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Quadrilha explode caixa eletrônico e abandona carros com minições pesadas

 

Nas fotos, reféns amontoados na rotatória durante a ação dos meliantes, e munições recolhidas

 

Uma agência da Caixa Federal de Pouso Alegre/MG foi invadida por uma quadrilha que explodiu caixas eletrônicos Uma agência da Caixa Econômica Federal foi alvo de um ataque na madrugada desta segunda-feira (20), em Pouso Alegre, no Sul de Minas Gerais. De acordo com a Polícia Militar, um grupo de 15 a 20 criminosos fortemente armados fez reféns em uma rotatória e detonou explosivos na agência. Por volta de 1h30, do dia 20, os criminosos chegaram em cinco veículos. Em seguida, pararam dois ônibus que passavam em uma das principais avenidas da cidade, na área central, e renderam cerca de 20 pessoas. Todos os reféns foram mantidos em uma rotatória, a 100 metros da agência da Caixa, durante a ação.

Os meliantes fugiram em vários carros em direção a cidade mineira de Ibitiura de Minas. Com a polícia no encalço dos meliantes, foi possível prever que os integrantes da quadrilha incluiriam na rota de fuga a cidade de Andradas. Assim que a informação chegou o Policial Militar Fuzetto solicitou que PMs se posicionassem no trevo da SP SP346 com a vicinal José Rui de Lima Azevedo (que liga São João a Santo Antônio do Jardim).

De São João da Boa Vista foram para o local o Cabo Parreira e o Cabo Zanetti. Enquanto equipe aguardava o Comando de Força Patrulha, o comboio formado pela quadrilha passou pelo trevo em baixa velocidade, sendo possível confirmar um veiculo Hilux de cor branca, uma VW/Tiguan de cor preta, uma Land Rover de cor verde, e mais três veículos. As viaturas da PM iniciaram um acompanhamento à distância dos veículos suspeitos pela rodovia 342, até que o comboio seguiu sentido a Mogi Guaçu.

No trajeto, perto do Sítio Bela Vista, área rural de Santo Antônio do Jardim, os meliantes abandonaram dois veículos, e no interior de um deles foi encontrado um carregador de fuzil municiado.

Os Cabos Parreira e Zanelli, de São João, e o Cabo Munhoz e PM Carlin de Santo Antônio do Jardim foram até o canavial do sítio e encontraram os veículos: um GM/Captiva Sport, cor prata, ano 2011, Placas FDJ-9068 da cidade de Boituva/SP, e Toyota/Corola, cor cinza, ano 2016, Placas GBW-8538 da cidade de Rio Claro/SP. Foi possível constatar que ambos os veículos eram blindados e dentro do Corola estava uma touca do tipo bala clava e um carregador motivo pelo qual foi acionada pericia no local.

A polícia constatou que os veículos encontrados eram dublês, sendo que  suas placas verdadeiras eram: GM/Captiva Sport, Placas EML-5802; Toyota/Corola, Placas GCK-7788. No Corola foram localizados  16 munições CBC 5.56 integras, 1 munição CBC 5.56 deflagrada, 1 carregador EMAG FUZIL capacidade de 30 munições, 1 touca bala clava preta, 1 alça do tipo bandoleira com velcro nas duas pontas de cor preta; Na Captiva foi localizado 1 munição FLB 2009 7.62 íntegra.

Os carros foram removidos pelo Guincho do Gerson e levados para a delegacia de Santo Antônio do Jardim.

Detran.SP fecha três desmanches em Pirassununga

Operações contam com parceria da Polícia Civil para coibir roubo e furto de veículos e venda ilegal de peças

Operação doDepartamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) em parceria com as polícias Civil e Militar, e também prefeituras, lacrou três desmanches e autuou outros dois entre estaquinta(2) esexta-feira (3), em Pirassununga e Franca.

Os desmanches lacrados não tinham autorização do Detran.SP para funcionar e vendiam peças sem comprovação de origem. Já os estabelecimentos autuados tinham peças sem etiqueta e veículos inteiros, em desacordo com a lei.

