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Projeto Copa da Cultura

Lobo Zabivaka, mascote da Copa do Mundo de 2018 (Imagem de NazionaleCalciovia Flickr.com sob licença creative commons)

Parceria entre o Prof. Tiago José Berg, egresso do curso de Geografia do Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) da Unesp de Rio Claro e professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), e a Assessoria de Comunicação e Imprensa (ACI) da Unesp vai criar uma plataforma com texto, podcasts e vídeos com informações sobre os hinos e as bandeiras dos 32 países que participam da Copa do Mundo de Futebol da Rússia.

Tiago Berg é graduado em Geografia UNESP nas modalidades licenciatura (2005) e bacharelado (2006); tem Mestrado e Doutorado, dois livros publicados e é membro associado da North American Vexillological Association (NAVA), entidade de reconhecimento internacional no estudo das bandeiras (2011) e membro correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (2014). Atualmente, é docente efetivo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP) - Campus Capivari.

 

MASCOTE

O mascote da Copa do Mundo na Rússia é um lobo que recebeu o nome de Zabivaka, e pode ser traduzida como “pequeno goleador”. O mascote está vestido em cores azuis, branco e vermelho, as mesmas do uniforme da seleção do país, porém, leva no rosto óculos de proteção para esquiar, diante disso a designer esclareceu que não são óculos de esqui, mas óculos esportivos.

Outro detalhe sobre este lobo é que foi muito barato a quantia que a FIFA pagou a autora pelos direitos sobre o uso do mascote - foram apenas de 500 dólares americanos, uma quantidade insignificante em comparação com os US$ 100 milhões pagos ao seu antecessor, o Tatu Fuleko, ou os 30 milhões pagos ao galo Futix da Copa da França 98. Além disso, os ganhos relativos ao material publicitário da mascote vão diretamente para a FIFA e não redundarão em nenhum benefício a jovem designer.

O primeiro Sínodo da história preparado a partir das redes sociais

O Sínodo dos Bispos que a Igreja Católica viverá em outubro de 2018 sobre os jovens será precedido por um diálogo global graças às redes sociais como Facebook, Twitter e Instagram. Pela primeira vez na história, a Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos, seguindo as orientações do Papa Francisco, anunciou a sua presença nas redes sociais para abrir um diálogo global sobre o tema do Sínodo: “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”.

A Secretaria Geral do Sínodo informou que os perfis nas redes sociais vinculados a “Synod2018” serão abertos como um espaço de interação e informação sobre os trabalhos preparatórios do Sínodo dos jovens. Assim, acaba de ser lançada oficialmente a hashtag #Synod2018para todos os idiomas.

As atividades de preparação à assembleia sinodal têm como ponto de referência o portal youth.synod2018.va, onde há um questionário online endereçado a todos os jovens do mundo. As redes sociais serão ainda um instrumento decisivo para se comunicar com cerca de 300 jovens do mundo que o Papa Francisco convocou para participar do pré-sínodo, neste mês de março, em Roma.

Por vontade do Papa, haverá, além dos jovens católicos, representantes de outras confissões cristãs e religiões. “Devemos escutar os jovens”, disse o Papa Francisco em uma de suas intervenções preparatórias do Sínodo. “Por isso, as conclusões da reunião de março serão transmitidas aos padres sinodais”.

Eis os canais para participar da preparação do Sínodo sobre os jovens.

Facebook:https://www.facebook.com/synod2018

Twitter:https://twitter.com/synod2018

Instagram:https://www.instagram.com/synod2018/

Questionário:https://survey-synod2018.glauco.it/limesurvey/index.php/147718

 

Avião cai no Irã com 66 pessoas a bordo


Um avião da empresa Aseman Airlines caiu na manhã deste domingo (18) com 66 pessoas a bordo. A aeronave deixou Teerã com destino à cidade de Yasuj, no sudoeste do Irã, e caiu na região central do país, a cerca de 120 quilômetros de Semirom, segundo informou a agência Reuters. Havia 66 pessoas a bordo e, de acordo com autoridades iranianas, ninguém sobreviveu ao acidente, informou a agência de notícias ISNA , que cita o porta-voz de emergência do Irã , Mojtaba Khaledi. O voo saiu do aeroporto de Mehrabad por volta das 7h55 locais (1h55 em Brasília) e desapareceu dos radares pouco depois.  

