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Variedades

Da tradição à modernidade na aplicação das filigranas

 

Fonte: Vanessa de Castro | Croquis: Riusley Figueiredo

Olha só que interessante. Quem diria que faríamos uma seleção somente defiligranas? Sim, esse nosso especial de croquis desenvolvidos pelo estilistaRiusley Figueiredotraz como foco esses “pequenos desenhos” produzidos com linhas coloridas, branca, preta ou ocre e, que podem modificar completamente o visual do denim. O estilista ressalta exatamente o processo feito à mão que traz identidade para a peça ou até marcas que criam suas próprias filigranas.

Com tantos anos de carreira dentro do segmento jeanswear Riusley aprendeu como ninguém a trabalhar esse detalhe tão precioso. Confira o lindo depoimento que conta um pouco a história da filigrana.

“Venho de uma época em que se tratava FILIGRANA, de costura do bolso traseiro. Isso (essa costura) era feita na máquina, às vezes marcada com um giz ou no olho mesmo! Sem nenhum detalhe ou até mesmo cuidado! Com o passar dos anos, algumas empresas atentaram que, isso poderia fazer uma diferença total em suas peças, tornando identidade de bordado para definir sua marca! Eram muitas vezes usadas de formas diferentes, chamativas, finalizadas com pedrarias, metais, entre outros.

Entendemos com o passar dos anos que, esse detalhe outrora tão pouco usado e valorizado, poderia também propor um traço para os detalhes da peça, tanto frente como costas, dando impressão de aumento de bumbum, com opções atenuantes e elevados! Por muito tempo se usou vetores, artes prontas, programadas em traços mais retos e geométricos.
Nesse momento, algumas marcas, para ter um produto ainda mais diferente e único, tem investido em criar seus próprios FILIGRANAS”.

Aqui, Riusley Figueiredo apresenta essa originalidade em riscos feitos à mão livre, como uma obra-prima. “Trabalhei com mistura de pontos, traços e cores, propondo opções diferentes em uma só arte, numa brincadeira de cores entre bordados, costura e travetes…..Abuse de sua criatividade, assinando cada detalhe com um traço que decodifique sua marca só no olhar”, finaliza.

Entre ondas, pespontos transpassados, linhas enviesadas, cruzadas ou sobrepostas, finas, grossas ou trabalhadas, surgem costuras nos tons ocre, mostarda, laranja queimado, azul marinho; azul bic e chocolate.

EAPIC 2018

Batem um bolão: os jogadores "estilo Sugar Daddy"do Mundial da Rússia 2018

São mais de 700 homens em campo e os “Tiozões” do Mundial da Rússia 2018 chamam a atenção com seu estilo “Sugar Daddy”.

Sugar Daddy é um termo usado no estilo de relacionamento sugar. A expressão “Sugar Daddy” surgiu em 1908, com o casamento de Adolph Spreckles, de 51 anos, herdeiro de uma fábrica de açúcar, com a jovem de 27 anos, Alma de Bretteville, que o chamava pelo termo (que em português significa “Papai de Açúcar”. 

O goleiro Essam El-Hadary, de 45 anos, se tornou no jogador mais velho a ser convocado para a Copa do Mundo. Esse título pertencia ao goleiro colombiano Mondragón, que tinha 43 anos e 3 dias quando entrou em campo na vitória de sua seleção contra o Japão na Copa do Mundo de 2014, no Brasil. El-Hadary é o único “quarentão” do mundial. Entretanto, outros cinco atletas inscritos na Copa já passaram dos 36 anos. 

O segundo jogador mais velho da Copa do Mundo de 2018 é o zagueiro mexicano Rafael Márquez, de 39 anos, é aquintacompetição do atleta.

Sergei Ignashevich, que completa 39 anos em julho, saiu da aposentadoria para se juntar à seleção russa, substituindo o lesionado Ruslan Kambolov. 

Com 38 anos, o meio-campo australiano Tim Cahill disputa suaquartaCopa do Mundo.

O goleiro José de Jesús Corona do México tem 37 anos. Já são 13 anos de seleção, com 52 partidas disputadas e duas Copas anteriores, em 2006 e 2014.

O Panamá estreou na Copa da Rússia e é a seleção com mais veteranos, com jogadores de idade acima de 35 anos, como o goleiro Jaime Penedo, o zagueiro Felipe Baloy e os atacantes Luis Tejada e Blás Pérez.