Em Pirassununga foram três lacrações, enquanto que em Franca foram duas autuações. Ao todo, 14 estabelecimentos foram fiscalizados pelo Detran.SP, incluindo as cidades de Araras e Conchal. Nessas duas últimas cidades, nenhuma irregularidade foi registrada.

O departamento vai abrir procedimento administrativo nos casos e os proprietários dos desmanches clandestinos poderão responder criminalmente e por danos ao ambiente pela atividade ilegal, além de serem multados.

O principal objetivo da lei do desmonte é evitar o roubo e furto de veículos e a venda ilegal de peças. O cidadão pode colaborar com a fiscalização denunciando desmanches clandestinos à Ouvidoria do Detran.SP pelo portalwww.detran.sp.gov.br,na área de "Atendimento".

Controle na palma da mão

Nos desmanches credenciados e regulares, as principais peças automotivas recebem uma etiqueta com número único de série e código QR-Code e são cadastradas no sistema online do Detran.SP pelas empresas. O consumidor pode consultar a procedência da peça etera garantia de comprar apenas itens de origem legal.

A pesquisa pode ser feita por meio do aplicativo de serviços do Detran.SP para tablets e smartphones ou qualquer outro aplicativo com leitor de CR-Code. A consulta também pode ser feita pelo portalwww.detran.sp.gov.brna área “Parceiros”, opção “Desmontes”.

A pesquisa exibe o tipo, a marca, o modelo e o ano do veículo ao qual a peça pertencia, além de identificar qual a empresa desmontadora e comercializadora do produto. Quando há registros fotográficos do veículo, as imagens ficam disponíveis para visualização.

Detran.SP fecha quatro desmanches na região de Campinas

Operação em parceria com a Polícia Civil visa coibir roubo e furto de veículos e venda ilegal de peças

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) lacrou, nestaterça-feira (23), quatro desmanches em Campinas, Indaiatuba e Valinhos, durante Operação Integrada com a Polícia Civil.

Os estabelecimentos não tinham autorização do Detran.SP para vender peças usadas e comercializavam produtos sem nota fiscal e peças sem cadastro no departamento, como exige a lei estadual.

Em Indaiatuba foram duas lacrações, enquanto que em Campinas e em Valinhos foi uma, cada. Ao todo, seis estabelecimentos foram fiscalizados pelas equipes do Detran.SP, acompanhados da polícia.

O departamento vai abrir procedimento administrativo nos casos e os proprietários dos desmanches clandestinos podem responder criminalmente e por danos ao ambiente pela atividade ilegal.

O principal objetivo da lei do desmonte é evitar o roubo e furto de veículos e a venda ilegal de peças. O cidadão pode colaborar com a fiscalização denunciando desmanches clandestinos à Ouvidoria do Detran.SP pelo portalwww.detran.sp.gov.br,na área de "Atendimento".

Controle na palma da mão

Nos desmanches credenciados e regulares, as principais peças automotivas recebem uma etiqueta com número único de série e código QR-Code e são cadastradas no sistema online do Detran.SP pelas empresas. O consumidor pode consultar a procedência da peça etera garantia de comprar apenas itens de origem legal.

A pesquisa pode ser feita por meio do aplicativo de serviços do Detran.SP para tablets e smartphones ou qualquer outro aplicativo com leitor de CR-Code. A consulta também pode ser feita pelo portalwww.detran.sp.gov.brna área “Parceiros”, opção “Desmontes”.

A pesquisa exibe o tipo, a marca, o modelo e o ano do veículo ao qual a peça pertencia, além de identificar qual a empresa desmontadora e comercializadora do produto. Quando há registros fotográficos do veículo, as imagens ficam disponíveis para visualização.

Lei de desmonte

Sancionada em janeiro de 2014 e em vigor desde 1º de julho do mesmo ano, a lei estadual n° 15.276 é pioneira na regulamentação dos desmontes e serviu de referência para a criação da lei federal nº 12.977/2015, em vigor desde maio de 2015.

Para atuar no ramo e participar de leilões para adquirir veículos destinados a desmonte para comércio ou reciclagem das peças usadas, a legislação exige o credenciamento das empresas no Detran.SP, entre outros requisitos. Os principais objetivos são inibir o furto e o roubo de veículos, assegurar que empresas idôneas continuem atuando no mercado e garantir a legalidade do produto que chegará ao consumidor final.