Entre as 66 pessoas a bordo, havia 60 passageiros, dois membros da tripulação, dois pilotos e dois membros das forças de segurança do país. De acordo com a rede de TV americana  CNN,  ao menos vinte equipes de resgate foram encaminhadas para a região onde a aeronave teria caído, sendo que um helicóptero que prestava socorro teve de retornar devido ao mau tempo na região do acidente.

Segundo o jornal The Guardian, alguns moradores locais teriam afirmado ouvir um estrondo, embora ninguém tenha encontrado o exato local da queda ainda, de acordo com uma TV estatal.

A aeronave de modelo ATR-72 da Aseman Airlines é um turbopropulsor gêmeo, geralmente utilizado para voos regionais de curta distância. 

O fabricante europeu de aviões ATR, uma parceria em Toulouse da Airbus e a italiana Leonardo SpA, disse que "não tinha informações imediatas sobre o acidente". 

Com sanções internacionais atingindo o país há décadas, a frota iraniana de aeronaves comerciais envelheceu, com acidentes aéreos ocorrendo regularmente nos últimos anos. Após o acordo nuclear de 2015 com as potências mundiais, o Irã assinou acordos com a Airbus e com a Boeing para comprar dezenas de aviões de passageiros no valor de dezenas de bilhões de dólares.

Trump ordena a Pentágono que prepare desfile militar em Washington

 

(foto 

 

Flickr/White House)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou ao Pentágono e à Casa Branca a organização de uma parada militar em Washington semelhante ao desfile que acontece em Paris, por ocasião do aniversário da queda da Bastilha.

A informação foi divulgada nesta quarta-feira (07/02) pelo jornalThe Washington Post, que justificativa a decisão como uma demonstração do poder norte-americano, além de ser uma forma de ressaltar seu papel de comandante-em-chefe das Forças Armadas. Segundo a assessora de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, o pedido foi feito aos oficiais, que estão em busca de uma data para a realização do evento.

“O presidente Trump apoia incondicionalmente os militares que arriscam suas vidas todos os dias para manter o nosso país seguro. Ele pediu ao Departamento de Defesa que encontre uma data para que todos os norte-americanos possam celebrar seu apreço" aos militares, explicou Sanders. Por sua vez, o Pentágono confirmou que está "em processo de determinar detalhes específicos" sobre o evento.

A revelação do jornal norte-americano provocou diversas críticas entre os políticos. "Que forma mais absurda de desperdiçar dinheiro! Trump parece mais um ditador que um presidente. Os norte-americanos merecem algo melhor", criticou o democrata Kim McGovern.

Em julho do ano passado, o magnata participou, junto com o presidente Emmanuel Macron, do desfile militar na Champs-Elysees de Paris como parte dos atos pela festa nacional francesa. Na ocasião, Trump não escondeu sua vontade de presidir uma cerimônia similar nos Estados Unidos. A última parada militar nacional do país aconteceu em 1991, sob o governo de George Bush pai

Inédito na história: Vaticano vai à Olimpíada de Inverno da Coréia do Sul

Convidado peloComitê Olímpico Internacional (COI), o Vaticanoserá representado nosJogos Olímpicos de Inverno pela primeira vez na história. Além de participarem da cerimônia de abertura emPyeongchang, na Coreia do Sul, neste próximo dia 9 de fevereiro, os representantes da Santa Sé já  estão assistindo, também, à assembleia do COI, na qualidade de observadores.

Portanto, calma: ainda não é desta vez que você vai ver monsenhores, cardeais, padres e freiras inscritos em equipes amarelo-e-branco de bobsled, hóquei no gelo ou esqui alpino, conquistando medalhas e subindo ao pódio sob os acordes do hino pontifício. Será uma presença de paz.

Se abandeira vaticanaserá içada numa edição dos Jogos Olímpicos pela primeira vez na história, e a convite do próprio COI, é porque há uma razão que não tem nada de trivial. A poucos quilômetros de Pyeongchang fica afronteira mais militarizada do mundo: a que separa o único povo coreano em duas Coreias estruturadas em Estados completamente diferentes.

Mons. Melchor Sánchez de Toca, subsecretário do Conselho Pontifício para a Cultura, vê neste convite um “valor simbólico para a paz”. Segundo ele, a muito divulgada presença de atletas norte-coreanas na equipe feminina de hóquei na Coreia do Sul é “uma trégua olímpica que nos permite esperar um mundo sem guerras”.

Athletica Vaticana

Como forma de agradecimento por um convite de tanta significância na geopolítica desta época, mons. Sánchez de Toca oferecerá ao presidente do COI uma camiseta daAthletica Vaticana, a equipe de atletismo da Santa Sé, criada em setembro de 2017. A equipe reúne cerca de 30 leigos e prelados que decidiram compartilhar a sua paixão pelo atletismo.