A Copa de 2018 reúne mais de 20 jogadores acima de 35 anos. De acordo com a FIFA a média da idade dos 736 jogadores convocados para disputar o Mundial da Rússia beira os 28 anos e é a mais alta das 21 edições já realizadas do torneio. É um novo recorde na história da competição.

Estação de esqui Portillo oferece semanas temáticas e promoções especiais em julho e agosto


A neve não para de cair no Chile! Até a capital Santiago ficou branquinha nos últimos dias, o que sinaliza que a temporada 2018 de neve será incrível! Se vocêainda não tem planos para julho e agosto, que tal pensar naestação de esqui Portillo, quetem uma programação completa para seus hóspedes e alguns descontos excelentes?

A temporada lá vai de23 de junhoa6 de agosto. Astradicionais Semanas Temáticas são mais uma das atrações da temporada. Na Wine Fest, que acontece entre os dias 18 e 25, também é possível degustar sem custo algum os principais vinhos chilenos, além de aprender tudo sobre o assunto em palestras e workshops. Cada uma das seguintes vinícolas se apresentará em um dia, na seguinte ordem, entre os dias 19 e 24: Montes, Koyle, Casas del Bosque, Viu Manent, Undurraga e Casa Silva.

Já entre 11 e18 de agosto, durante a Semana dos Amigos, Portillo vira o paraíso da balada. Além dos shows diários de música ao vivo no bar do Hotel Portillo e das agitadas noites na discoteca, há um après ski divertidíssimo na piscina, sempre com boas cervejas e vinhos.

Para completar, quem comprar uma Semana de Esqui com início em28 de julhoou em 4, 11, 18 ou25 de agostoganha uma noite em Santiago, seja no luxuoso The Ritz-Carlton ou um similar.

Não dá para deixar de falar da neve. Portillo tem pistas para todos os níveis de praticantes de esqui e snowboard, que são tratadas diariamente, e todos os anos recebe seleções olímpicas. A grande novidade desta temporada é a pista Gaucho, com 310 metros de extensão e indicada a intermediários.

As opções de hospedagens são variadas. Vão desde o sofisticado e renovado hotel Portillo, com seus 123 apartamentos e infraestrutura completa de gastronomia e lazer, e o Octagon Lodge, ideal para famílias graças aos seus apartamentos quádruplos, até o Inca Lodge, perfeito para jovens e mochileiros, e os cinco chalés, que comportam até 8 pessoas.

Mais informações podem ser obtidas emwww.skiportillo.comou com os principais operadores e agentes de turismo brasileiros

 

Junho – Vamos comemorar São João

Os festejos juninos se espalham pelo país com fortes ingredientes das culturas locais que misturam o profano e o sagrado e atraem milhares de pessoas, movimentando as cidades nos meses de junho e julho. No norte e nordeste do país estão as festas mais conhecidas que atraem muitos turistas.

Conheça um pouquinho dos festejos juninos no país.

 

Caruaru (PE)  - A “CAPITAL DO FORRÓ”

Conhecida como a capital do forró, Caruaru realiza uma das maiores festas juninas do Brasil. A cidade toda entra no clima junino com direito a decoração típica, feiras ao ar livre e shows com artistas para agradar todos os gostos. Intitulada a capital do forró, a cidade localizada no agreste de Pernambuco, a 135km de Recife, tem uma das festas mais tradicionais do país. Rivaliza com a paraibana Campina Grande e diz ter a “Melhor Festa de São João do Mundo“. Com seis pólos de lazer, o município reúne diversos museus – um deles dedicado a Luiz Gonzaga e possui uma vasta programação na praça principal, que é chamado Pátio de Eventos Gonzagão. Casamento na roça e concursos de quadrilhas também estão entre as atrações. A parte mais cultural do São João de Caruaru se dá no bairro do Alto do Moura, onde estão as casas de mestres do artesanato, incluindo Vitalino. Lá também há apresentações de forrozeiros autênticos e também é possível saborear os melhores pratos da culinária regional.

