atender uma ocorrência no interior do Velório Municipal, localizado na Rua Cel Ernesto de Oliveira, onde, segundo as informações do solicitante, ocorria uma desinteligência e um dos envolvidos estaria armado com uma faca.

Os Policiais Militares foram para o local e abordaram um homem de 37 anos, encontram em sua cintura uma faca de cerca de 17 centímetros. Ao ser indagado sobre o que estava acontecendo no local e porque ele estava com a faca, o homem respondeu que iria matar seu cunhado de 44 anos que também estava no Velório.

Diante dos fatos o homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia, onde o Delegado Fabiano Antunes de Almeida determinou o registro de um Boletiim de Ocorrência de Ameaça e Porte de Arma Branca, liberando as partes em seguida.