Polícia Ambiental faz “Operação Náutica Semana Santa”


A Polícia Ambiental promove neste fim de semana prolongado a “Operação Náutica Semana Santa”, percorrendo trecho de 185 km do Rio Mogi Guaçu, tendo como ponto de início o Bairro Cachoeira de Baixo no município de Mogi Guaçu, e término no Bairro Boa Vista, na divisa de Pirassununga com Porto Ferreira. Três equipes náuticas da Policia Ambiental participam da ação sob o comando do Tenente Ivo: Sartengo Saverga e Cabos Paiva, Cunha Ezequiel, Melo, Jacomussi e Da Silva. No apoio logístico da operação está o PM Mafra.

Depois das primeiras 36 horas de navegação o resultado foi o seguinte:  6 flagrantes de pesca ilegal; 8 autos de infração; R$ 5.480,00 em multa; 46 armadilhas proibidas do tipo covo ou barduelo apreendidas; 12 apetrechos diversos apreendidos entre varas da bambu, caniço simples; molinete, anzol de galho, etc.; 9 kg de pescados apreendidos; 3 embarcações apreendidas - duas de alumínio e um dispositivo inflável; um motor de popa de  15 HP apreendido.

Fim se semana com ocorrências de Tráfico de Drogas envolvendo jovens

Foram várias as ocorrências de tráfico de drogas em São João e região no final de semana. Em nossa cidade, uma delas ocorreu com ação de Polícias Ambientais – Cabo Melo, Cabo Potge e Cabo Reis. No sábado, 13 de abril, os Policiais Ambientais estavam na estrada vicinal da Serra Paulista, quando deram sinal de parada a um Fiesta de placa CYU 5973, e um de seus ocupantes tentou fugir da fiscalização. No interior do veículo os policiais encontraram um cigarro que parecia ser de Maconha, e ainda um pacote com a mesma substância proibida. E mais. um invólucro de plástico transparente contendo comprimidos de coloração branca e  rosa, aparentando tratar-se de substância sintética. Os ocupantes do carro foram detidos e encaminhados à Delegacia de Polícia, assim como o carro e as substâncias apreendidas.

MENOR NO TRÁFICO

No final da tarde do dia 12 de abril, o Cabo Ademir e o Cabo Paulo Henrique da Polícia Militar, receberam informações que na Rua Raul Nora, no Jardim Lucas Teixeira, uma residência era ponto de venda de droga. Com a informação os PMs foram para o local e observaram um jovem de 17 anos, residente no Sítio São Geraldo entregando algo a outro homem que foi abordado a alguns quarteirões do local da troca, e com ele encontrada 2 porções de maconha. Este homem informou aos policiais que em troca da droga deixou com o jovem de 17 anos uma correntinha de prata.

Os PMS voltaram ao ponto de tráfico, não avistaram mais o suspeito, e continuando o patrulhamento, quando o jovem avistou a viatura tentou fugir mais foi alcançado. Com o jovem os policiais encontraram R$ 20,00, e ele acabou por informar que realmente vendia drogas e apontou o local onde o restante da “mercadoria” estava escondida: um terreno baldio onde estavam mais 5 invólucros contendo maconha.

“PREDINHOS DO XINGU”

No dia 12 de abril, no início da noite, a equipe de Força Tática, formada pelo Sargento Cardoso, Cabos Reilin e Bezerra, recebeu informação que um jovem de 18 anos havia invadido o apartamento 24-A, Bloco 15, no Condomínio Professor Cavalcanti, conhecido como “Predinhos do Xingu”, e utilizava o local para vender drogas. Os policiais foram para o local, constataram que realmente o apartamento havia sido invadido, e no quarto localizaram o suspeito e com ele encontraram R$ 66,00. Na vistoria realizada no apartamento, os PMs encontraram um recipiente plástico de cor vermelha com 21 porções de Crack. O jovem foi encaminhado à delegacia de polícia e permaneceu preso por ordem da autoridade de plantão.