 

Campina Grande – “O Maior São João do Mundo”

Disputas regionais à parte, é “O Maior São João do Mundo” porque se espalha por todo o município. Também conta com atrações em outros pontos da cidade, além do Parque do Povo. A programação é variada no Sítio São João, na Vila do Artesão, no Arraiá de Cumpade e nos distritos de São José da Mata, Catolé de Boa Vista e de Galante, onde se pode viver o clima das festas juninas mais tradicionais. A festa dura pelo menos 30 dias.

 

Corumbá – É São João no Pantanal
Em todos os cantos da cidade, Corumbá, porta de entrada do Pantanal, é festa, é crença, é devoção, é tradição. Um dos pontos altos é a Lavagem do Santo, nas águas do Rio Paraguai, dia em que os festeiros descem a ladeira Cunha e Cruz, carregando seus andores, com destino à prainha do Rio Paraguai para banhar a imagem de São João. Os festeiros, que são muitos, também abrem suas casas para a festa do Arraial do Banho de São João.


São Luís (MA) – O reinado do bumba meu boi
No mês de junho, São Luís se transforma em um imenso arraial para homenagear São João, Santo Antônio, São Pedro e São Marçal. A multiplicidade de estilo e a singularidade do festejo, inserido dentro de um verdadeiro ritual da cultura popular, são atestadas com apresentações de bumba meu boi, tambor de crioula, cacuriá, dança do coco, bambaê de caixa, dança do lelê, dança portuguesa, dança do boiadeiro e as
quadrilhas. Um festival com grupos folclóricos de todo o estado que contam a história da escrava Catirina e de seu marido, que precisam ressuscitar o animal que haviam matado.

A festa já começou!

Qual é o lugar mais sagrado de Roma?

Maria Paola Daud

Ao visitar o local, o fiel pode até alcançar a indulgência plenáriaria por onde Jesus subiu para ser julgado é o lugar mais venerado de Roma. E uma placa de mármore sobre o altar da capela que fica depois da escadaria é testemunha. Nela, está escrito: “NON EST IN TOTO SANCTIOR ORBE LOCUS” (Não existe lugar mais santo em todo mundo).

Estamos falando daScala Sancta ou Scala Pilati, localizada no complexo dos Palácios Lateranos, que fica perto da Basílica de São João de Latrão (a catedral do Papa). São 28 degraus de mármore que pertenciam ao palácio de Pôncio Pilatos e, como muitas das relíquias sagradas de Jesus, foram levadas de Jerusalém a Roma por Santa Helena no ano 326. O Papa Sixto V, em 1589, pediu para que a escadaria fosse construída na entrada da capela papal, aSancta Santorum, onde está até hoje.

O acesso é livre e os peregrinos só podem subir a Escada Santa de joelhos. Há outra escadaria de uso normal para quem deseja acessar o piso superior e visitar a capelaSancta Sanctorum. Para isso, é preciso pagar 3,50 euros).

Ao longo dos anos, a escadaria foi modificada várias vezes. Em 1753, foi coberta com madeira, deixando algumas aberturas para que o mármore ficasse exposto e pudesse ser tocado pelos fiéis. As paredes das laterais têm afrescos com cenas da Paixão de Jesus.

A capela funcionou como oratório particular dos papas até o período do Renascimento e é testemunha de um milênio de história do pontificado romano.

O nome deSancta Santorum foi dado devido às inúmeras relíquias de santos que ela abriga. As relíquias se encontram embaixo do altar e estão protegidas por uma enorme estrutura de ferro. Em 1905, conseguiram abrir a estrutura para examinar a coleção de relicários de ouro, prata, marfil e madeira preciosa. Cofres, cruzes, tecidos bordados e pergaminhos de valores inestimáveis foram transferidos para os Museus Vaticanos.

Enfim, o fiel pode receber a indulgência parcial ou plenária se subir a Escada Santa. Os requisitos habituais para isso devem ser seguidos.

 

Nas fotos a Entrada da Scala Sancta (foto Paul Hermans); Rua Lateral da Scala Sancta (foto Paul Hermans); Detalhes dos degraus de mármore coberto com madeira (Mazaki) e Palácio de Latrão (Ma. Paola Daud)

Procurando destinos para curtir o inverno? Que tal conhecer o fim do mundo?