Esporte e Santa Sé

Não seria nada de outro mundo assistir a eventos esportivos protagonizados por equipes de padres e seminaristas. O próprio Vaticano tem o seu campeonato oficial de futebol: a Clericus Cup, ou Campeonato Mundial Pontifício, que, na sua 11ª edição, no ano passado, reuniu 404 padres de 66 nacionalidades em 18 times. Trata-se de uma iniciativa de integração e convivência fraterna entre os sacerdotes e seminaristas que estudam em Roma.

Além disso, abundam iniciativas pastorais que envolvem esporte e vida cristã. É o caso, por exemplo, do projeto “Desafie o Padre“, que tem feito sucesso no Brasil e no exterior ao unir evangelização, atividade física saudável e uma boa dose de simpatia.

Desafie o Padre” ... no futebol! Quem ganhar, reza pelo outro!

Israel inicia processo de deportação de africanos

Na foto, Imigrantes de Eritreia em Israel (alliance/Keystone/O. Weiken)

O governo israelense começou neste domingo (04/02) a entregar cartas a dezenas de milhares de imigrantes do Sudão e da Eritreia, ordenando-lhes que deixem o país dentro de 60 dias. Cada afetado receberá um apoio financeiro de 3.500 dólares e a passagem de avião.Esse é o primeiro passo do criticado plano, aprovado em janeiro pelo governo e que afeta entre 35 mil e 40 mil imigrantes. Eles serão enviados para seu país de origem ou para um terceiro país – provavelmente Ruanda. Quem se recusar será preso.

A maioria dos imigrantes africanos entrou clandestinamente no país pela fronteira egípcia do Sinai. O governo israelense, porém, construiu um muro que agora separa ambos os territórios. Segundo a ONG Hotline para Refugiados e Migrantes, cerca de 12 mil pessoas solicitaram refúgio ao chegar ao país desde 2013, mas 7 mil solicitações foram negadas, apenas 11 foram aprovadas e as demais ainda estão sendo processadas.

Atualmente, 37 mil eritreus e sudaneses residem em Israel, segundo a ONG, que explicou que por enquanto, as famílias, as pessoas com vulnerabilidade, os menores de idade e os idosos ficam excluídos do plano.

Dezenas de imigrantes reclusos em um centro de detenção em Holot, no sul do país, já receberam cartas com ordens para abandonar Israel. A eles foi apresentada a opção de voltar ao seu país ou viajar a Ruanda se não quiserem ser presos indefinidamente, segundo o jornal Haaretz.

A nova política do governo para imigrantes africanos foi condenada publicamente por personalidades, coletivos de rabinos, escritores, acadêmicos, médicos e sobreviventes do Holocausto, que enviaram cartas às autoridades israelenses solicitando sua anulação, e por pilotos, que dizem se negar a pilotar os aviões com deportados. Eles dizem que as deportações ferem a ética e a imagem de Israel como um país que protege refugiados.

Na sexta-feira passada, um grupo de acadêmicos especializados em direito internacional declarou em um documento que o plano do governo viola as leis internacionais de direitos humanos, a jurisdição internacional sobre o estatuto do refugiado e o princípio de não devolução, e pediram à procuradoria que se oponha a ele.

Canadá altera hino para respeitar neutralidade de gênero


O Senado do Canadá aprovou um projeto de lei que altera um trecho do hino nacional, intitulado O Canada, a fim de respeitar a neutralidade de gênero na letra da canção. A mudança se dá na segunda linha da versão em inglês do hino, originalmente escrito em francês, que diz: "Verdadeiro amor patriota, em vossos filhos comanda" ("True patriot love in all thy sons command", na versão original).

O projeto de lei prevê a substituição das palavras "vossos filhos" ("thy sons") por "todos nós" ("all of us"). Isso porque, em inglês, o termo "sons" se refere apenas a filhos do sexo masculino.

A alteração foi proposta em 2016 pelo deputado Mauril Bélanger, do Partido Liberal do Canadá, que morreu no fim daquele ano. A matéria passou pela Câmara dos Comuns e, após enfrentar resistência por parte dos conservadores, foi finalmente aprovada no Senado na quarta-feira (31/01). Para entrar em vigor, a medida ainda precisa da aprovação da governadora-geral canadense, Julie Payette, que representa oficialmente a monarquia britânica no Canadá

A letra em inglês de O Canada foi escrita em 1908 por Robert Stanley Weir. A canção se tornou o hino nacional do Canadá em 1980 e, desde então, 12 projetos de lei foram apresentados com a intenção de alterar a menção a "filhos" na letra. A versão em francês não possui a mesma expressão.