Localizada no arquipélago de Tierra Del Fuego, Ushuaia é também a cidade mais austral do planeta

Se você procura um destino tranquilo, para curtir passeios turísticos na natureza, este lugar pode estar literalmente no fim do mundo. Estamos falando de Ushuaia, a cidade está localizada na patagônia argentina, e é a capital do arquipélago de Tierra Del Fuego, repartido entre Chile e Argentina. É a última cidade do sul do planeta, a mais próxima da península antártica, por isso foi apelidada como “A Cidade do Fim do Mundo”.

A cidade de Ushuaia (ussuaia, como dizem os nativos) possui mais de 50 mil habitantes, tem 134 anos, e cresceu, inicialmente, por influência da construção de um presídio, que atualmente virou o Museu Marítimo

“Ushuaia é o destino que a gente indica para quem procura descanso, quem gosta de praticar atividades esportivas, como o esqui. A cidade também oferece roteiros culturais excelentes e quem visita se maravilha com a natureza, e se encanta com os lugares e as belas vistas que o fim do mundo tem” afirma o diretor da Livre Acesso Turismo, Thiago Zacharias.

Dentre os destinos turísticos está o Parque Nacional da Tierra del Fuego. No local há trilhas, lagos, represas feitas por castores, pântanos e a Bahia Lapataia.  Além disso, é no parque que fica o “Trem do Fim do Mundo”, que era usado antigamente para levar os prisioneiros da cadeia até o parque para cortar lenha e atualmente leva os turistas para conhecer a penitenciária que se tornou o museu.

A navegação pelo Canal Beagle é um passeio que tem belas vistas, incluindo uma de Ushuaia, à medida que o barco vai se afastando do porto. Dá para aproveitar ainda a Isla de Los Lobos, repleta de leões marinhos, a Isla de Los Pájaros, e a Isla Marillo ou Pinguinera, habitat natural de pinguins das espécies Magalhães e Gentoo.

“Quem vai para Ushuaia querendo aproveitar o inverno, pode esquiar no Cerro Castor. A cidade tem a temporada mais longa das estações de esqui da América do Sul e a neve é garantida do fimde junho, até o fimde setembro”, conta Zacharias.

Além do Cerro Castor, Ushuaia tem a geleira “Glaciar Martial”, onde é possível chegar de teleférico. O passeio proporciona vistas incríveis da montanha e paisagens deslumbrantes do fim do mundo.

Na hora de arrumar as malas prepare todo o seu arsenal de inverno:segundapele térmica, cachecol, gorros, luvas, calçados impermeáveis e de solado antiderrapante, casacos fleece, jaquetas do tipo corta-vento, filtro solar, protetor labial e óculos escuros. Depois de tudo pronto é só aproveitar as paisagens e a culinária de Ushuaia, ou melhor, do fim do mundo.

Tendência de Inverno – Jaqueta Bomber

Tendência de Inverno – Jaqueta Bomber

Ícone do street style, ajaqueta bomberé a peça ideal para aquecer o look do dia e acrescentar personalidade ao seu visual. Sucesso absoluto há décadas passadas, a jaqueta casual que possui elástico nos pulsos e na barra, conquistou o guarda-roupa das aficionadas por moda! Estampas, efeitos metalizados e detalhes marcantes, como bordados, atualizam a trend no ato e elevam a bomber a outro patamar. Conheça as opções mais desejadas e prepare-se para enfrentar as baixas temperaturas com muita estilo nas dicas de Paraíso Feminino!

VELUDO, PAETÊ ê E METALIZADA

 A jaqueta que possui essência esportiva, ganha um toque glam com os acabamentos especiais.Paetêsreversíveis (que mudam de cor conforme você passa os dedos) e coresmetalizadassão responsáveis por trazer a vibe futurista e atualizam o look balada com facilidade. Já as bombers holográficas garantiram seu espaço na cena atual, graças a febre das sereias e unicórnios que bombou na última temporada. São ideais para as fashionistas de plantão que não dispensam uma peça statement. Oveludotransborda sensualidade e continua apimentando as composições da mulher ousada. Para elevar ainda mais o sex appeal, opte pelo modelo cropped em tons vibrantes: o vermelho é a cor da estação, exala sensualidade e é perfeito para finalizar o combo formado pela saia vinil, camiseta de tule e bota envernizada.

ESTAMPA XADREZ, FLORAL E ANIMAL PRINT

Acrescentando personalidade e tirando o visual do óbvio, ajaqueta bomber estampadapode ser usada por todas, inclusive pela mulher descomplicada, que têm receio em usar prints no look do dia. Se você não se sente segura, nossa sugestão é optar pela padronagem xadrez ton sur ton. Discreta e fácil de ser combinada, ela te ajudará a ganhar pontinhos extras. Listras e poás são atemporais e imprimem classe enquanto ocamufladointensifica o clima urbano. Ofloralexala o perfume romântico, perfeito para a mulher feminina e delicada. Quer esquentar ainda mais sua produção? Animal print para evocar o sex appeal e elevar a produção noturna. Do look rotineiro que exige praticidade até o visual mais elaborado a jaqueta bomber estampada é eleita a terceira peça que nunca te deixará na mão!

PATCHES BORDADOS, ZIPER E BOTÕES

Reinventando e adornando a terceira peça, adereços atemporais como bolsos, zíperes estratégicos, botões e capuz são atrativos que turbinam a produção de maneira comedida. Já ospatches,bordados, broches, rendas e aplicações de spikes atribuem uma nova arquitetura ao item e são a bola da vez. Além disso, conferem um toque fun às composições rotineiras resultando um visual incrível e despojado. Se desejar ainda mais criatividade, a bota branca é a pedida da vez!

CLÁSSICA E NEUTRA

Imprimindo a essência urbana, a jaqueta bomber sai do óbvio ao incorporar cores sóbrias e shape slim. Tecidos encorpados e estruturados e poucos detalhes, trazem a peça para um mood mais discreto e habilitam sua entrada até no ambiente de trabalho. Ótima opção para quem deseja apostar na tendência sem perder a classe, Os tons fechados e atemporais ,como azul marinho epreto, são fáceis de coordenar. Gabarite o office look combinando a jaqueta com alfaiataria e um beloscarpin nude!

O retorno triunfal do veludo molhado


Por: Equipe Guia JeansWear

Fonte: Vivian David | Fotos: Reprodução

Existem tendências que até mesmo São Homobonus – santo protetor dos alfaiates – duvida que um dia possam voltar. Quase sempre exageradas, brilhosas e escandalosas. Uma delas é oveludo molhado. Mas confessa vai: quem já usou, nunca esqueceu. Aquele toque térmico, visual glamouroso e jeitão de festa. A moda todo-o-dia bem que estava precisando ter uma sacudida dessas no look. E foi só a primeira produção corajosa ganhar visibilidade para os caminhos digitais providenciarem a adesão em massa do visual passarela do material – no streetwear, nas digital influencers, no varejo digital. Quer referências? Bottega Venetta em sua coleção de Inverno 2018, e WGSN citando o tecido como macrotendência. Mas principalmente, o Instagram.

Do detalhe do sapato ao look vestido ou macacão franzido – o imaginário coletivo está matando a saudade desse material. E ele nada mais sinaliza do que a otimização das tendências passadas e perdidas na memória. Resgata também o luxo – com uma certa ausência de culpa pela ilusão de peça recuperada. Afinal todo mundo sabe que o veludo molhado “é antigo”, “é ultrapassado”, “nunca mais vai ser usado”. Até que ele encontrou o adjetivo cool, ganhou uma química com a t-shirt branca, com o jeans rasgado e toda essa sabedoria de moda caiu por terra. E é aí que entre o design brechó, sugerindo um visual de uma peça que não foi comprada. Luxo sem remorso. O que poderia soar mais fino do que isso?

E então – closets de inverno – preparem-se. Teremos botas, scarpins de veludo. Teremos blazers molinhos, charmosos e irresistíveis desenvolvidos no material – piscando para os clientes nas araras. Vestidos e macacões pantalona para looks total velvet avassaladores. Peças únicas em veludo, arrebentando paixões e saciando o impulso de compra pela roupa não repetível. Teremos camisas com desenho utilitário interpretadas no material – jogadas no look jeans ajustado. Regatas de alcinha prontas para vestir a produção denim. Mas acima de tudo teremos veludo – bem no topo da wishlist dos gostos e preferências das consumidoras mais vaidosos do planeta. É um retorno triunfal – com jeitão de festa de 15 anos ou casamento. Uma vibração de look especial – diretamente para a rotina. Tem medo de errar? Combina com jeans – como nas sugestões abaixo. E enjoy your look!