A ideia começou a ganhar força em 2013, com uma campanha encabeçada por uma série de influentes mulheres canadenses, incluindo a escritora Margaret Atwood e a ex-primeira-ministra Kim Campbell.

"Restaurar a letra para que ela respeite a neutralidade de gênero não é apenas uma solução para tornar nosso hino inclusivo para todos os canadenses, mas [deve ser feito] também porque é algo retrógrado", afirmou Atwood na época. Na quinta-feira, ela comemorou a aprovação no Senado em mensagem no Twitter.

Guarda Suíça – o menor e mais antigo exército do mundo


Por ocasião dos 512 anos de fundação da Guarda Suíça Pontifícia, foi apresentado no Vaticano um novo e breve filme institucional cujo objetivo é “despertar o interesse” dos jovens suíços pelo “menor e mais antigo exército do mundo”.

O vídeo de 11 minutos, em alemão, francês e italiano, traz imagens fascinantes sobre o cotidiano dos famosos “guardas do Papa”, encarregados de proteger o Pontífice e o Vaticano todos os dias do ano.

Composta por cem homens, a Guarda Suíça foi criada em resposta ao apelo do Papa Júlio II, em22 de janeiro de 1506. Os mercenários suíços eram na época os mais famosos da Europa. Sua ação mais memorável foi proteger o Papa Clemente VII de um ataque do exército de Carlos V em 6 de maio de 1527, quando 147 soldados deram a vida pelo Pontífice.

Além de mostrar imagens pouco divulgadas do interior do Vaticano, o vídeo explica os requisitos necessários para ser guarda suíço, as funções da corporação, o treinamento dos guardas, seus tempos livres, sua participação em cerimônias papais e sua experiência espiritual.

Infelizmente, o filme ainda não está oficialmente legendado em português, mas, mesmo para quem não fala alemão, francês ou italiano, as impressionantes imagens valem a pena por si sós e são capazes de transmitir a essência da mensagem.

Rússia segue como maior produtora mundial de petróleo


Roberto Moraes

Em 2017, a Rússia seguiu com na posição de maior produção de petróleo do mundo batendo seu recorde

fechando o ano com uma média diária de 10,98 milhões de barris por dia (bpd).

Este é o melhor resultado nas três últimas décadas, segundo o Ministério de Energia da Rússia. Em 2016, a produção média foi de 10,96 milhões de bpd em 2016; e de 10,72 milhões de bpd em 2015.

Em julho de 2017, a Arábia Saudita estava produzindo, antes do acordo da Opep, com a média de 10,67 milhões bpd. Os números finais de 2017, do segundo maior produtor a Arábia Saudita com as reduções dos últimos meses, a aprtir do acordo da Opep deve ter ficado em torno de 10,3 milhões de bpd.

Os números da produção média dos EUA em 2017 (atual terceiro maior produtor) ainda não foram fechados, mas se estima que tenham ficado em torno dos 9,3 milhões de barris por dia, depois de ter chegado em 2014 a mais de 10 milhões de bpd.

Em 2015, estes três países produtores praticamente dividiam a posição de maior produção mundial de petróleo por pequena diferença. Segundo a AIE (EIA), a previsão de 2018 é que os EUA possa ultrapassar a Arábia Saudita como segundo maior produção com uma estimativa que volte a alcançar com o tight oil (petróleo de xisto) 10,3 mi bpd em 2018 e 10,8 mibpd em 2019.

O Brasil com uma produção média (os números finais ainda estão sendo fechado pela ANP) em 2017 de cerca de 2,6 mibpd de petróleo e de 3,3 mi barris de óleo equivalentes (boe: petróleo + gás) por dia, é hoje a 10º maior produtor mundial atrás, respectivamente de: Rússia; Arábia Saudita; EUA; Canadá; Iraque; Irã; China; Emirados Árabes Unidos (EAU) e Kuwait.

Com as previsões da entrada em operação dos novos sistemas de produção com sete plataformas, este ano, nas reservas do pré-sal, o Brasil poderá avançar mais uma posição ultrapassando o Kuwait no ranking mundial do produtores de petróleo.

Há que se lamentar que a base disto tenha sido planejada e montada pela estatal Petrobras. E hoje, estes ativos estejam sendo entregues, a preço vil, para várias petroleiras estrangeiras.